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Jorge

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publicado às 21:31

Sobre livros e histórias de amor

por Jorge Soares, em 29.09.07

O primeiro livro que me marcou realmente foi La ciudad y los perros, de Mario Vargas Llosa. Foi no 7 ou 8 ano e lembro-me que podíamos escolher entre este, Dona Barbara de Romulo Gallegos  e Cem anos de solidão de Garcia Marques. Escolhi A cidade e os cachorros, já não sei porquê, mas foi um livro que me marcou e foi o primeiro de muitos que li de este escritor, entre eles o fabuloso A tia Júlia e o escrevedor e o ultimo, Travessuras da menina má.

 

Vargas Llosa tem um estilo de escrita peculiar em que a historia não é linear, é intercalada entre capítulos, um capitulo conta uma parte da historia e o seguinte conta uma parte completamente diferente, que pode ser algo que acontece em paralelo, no passado ou no futuro, no fim tudo se conjuga, mas no inicio é como se estivéssemos a ler dois, ou mais livros diferentes ao mesmo tempo.

 

Como disse antes, o ultimo que li foi Travessuras da menina má, que é uma história que começa em Lima, no Peru, passa por Paris e termina algures no norte de Espanha e que relata as incidências de um grande amor que começa na adolescência e dura toda a vida. Uma história de idas e vindas de uma mulher aos braços de um homem, que cada vez que ela regressa a recebe de coração aberto só para a ter durante o tempo que ela precisa para se preparar para voltar a partir.

 

Um grande livro, de um grande escritor.

 

Travessuras da menina má - Mario Vargas Llosa

 

Jorge

 

 

 

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publicado às 22:29

O pais está doido?

por Jorge Soares, em 27.09.07

Eu não gosto lá muito do Santana Lopes, não gostei nada do Primeiro ministro Santana Lopes, não gosto do partido dele, não sou do clube dele e não gostei nada de morar em Lisboa, mas realmente gostei da atitude dele ontem.

 

Um pais donde se  interrompe uma entrevista com um ex-primeiro ministro, que é uma das principais figuras do principal partido da oposição, quando este está a discutir as eleições nesse partido, ou seja, as eleições que vão decidir quem vai dirigir a oposição no futuro próximo, para mostrar uma não  noticia sobre um treinador de futebol desempregado, tem que ser um pais que está doido.

 

E isto não tem nada a ver com o Special One, eu até gosto do Mourinho, mas o Santana Lopes tem razão, este pais está doido.

 

Agora era a parte donde inseria aqui o video do You-Tube......sorry, não funcionou, assim que fica o Link: http://br.youtube.com/watch?v=MpB1Ydko4NU

 

Jorge

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publicado às 23:49

Quantas Rosas Pastoras ainda há por aí?

por Jorge Soares, em 25.09.07

Estava há bocado a ver as notícias na televisão e de repente estavam a falar da Rosa, a menina pastora de ovelhas na serra da Estrela que sonhava em ir para a escola.

 

Do pouco que vi, entrevistavam o pai, que apesar de não estar lá muito convencido, lá condescendeu em que a Rosa fosse para a escola, não é que ele ache que isso vá servir para alguma coisa, mas aparentemente as conversas dos vizinhos e as visitas da GNR lá o convenceram.

 

Ver o homem falar, fez-me retroceder uns trinta anos, algures em 1977 ou 78, ainda o 25 de Abril era mais que um feriado. Lembro-me que num passeio de domingo, o meu pai levou o velho Toyota corolla atá à Serra da Freita, que fica ali entre Arouca, Vale de Cambra e Sever do Vouga e desde donde se tem uma magnifica vista sobre a Ria de Aveiro, ou seja, no máximo a uns 40 Kilómetros de Aveiro.

 

Lá em cima encontramos um velho pastor de ovelhas, que nos inundou de perguntas sobre o que se passava lá em baixo, no mundo donde tinha havido uma revolução que ainda não tinha chegado até ali, lembro-me perfeitamente das perguntas sobre a dívida pública e se era verdade que cada português devia 40 contos... que ele não devia nada a ninguém.

 

A postura agarrada ao cajado, o modo de falar e os modos daquele pastor, não diferiam muito do que vi hoje na SIC, a verdade é que este vive numa serra mais alta que a Freita, e donde presumo que a revolução também ainda não chegou, pelo menos para a Rosa, que faz 16 anos e que portanto, pró ano já não vai precisar mais de ir para a escola.....pelo menos, a GNR já não vai ter motivos para lá ir chatear o homem.

 

33 anos depois do 25 de Abril, da ultima vez que estive na Freita donde nasce o Rio Caima, havia um parque de campismo e sinais de progresso. Fico a pensar quantas Rosas mais há ainda em Portugal? e quando chegará a Revolução e tudo o que ela nos deixou,  até aquele ponto da Serra da Estrela?

 

Já agora, aconselho vivamente um passeio pela Serra da Freita e este magnifico Site com fotografias da serra.

 

Jorge

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publicado às 00:20

Processo a Deus

por Jorge Soares, em 23.09.07

Segundo esta noticia, o senador Ernie Chamberes, americano é claro, decidiu abrir um processo a Deus porque ele é culpado das catástrofes naturais, e o mais engraçado é que segundo esta outra noticia, o processo foi aceite pelos tribunais americanos.

 

Independentemente daquilo que pensamos do sistema judicial americano, e de  se o homem está ou não maluco, evidentemente que isto não faz sentido nenhum, vejamos;

 

Podemos acreditar ou não que Deus existe, mas em nenhum dos casos faz muito sentido processa-lo. Se acreditarmos que Deus existe, então devemos acreditar que os seus desígnios são sempre positivos, logo, ou não é ele que causa as catástrofes de que o acusam agora, ou sendo ele o causador, deve ter um bom motivo, afinal, muitos e variados são os desígnios de Deus e se calhar fazia mais sentido processar o Diabo….que de certeza arranjava advogado!

 

No caso de não acreditarmos que Deus existe, então, não faz sentido nenhum processar alguém que não existe.

 

O que é o jantar?

 

Picanha com Feijão Preto.

 

Ingredientes

 

1 picanha

Alhos

Uma cebola

Pimento verde

¼ Chourizo

Bacon

1 lata de Feijão Preto

Polpa de Tomate

1 Caldo Knorr

Sal

Louro

Ervas aromáticas

 

 

Pique a cebola, o pimento verde, os dentes de alho e o louro e coloque num tacho com um pouco de azeite. Corte o bacon e o chouriço em pedaços pequenos, junte no tacho e deixe tudo alourar até o bacon começar a libertar a gordura, junte uma colher de sopa de polpa de tomate, o caldo knorr e as ervas aromáticas deixe ferver e junte a lata de feijão preto. Deixe ferver novamente e ponha o lume no mínimo.

 

Pique 4 ou 5 dentes de alho, junte bastante sal e esfregue esta mistura na picanha, embrulhe completamente a carne em papel de alumínio e coloque numa travessa no forno a 250 Graus durante 45 minutos.

 

Passado este tempo desembrulhe a picanha e coloque na travessa em conjunto com os líquidos que tenha largado entretanto, volte a colocar no forno entre 45 a uma hora.

 

Vá mexendo os feijões, não deixe que se queimem.

 

Bom apetite.

 

Jorge

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publicado às 20:58

As ameixas

por Jorge Soares, em 19.09.07

Retirada de:http://www.cnpuv.embrapa.br/noticias/2004/ameixanope.jpg 

 

 

Hoje comi uma ameixa de sobremesa, era enorme, escura, quase preta, com o primeiro bocado consegui identificar o sabor inconfundível, ameixa!

 

Lembro-me de ter 5 ou 6 anos e de ir colher ameixas, que sabiam como esta, da árvore que havia em casa da minha avó. Entre o tanque de lavar a roupa, o moinho donde o milho se convertia na farinha que depois de amassada e cozida no enorme forne de lenha, seria broa de milho, e a casa da minha avó, havia duas ameixoeiras. Uma de ameixas brancas que quando amadureciam se tornavam douradas e doces como mel e uma de  encarnadas, pequenas e alongadas.

 

Uma das árvores, a que dava frutos encarnados, cresceu encostada à casa, e lembro-me que eu e o meu primo Rogério subíamos por ela até ao telhado e colhíamos os frutos maduros.

 

Passávamos o verão a subir ao telhado e a inspeccionar  os frutos verdes, que começavam a pintar após as primeiras chuvas e de me empanturrar de ameixas maduras, e do dia em que o meu primo caiu da outra arvore, à que eu não conseguia subir.

 

Aos 10 anos fui para longe, quando voltei a casa da minha avó, 6 anos depois, nenhuma das arvores estava lá, dei pela falta delas, mas nunca perguntei o que lhes tinha acontecido, e até hoje, quase 30 anos depois, não tinha voltado a comer ameixas.

 

Jorge

 

 

 

 

 

 

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publicado às 22:14

Estranhas coisas.

por Jorge Soares, em 18.09.07

Em Agosto estive no parque da Warner em Madrid, um sitio engraçado, sobretudo se o Mês de Agosto for como o passado e a temperatura andar pelos 20, 22 graus, que naquele sitio com os habituais 40 graus à sombra........

 

Estranhas coisas

 

Acho que todos conhecemos as máquinas automáticas, café manhoso, bolos com creme azedo, queques secos, sumos com excesso de açúcar, agua, bolachas, batatas fritas, etc,etc, etc, e claro, tudo caríssimo.

 

A fotografia que anexei foi tirada no parque da Warner, e chamou-me a atenção pelos produtos que podemos comprar, coisas estranhas, pelo menos para as máquinas que eu tinha visto por cá, e mais estranhos ainda se pensarmos que estava num parque claramente orientado a um publico mais infantil que adolescente, vejamos:

 

Na primeira fila de cima, aquela caixa em tons azulados é um alcoolímetro, isso mesmo, um aparelho para medir o grau de álcool no sangue, depois temos pacotes de lenços de papel e pensos rápidos, daqueles que as nossas mães utilizavam para as feridas.

 

Na segunda fila temos protector solar, factores 8 e 25...para o calor de Madrid, eu diria que 25 é pouco...mas os espanhóis lá sabem

 

Terceira e quarta filas, barras energéticas...bom, aguentar aquilo das 10 às 22, que é o horário do parque....é preciso energia.

 

Quinta fila, boiões de comida para bebé,..eles revistam as mochilas à entrada e não deixam entrar comida nem bebida.......nunca se sabe quando há um bebé com fome!

 

Sexta fila, chuchas para bebé...... e um produto para a higiene intima feminina, :-O!

 

Ultima fila, pensos higiénicos femininos.

 

Se esta máquina tivesse mais uma fila com uns antipiréticos......era perfeita, confesso que não vi os preços, mas atendendo aos das restantes coisas, estilo comida e bebida....imagino que fosse pelo menos o triplo do preço na farmácia.

 

Os espanhóis são uns gajos prevenidos, não acham?

 

Jorge

 

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publicado às 22:59

Ainda na sequência do último Post, uma semana depois, no último dia antes de começar as aulas, lá tiveram a gentileza de arranjar lugar para as crianças.

 

Se bem se recordam, eu tinha estado no agrupamento de escolas Barbosa du Bocage donde os professores do conselho directivo me tinham garantido que me dariam a resposta na segunda feira seguinte, dia 10. Quando eu pedi que me colocassem isso por escrito, eles além de que se negaram, ficaram muito chateados porque eu duvidava da palavra deles, é claro que lhes confirmei que não acreditava em nada do que diziam.

 

Certo é que no dia 10, eu lá estava  ao fim da tarde, e como já era costume, de resposta nada, portanto sobre o valor da palavra dos membros do conselho directivo do Agrupamento de escolas Barbosa do Bocage, estamos conversados.

 

Voltei a falar com o professor João, que me disse que me garantiam vaga nas escolas do agrupamento, em qual escola?.......pois, ele não sabia, iam ver, então e quando é que ia saber? na quarta dia 12, apeteceu-me matar alguém, mas.....

 

No dia 12, lá estava eu às 9 da manhã, como a secretaria abre às 9:30, sentei-me a esperar, e eis que chega o Professor João,...não, ele não sabe nada, quem sabe é a chefe,........então e donde é que ela está? Ainda não chegou, mas vai chegar. Lá me voltei a sentar, e passado uns minutos, lá chega a senhora, que já não saiu dali sem me ouvir, ela também não sabe nada, acha que arranjou uma vaga para uma das crianças, e está a ver o que fazem com a outra........não vou dizer aqui o que senti, até porque eu no dia anterior tinha recebido um telefonema da secretária do coordenador da DREL em Setúbal a garantir que eles me iam dar a resposta nesse dia.

 

A isto tudo as aulas começavam dia 14, e no dia 15, não sei bem como, lá me disseram que tinham arranjado duas vagas na mesma escola, isto a 15 de Setembro, quando fizemos o pedido de transferência a 26 de Junho e este foi o primeiro a entrar no agrupamento.

 

Entretanto, do colégio donde estavam as crianças, dizem-nos que a eles não lhes chegou nenhum pedido de transferência dos processos, logo, nem sei se os vou conseguir matricular, e já prevejo que vão haver novos capítulos...bom, pelo menos um vai haver, lá para a semana que vem, quando isto acalmar um pouco, e quando já não me apetecer matar professores sem palavra, eu vou lá ir e pedir o livro de reclamações, dessa não se safam.

 

É incrível, mas este é o estado do pais donde vivemos, assim é a incompetência e  a falta de respeito das pessoas e isto é o que vale a palavra dos membros do conselho directivo do agrupamento de escolas Barbosa du Bocage, em Setúbal.

 

Jorge

 

 PS: A Lua estava lá, não sei como, porque nessa noite chovia em Macau.

 

A Lua estava lá!

 

 

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publicado às 22:47

Como vai a nossa educação .... Tai Chi Garden

por Jorge Soares, em 08.09.07

No meio da movimentada Hong Kong, existe o Hong Kong park, que é um enorme jardim com uma série de áreas diferentes, uma dessas áreas é o Tai Chi Garden, estive lá no fim de Abril, imagino que era por ser a meio da tarde que não havia ninguém a praticar a milenária arte. Havia isso sim 3 ou 4 ocidentais a ler livros no meio de uma enorme Paz

 

O Jardim era um estranho remanso de silêncio e paz no meio de uma cidade frenética.

Tai Chi Garden, Hong Kong Park

 

 

Paz que foi o que eu não tive um destes dias quando tentei saber em que pé estava o pedido de transferência de escola dos meus filhos, que foi feito a 26 de Junho, e que a 8 de Setembro ainda não tem resposta.

 

Fui ao agrupamento escolar da minha área de residência e falei com um professor que me disse que havia duas vagas mas que ele não sabia se os meus filhos tem direito a elas, quando lhe perguntei quais eram as regras de atribuição das vagas, o senhor que se chama João, professor João, respondeu-me que ele não sabia as regras ele fazia o que a chefe mandava!

 

Quando tentei falar com a "chefe", mandaram dizer que não tinham nada para me dizer, portanto não me iam atender.

 

Valeu que eu não sou de aceitar respostas dessas e respondi, que tudo bem, mas que a senhora ia ter que me dizer isso na cara...depois de muito tempo e muita discussão lá apareceu a senhora...professora Lígia, que me disse que era mentira que existissem vagas e que de certeza que não me tinham dito isso.. Quando perguntei o que faço às crianças, a senhora respondeu que me diziam isso depois do fim-de-semana e que me fosse embora.

 

Quando pedi que me pusesse isso por escrito dado que me andam a dizer o mesmo desde Junho, a senhora disse que não, porque não tinha tempo e que ia chamar a policia para me tirar de ali.

 

De notar que quando eu cheguei às 17 horas e perguntei pela senhora, ela não estava, tinha ido almoçar......... Quem chega do almoço às 17:30...não pode ter tempo para trabalhar!

 

Entretanto estavam mais duas mães com o mesmo problema e uma delas estava lá desde as 9 da manhã, ela e o filho, e às 18 foi-se embora.....sem ser recebida nem atendida por ninguém.

 

Sabem uma coisa, quero emigrar para o Jardim do Tai-Chi, que este país já não há quem o aguente!

 

Segunda-feira esperam-se novos capítulos.

 

Hoje não fiz o jantar.

 

Jorge

 

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publicado às 23:20

De volta à cozinha

por Jorge Soares, em 05.09.07

Estamos de volta.

 

Já disse aqui que eu gosto de chuva?, pois é, eu gosto de chuva, e sabem uma coisa, estas férias tive chuva, sabem aquela parte de caminhar na praia de que falei no ultimo post?, pois, não deu lá para muitas caminhadas, é que este ano, o verão nas Asturias foi assim, de modo que no fim, as férias terminaram nos arredores de Madrid, num parque de campismo agradável perto de aqui.

 

Confesso que eu pessoalmente prefiro o verde das Asturias ao amarelo acastanhado da Meseta Ibérica, mas as tapas também são boas e como podem ver pela fotografia, as miudas são giras... bom, não tanto como as minhas........

 

Também voltei à cozinha,.. mas não me apetece escrever mais, além disso estou irritado, não consigo inserir as minhas fotografias do google aqui... a receita de hoje fica para amnhã.

 

 

Jorge

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publicado às 23:23

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Regressar a Casa

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O Rapaz de Olhos Azuis

Joanne Harris

 

O jogo de Ripper

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