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A culpa é de deus... que nem sempre é amigo!

por Jorge Soares, em 02.11.15

ohomemdealbufeira.jpg

 

Imagem do Público

 

"A fúria da natureza não foi nossa amiga. Deus nem sempre é amigo"

 

O novo ministro da administração interna chama-se João Calvão da Silva, confesso que nunca tinha ouvido falar do senhor e sinceramente, espero não ter que o ouvir falar muitas mais vezes. 

 

O senhor esteve hoje em Albufeira a tomar nota in loco dos estragos causados pelas chuvas e saiu-se com a pérola acima e mais algumas parecidas.

 

Senhor ministro, é claro que toda a ajuda é bem vinda, mas convenhamos que limpeza das linhas de água, evitar construir em cima destas e um planeamento adequado da construção das nossas cidades,  se calhar é mais inteligente que esperar que deus não mande chover... Olhe, se calhar a culpa é da sua colega Assunção Cristas, ela é que dizia que tinha que chover mais para se resolverem os problemas da agricultura e que ia rezar por isso... se calhar rezou demais.

 

Está visto que Passos Coelho teve mesmo muita dificuldade em arranjar quem fosse para o governo... o que vale é que é só por uns dias, livra!

 

Jorge Soares

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publicado às 21:51

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26 comentários

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De Anónimo a 04.11.2015 às 11:43


Va casoutras va.

Exactamente, deu os pesames a quem tinha que dar, deixou a declaraçao de calamidade publica ao eventual preenchimento dos requisitos para tal, e a efectividade dos danos e alertou para um facto, as pessoas tem que ter seguros para prevenir riscos, nao podem estar a querer poupar em seguros nao protegendo as suas actividades porque em anos e anos nada acontece e depois pendurarem-se sempre na sociedade atraves do estado. As pessoas tem que aprender a ser responsaveis e prever os riscos, va ver na agricultura quantos seguros ha de colheitas, no entanto se houver um azar e um deus nos acuda sr. ministro que la foi a vidinha toda.

Quanto a questao urbanistica que e o problema nestes casos a culpa e colectiva de ha muitos anos atras mas principalmente das autarquias.
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De Makiavel a 04.11.2015 às 15:19

Não fale do que não sabe, vem para aqui aliviar a tripa cerebral e as pessoas que aguentem.
Quanto ao número de seguros agrícolas, não pergunte quantos agricultores o têm, pergunte quantas seguradoras o fazem e em que condições (ou com que excepções).
A declaração do ministro acerca da morte do senhor que foi levado pelas enchurradas é da maior falta de respeito que vi nos últimos tempos. Vamos a ver e a culpa ainda foi dele. Isto é mesmo um governo de refugados.
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De Anónimo a 04.11.2015 às 15:56

Os ignorantes em vez de falar deviam ir informar-se ou estudar

"O novo sistema de seguros agrícolas (SSA), que foi aprovado a 18 de junho em Conselho de Ministros e publicado na sexta-feira em Diário da República, substitui o atual sistema de seguros de colheitas (SIPAC) e passa a ser financiado por fundos europeus, além do Orçamento do Estado.

Abrange ainda um leque mais alargado de coberturas, abarcando os seguros de colheitas, de animais e de plantas, o seguro vitícola de colheitas e o seguro de colheitas de frutas e produtos hortícolas no âmbito dos fundos agrícolas europeus.

Os casos em que poderão ser obrigatórios serão definidos "em diploma próprio", mas o decreto-lei aponta para uma "obrigatoriedade tendencial, de acordo com a qual a contratação de seguros agrícolas pode vir a ser estabelecida como condição de acesso para a atribuição de outros apoios públicos".
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De Anónimo a 04.11.2015 às 16:16

As seguradoras ja fazem ha anos mas a questao ate nem e essa. E que as pessoas so fazem se forem obrigadas, como nos automoveis. Entao os governos tem que zelar pelo bem das pessoas nao sao elas, e dizer so tens apoios publicos se fizeres seguro.

Isto de ensinar anjinhos papudos.
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De LC a 04.11.2015 às 16:27

Era só para esclarecer que o estado paga cerca de 90% do seguro agricola, quem está legal tem.
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De Manuel a 05.11.2015 às 00:42

Pois paga... mas, sabe que o seguro não paga os estragos de um incêndio provocado por um raio, se não existir uma prova sem qualquer contestação que foi um raio que provocou o incêndio.
Ou que se existir uma inundação provocada por um transbordo de uma ribeira, o segurado tem de justificar porque é que não tem barreiras montadas para evitar essas situações (curiosamente o próprio governo permite uma ilegalidade, pois não é possível montar barreiras nas margens de um ribeiro... mas, as seguradoras incluem essas clausulas )
Para além de muitas das validações técnicas não estarem cobertas, chegando a ultrapassar os 25000 euros, para poderem contratar um desses seguros comparticipados.
Nem tudo é flores...

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