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precarios.jpg

 

Imagem de Precário Inflexíveis 

 

Ana Nicolau  será presente a julgamento no próximo dia 2 de Março, 3º aniversário da manifestação Que Se Lixe a Troika – O Povo é Quem Mais Ordena, por ter protestado nas galerias da Assembleia da República e por ter exigido a demissão de Passos Coelho.

 

Os Precários Inflexíveis exigiram, em Março de 2015, a demissão de Pedro Passos Coelho, durante várias semanas, quando foi tornado público que o então Primeiro Ministro não havia cumprido com o pagamento das suas contribuições à Segurança Social, enquanto trabalhador a recibos verdes durante 5 anos, tendo depois visto essa dívida ser ilegalmente reestruturada, parcialmente paga e posteriormente desculpada pelo então ministro Pedro Mota Soares.

 

Na altura foram vários os posts que escrevi sobre o assunto, de certeza que mais que uma vez terei dito que Passos Coelho se devia demitir. Para mim não é aceitável ter como primeiro ministro alguém que não cumpre com os seus deveres de cidadão, como é que alguém que não cumpre com os seus deveres legais pode exigir ao resto do país que o faça? Como é que o senhor pode ter estado à frente do governo que em toda a história da democracia mais exigiu dos portugueses se ele próprio contribuiu para o estado a que chegou o país ao não cumprir com as suas obrigações fiscais?

 

No dia 2 de Março será Ana Nicolau quem, estará no banco dos réus, mas podia ser qualquer um de nós, eu pessoalmente não conheço ninguém que na altura não achasse que toda aquela história era uma  vergonha para o governo e o país.

 

Mo dia 2 de Março quem está a julgamento não é a Ana Nicolau, somos todos os portugueses que temos opinião e a conseguimos expressar.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:53

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72 comentários

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De Anónimo a 20.02.2016 às 13:38

Pois, o passos ja foi julgado nas eleicoes e as pessoas deram-lhe a vitoria nas eleicoes. Agora e a vez da activista, nao vale tudo em todo o lado, e preciso algum decoro nessas cabecas.
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De João Paulo Oliveira a 20.02.2016 às 16:05

Por isso é que ele é primeiro-ministro...
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De Anónimo a 20.02.2016 às 16:54

sim, por isso mesmo foi eleito primeiro ministro, e ja foi julgado e escolhido como vencedor dessas eleiçoes, os derrotados em eleiçoes dizem que eles e que ganharam as eleiçoes e que o primeiro ministro escolhido pelo povo em eleiçoes afinal nao vai governar, porque as regras sao as dos derrotados negociadas por estes depois das eleiçoes em que este costa se propoe a isso. regras sim mas derivadas de negociaçoes parlamentares dao legitimidade parlamentar, nao legitimidade poltica, esta e derivada de eleiçoes directamente do voto do povo, tao simples como isto, o derrotado costa govérna pelas regras da legitimidade parlamentar dos acordos nas costas do povo pos eleiçoes, mas quem tinha ganho as eleiçoes, a legitimidade politica foi quem o povo escolheu, quem venceu as eleiçoes. o costa nao passa do derrotado costa mas que tem direito a governar devido aos arranjos parlamentares pos eleitorais, nas proximas eleiçoes como ja se viu nas presidenciais ides ver o que o povo diz a negocios atras da orelha.

e a vez de julgar os activistas das barricadas
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De Makiavel a 20.02.2016 às 17:31

O senhor esbanja ignorância. As eleições não foram para primeiro-ministro, foram para eleger deputados para a Assembleia. Embora o partido dele tenha tido mais votos (logo, mais deputados) não teve os suficientes para ser primeiro-ministro. Trate essa azia e, já agora, leia um pouco mais para se cultivar e não vir para aqui inundar de ignorância as caixas de comentários.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 17:48

isso dizes tu que es um democrata a maneira, o povo escolheu um partido, coligaçao, e um candidato a p.m. depois alguem arranjou um negocio parlamentar, so que foi quem nao foi escolhido pelo povo em eleiçoes. tao simples como isto. o costa tem legitimidade parlamentar, nao politica, esta vem do eleitorado por isso o derrotado costa esta a governar. ninguem escolhe primeiro ministro, entao de onde surge do nada, e eleito pelos deputados, nao foi o derrotado costa que derrubou o seguro para ser candidato a primeiro ministro em eleiçoes, quem elege o primeiro ministro, sera que e como na eleiçao do presidente da assembleia da republica eleito pelos deputados, quem elegeu entao o costa, ninguem. propos se a primeiro ministro depois das eleiçoes. nos elegemos deputados e votamos em partidos para governar e damos a vitoria ao candidato do partido vencedor para formar governo, ainda nao deixamos esses arranjinhos nas maos dos deputados, essa e a nossa legitimidade como eleitores em eleger um governo e uma legitimidade eleitoral desse governo, outra forma e a legitimidade parlamentar que nao a eleitoral e politica.
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:28

Parece que Passos teve oportunidade de formar governo e apresentar o programa na AR. Não passou. O que é que se há-de fazer? É a democracia a funcionar, temos pena.
Em relação ao tema do blog, tem algo a dizer sobre o facto de Passos Coelho ter estado 5 anos 5 sem pagar as suas contribuições, enquanto qualquer atrasozinho de um anónimo trabalhador a recibos verdes dá direito a penhoras, juros de mora se coimas variadas?
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:33

ah em relaçao ao tema do post quanto ao passos nao tenho nada que comentar, pagou, ja nao era obrigado, teve um "juri" eleitoral que apesar disso preferia ser governado por ele ao costa, que quer que lhe diga, faça a sua moda e diga que o eleitorado e burro.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:50

ai que voce e o jorginho
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De Nuno Ferreira a 20.02.2016 às 20:13

O senhor/a é tão cobarde que nem divulga o seu nome. Deve ser mesmo como o anterior governo (coligação), liberais extremos. Por eles o País era oferecido aos amigos. Mas realmente, em relação a quem protesta democraticamente, deveria era ser morto não é ?
Tenha vergonha, e vá mas é trabalhar para aprender quanto custa a vida.
Será que está ainda à espera de um tachinho por parte do PSD ? Pertencerá aos "jotinhas" ?
Você envergonha a sociedade portuguesa. Eu tenho vergonha de pessoas como você.
Informe-se, e já agora aproveite e leia sobre o processo dos submarinos em que o "irrevogável" está metido até às orelhas, mas apesar disso nada lhe acontece.
Resuma-se à sua insignificância.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 20:18

sou nuno ferreira
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De Anónimo a 20.02.2016 às 20:20

olhe que quem dizia, para os amigos tudo,para os inimigos nada e para os indiferentes cumpra-se a lei nao era nenhum liberal

o meu nome

manuel fernandes

serve ou quer outro
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De Anónimo a 20.02.2016 às 20:22

quem protesta democraticamente havia de o ir fazer a sua casa, e que assim fizeram-no um bocado na minha tambem, deviam ir era para a sua.

manuel antonio
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De Pedro a 02.03.2016 às 10:57

Para além de não saber escrever português, você é de uma ignorância atroz. Abstenha-se de comentar se não sabe o que diz.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:01

Pois o inteligente com a tua explicacao acabaste de identificar onde esta o ignorante. Sao assim os burros
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De camponês a 20.02.2016 às 18:03

Sr, Makiavel:
Custa-me a entender essa ideia absurda, segundo a qual o governo tem, forçosamente, que exercer funções com maioria parlamentar.
Esse princípio, subjacente aos sistemas totalitários é a negação da democracia.
Por mim, Passos Coelho não teria vencido. A verdade, porém, é que venceu mesmo. E, ao contrário do que se tem dito, nada na Constituição suporta (ou advoga) um governo formado por um partido e um programa de governo que foi rejeitado pela maioria dos votos expressos.
Enfim... no fundo o que está em causa é dizer aos portugueses que ele não sabem votar e que a democracia é uma estupidez - por isso jamais votarei.
Note-se: não votei Passos & Portas SA.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 18:14

nao tem eles sabem-no, esse arranjinho foi so para impedir um governo que nao gostavam de governar e que devido a circunstancias excepcionais o presidente estar de maos atadas e nao poder convocar eleiçoes, esta era a unica maneira de impedir que esse governo escolhido em eleiçoes governasse, a outra faceta tem a ver com a sobrevivencia politica do derrotado costa que estava nas maos do assis.
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:20

O senhor continua a espalhar ignorância de cada vez que escreve um comentário. Não era só o impedimento do PR em convocar novas eleições, é o impedimento constitucional de dissolver a AR quando os resultados eleitorais nao agradam. Para impedir que se realizem eleições até que os resultados sejam do agrado. Mas que bela democracia, não gostaram dos resultados, repetem-se as eleições, e se for preciso, altera-se a constituição ad-hoc, como pretendia Passos numa das suas decleraçoes aziadas pós-eleições.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:24

olhe, nao houve porque o presidente nao podia,veremos o que vai acontecer, porque a legitimidade do costa e a mesma do santana lopes parlamentar.
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:42

Não houve por dois impedimentos e um facto político novo: final de mandato do PR (ele que tivesse convocado eleições para mais cedo, mas se calhar os resultados seriam outros) impedimento constitucional de dissolução da AR a seguir a eleições e o facto político novo, acordo de entendimento para governar entre o PS e os partidos à esquerda.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:48

isso ja eu disse, pois se .... era, mas o entendimento novo a esquerda eh eh eh de gritos, foi so conjuntural para impedir um governo saido de eleiçoes de governar, alias o costa tinha admitido a derrota apos eleiçoes e nao fazer acordos negativos, mas quando viu o seu futuro em risco e um assis assanhado, correu para os braços do jeronimo que lhe acenou para derrubar o governo eleito, acordo???? esta esquerdalhada nem se enxerga
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De Makiavel a 20.02.2016 às 21:56

A azia anda a toldar-lhe o raciocínio e depois põe-se a contar estorinhas...
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De Anónimo a 20.02.2016 às 22:12

estorinhas, por falar nisso, olhe hoje que morreu o umberto eco conte uma historinha dele serve para o relembrar, vale mais que os continhos e historinhas que por aqui se publicam.
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:15

Dizer que o princípio da maioria parlamentar para que o governo exerça funções é subjacente aos regimes totalitários, é o supra-sumo do delírio. Sempre foi assim ou, não tendo uma maioria que o suporte, não tenha uma maioria que o derrube.
A sua leitura dos resultados eleitorais é deveras enviesada. À sua afirmação de que o governo é suportado por um partido cujo programa foi rejeitado pela maioria, contraponho, a afirmação não menos correcta, de que o programa da PàF foi rejeitado pela maioria do povo português. Quanto às suas preferências em matéria de voto, não vêm ao caso.
O problema da PàF é que, para governar e não tendo a maioria no parlamento, não tinha com quem negociar, ninguém queria falar com eles. O PS, não tendo a maioria, tinha com quem falar, falou e estabeleceu acordos. Democracia é isto.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:21

"contraponho, a afirmação não menos correcta, de que o programa da PàF foi rejeitado pela maioria do povo português"

acha mesmo ou brinca? entao porque ganhou as eleiçoes. e que os eleitores votaram em cinco programas e nao no programa da geringonça.
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:35

A maioria dos votos e dos deputados por eles eleitos disseram que não queriam o tecnoformas e a miss swaps outravez a governar. Alguma dúvida?
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:39

deixe de brincar as democracias de cinco programas a eleiçoes os eleitores escolheram um e so um como vencedor, se queriam que os eleitores escolhessem o vosso programa apresentassem-se como geringonça ao lado da paf e os eleitores escolhiam, assim escolheram o que lhes submeteram cinco, um saiu vencedor
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:28

o senhor nao tresleia ninguem diz que nao tem legitimidade parlamentar, nao tem politica vinda do voto.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 18:03

esta enganado o partido do costa nem teve mais votos nem mais deputados isoladamente,
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:22

Quando eu digo "o partido dele tenha tido mais votos e mais deputados" refiro-me obviamente a Passos Coelho. Se lesse o texto até ao fim não fazia essa figura.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:27

era so para confirmar quem ganhou as eleiçoes da sua viva voz
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De Makiavel a 20.02.2016 às 19:37

Claro que a PàF ganhou, sem dúvida. Teve uma vitória poucochinha. Depois destas eleições, Passos Coelho ficou conhecido pelo Pedro Danoninho: faltou-lhe um bocadinho assim.
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De pode ter a 20.02.2016 às 19:40

pode ter faltado mas nao foi nas urnas de voto eh eh eh
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De Makiavel a 21.02.2016 às 00:24

Foi nas urnas, foi. Não teve a maioria dos votos (e consequentemente dos deputados) para poder governar sozinho e como mais ninguém o quer para parceiro, caiu do cavalo. Temos pena, habituem-se à democracia.
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De Anónimo a 21.02.2016 às 11:25

isso e verdade, caiu no parlamento, mas para la chegar ganhou as eleiloes, ou seja nas urnas foi assim, psd-cds 107 ps 86 be 19 cdu17 pan 1,o que os eleitores votaram foi este resultado, e verdade que nao dava um governo maioritario e por isso para governar em maioria exigia alianças, por isso foi derrubado democraticamente e apresentada uma soluçao de maioria legitima parlamentar, e tudo legal perfeito com as regras do jogo democratico, so que no voto nao vinha isso, por isso nao foi votado, nas urnas.
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De Jorge Soares a 21.02.2016 às 19:49

Pera, e quando o Governo do Passos Coelho foi eleito em coligação com o CDS estava lá escrito que isso ia acontecer? Eu não me lembro de lá ver isso... isso quer dizer que o governo anterior não foi válido? e só agora descobrimos isso? andamos todos a dormir

Jorge Soares
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De Anónimo a 21.02.2016 às 20:49

e verdade nao estava, mas o psd tinha sido mandatado para governar como vencedor das eleiçoes de 2011, escolheu nao governar sozinho, mas foi o partido vencedor que escolheu o parceiro,nos anos 80 por exemplo no tempo do mario soares o ps venceu as eleiçoes sem maioria absoluta e coligou-se ao psd de mota pinto para governar, mas ca esta foi o partido escolhido pelos eleitores que vencedor das eleiçoes escolhe como governar e com quem, neste caso agora, para alem de nao irem em coligaçao, a frente de esquerda, ainda foram derrotados, ou seja o partido socialista nao foi o vencedor, apesar de derrotado acaba a governar e fazer acordos com parceiros que escolheu, mas veja a diferença nos outros casos em que houve coligaçoes pos eleitorais estas partiram do partido que ganhou, ou seja o programa mais votado e escolhido pelos eleitores, neste caso foram os partidos derrotados que depois de derrubar o governo eleito, fizeram acordos parlamentares para encontrar alternativa.nao saiu das urnas mas do parlamento,
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De Manuel a 02.03.2016 às 10:33

A sua ideia de direita é que devemos viver numa ditadura e que a Assembleia não serve para nada... a não ser dar milhares de milhões de euros aos partidários da direita. Como não correu como o planeado, dando o mês de Setembro como o pior mês em quase 10 anos para as contas públicas, até pior que os piores meses do governo do Sócrates... porque o governo da altura escondeu milhares de milhões de dívida pública numa consultora internacional (tal como a Grécia tinha feito... e era criticada pelo governo da altura), deu 3% de juros aos bancos, em troca deles não reclamarem das devoluções de IVA estarem com 7 meses de atraso e nomeou mais de 4300 pessoas para cargos intermédios.
1974 já foi há 41 anos atrás... para tristeza de pessoas como você.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:33

A minha ideia de direita e que os resultados eleitorais que dao legitimidade politica. Sao diferentes da legitimidade parlamentar. Nao distorcer a legitimidade eleitoral e politica.
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De Pedro Costa a 02.03.2016 às 12:28

Senhor Anónimo,
quando se puser a analisar ou discutir coisas tente pelo menos enquadrá-las da forma correcta. Como muita gente no nosso país o senhor está a incorrer num erro que é o seguinte:
as eleições são para o parlamento, não para primeiro-ministro, e com base nos resultados eleitorais formam-se governos que deverão apresentar o respectivo programa de governo para aprovação no parlamento. Tendo isto em conta e porque a coligação não obteve maioria parlamentar não posso aceitar o seu argumento de base. Reveja a constituição e verá que não tem razão.
Quanto ao direito a protestar, não o entendo, porque também não pode ser "comer e calar". Os governantes, sejam eles quem forem, têm de comportar-se dentro do principio que devem ser modelos para os cidadãos. Para não repetir o caso Passos Coelho, vou referir o caso do Relvas. Com a experiência profissional que tenho poderia certamente juntar uma ou duas licenciaturas a que já, com muito esforço dos meus pais, obtive enquanto jovem. Acha que não devo protestar e deva fazer a mesma coisa que o Relvas fez? País de espertos que nunca irá a lado nenhum por isso mesmo
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:06

As eleicoes sao para escolher deputados eleger um governo e o lider do partido vencedor p. M. So depois funciona a legitimidade parlamentar.
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De Pedro Costa a 03.03.2016 às 15:11

Desculpe, mas não tem razão. Se assim fosse a maioria parlamentar na aprovação do programa de governo não seria necessária e os governos não seriam derrubados quando não têm maioria parlamentar. Além disso, a coligação que ganhou as eleições apresentou programa de governo e este não foi aprovado. Que mais provas necessita. Como lhe sugeri leia a Constituição e se calhar numa versão anotada para poder entender a sua interpretação.
Cumprimentos
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:28

Nao tenho razao essa e boa. Entao o costa ganhou o cargo a primeiro ministro em eleicoes e o partido socialista venceu as eleicoes. Legitimidade eleitotal e politica. Nao foi nada disso. Costa tem legitimidade parlamentar por virtude do pcp e be nao do eleitorado. Tao simples como isto.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:32

Desculpe mas nao da para perder tempo consigo ou entao leia todos os comentarios que escrevi. Tivesse aparecido no dia da discussao. Nao me vou repetir
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De Pedro Costa a 03.03.2016 às 15:34

Está desculpado, mas a sua atitude só mostra que o senhor não quer saber, só quer opinar de acordo com as suas ideias politicas.
Cumprimentos
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:43

Eu opino e analiso de acordo com factos eleitorais e posteriormente parlamentares para fundamentar a legitimidade politica eleitoral ou parlamentar
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:40

Nao me venha falar de constituicao porque eu conheco. Mas a constituicao e uma lei so vale e obriga enquanto nao se mudar. Isto nao tem nada a ver com constituicao. Um governo saiu das eleicoes con legitimidade poltica eleitoral e foi derrubado no parlamento. Outra solucao saiu do parlamento um outro governo p.m. nao eleito mas com legitimidade parlamentar. Tudo regras democraticas e constitucionais. Qual a duvida.
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De Marco Mendes a 20.02.2016 às 17:28

A escrita sob a capa do anonimato revela muito de quem emite opiniões como a sua.

A Constituição permite as interpretações mais miríficas, contudo a "tradição" democrática - capa de veludo de sempre eterno "establishment"não pode ser arma de arremesso. Olhe-se para os arranjos parlamentares pela Europa. O Governo nasce do Parlamento e é escrutinado/fiscalizado pelo Parlamento. Haja sensatez e decoro e Senhor(a) anónimo - o assunto mor do post é sobre liberdades e deveres de cidadania.

A justiça ao justo e a rectidão ao democrata deveriam ser faces da mesma moeda.

Bem hajam.

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De Anónimo a 20.02.2016 às 17:54

os arranjos parlamentares sao isso mesmo arranjos parlamentares, se forem feitos pelo partido mais votado em eleiçoes, tem um fundo de legitimidade politica,vinda directamente do voto, caso contrario sao so arranjos parlamentares sem conexao com a maioria eleitoral que da maioria a um partido para governar atraves do voto. ate se podiam dispensar eleiçoes e fazer governos assim. o resto merece-me amesma resposta que ja dei a outro comentador acerca do governo do derrotado costa


o povo escolheu um partido, coligaçao, e um candidato a p.m. depois alguem arranjou um negocio parlamentar, so que foi quem nao foi escolhido pelo povo em eleiçoes. tao simples como isto. o costa tem legitimidade parlamentar, nao politica, esta vem do eleitorado por isso o derrotado costa esta a governar. ninguem escolhe primeiro ministro, entao de onde surge do nada, e eleito pelos deputados, nao foi o derrotado costa que derrubou o seguro para ser candidato a primeiro ministro em eleiçoes, quem elege o primeiro ministro, sera que e como na eleiçao do presidente da assembleia da republica eleito pelos deputados, quem elegeu entao o costa, ninguem. propos se a primeiro ministro depois das eleiçoes. nos elegemos deputados e votamos em partidos para governar e damos a vitoria ao candidato do partido vencedor para formar governo, ainda nao deixamos esses arranjinhos nas maos dos deputados, essa e a nossa legitimidade como eleitores em eleger um governo e uma legitimidade eleitoral desse governo, outra forma e a legitimidade parlamentar que nao a eleitoral e politica.
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De Manuel a 02.03.2016 às 10:37

É mesmo mesquinho e tacanho... Em vez de MENTIR, vá ver que até na Itália o partido que está no governo foi o 3 mais votado nas últimas eleições legislativas.
Na Bélgica o primeiro ministro é do 7 partido mais votado, estando os 2 mais votados na oposição.
Na Finlândia o primeiro ministro foi escolhido por 8 dos 14 partidos que obtiveram lugares no parlamento e que não se entendiam, escolhendo uma pessoa de fora dos partidos que conseguiu apoios daqueles 8.
Nas legislativas não interessa quem ganha... é quem sabe falar com os outros. Se a direita aponta armas às cabeças dos adversários durante anos, estão à espera que se verguem ao seu poder financeiro?
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:08

A minha ideia de direita e que os resultados eleitorais que dao legitimidade politica. Sao diferentes da legitimidade parlamentar. Nao distorcer a legitimidade eleitoral e politica.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 18:01

deixe-se disso o seu nome marco mendes,vale tanto como o meu mendes marco. acha que alguem acredita em nomes, mas que ingenuos
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De Artur Reis a 20.02.2016 às 18:38

Caro Anónimo,

já percebemos a sua ideia e a sua opinião sobre as eleições e o sistema político português - um República Parlamentar, com a qual pelos vistos não concordará, (pelo menos neste caso concreto).

Mesmo que a maioria da população votante, tenha votado contra um partido, coligação, e um candidato a p.m.

Esse é o reflexo da decisão dos votantes, expresso em número de deputados no Parlamento, para o qual foram as eleições, recorde-se.

Mais ainda, o Sr. Passos Coelho foi indigitado como Primeiro Ministro pelo Presidente da República, formou Governo e tomou posse, tendo posteriormente o mesmo e o seu programa sido chumbados no dito Parlamento, num processo legal e transparente e de acordo com as normas e preceitos legais em vigor.

É o nosso sistema político a funcionar na sua plenitude, são as regras do jogo em vigor, quer se concorde e goste ou não.

Se não concorda e não gosta, enquanto cidadão, pode sempre utilizar as ferramentas ao dispor e que o sistema lhe confere para tentar contribuir para a mudança das regras do jogo.

Simples... Mas não tão fácil e simples como criticar e apontar o dedo, principalmente quando não nos agrada, acredito.

Mas não é esse o tópico do artigo.

E o interessante seria saber qual a sua opinião sobre o mesmo, ou seja, as ilegalidades que foram cometidas - face à legislação em vigor, pelo ex-primeiro ministro e actual deputado Pedro Passos Coelho neste caso concreto, não o da Tecnoforma, não o do Prejúrio no Parlamento, não outros, apenas o incumprimento de uma obrigação legal de um cidadão perante o Estado e o julgamento de uma cidadã que criticou essa situação.

E se quiser comentar tudo o resto neste processo - as prescrições, os pagamentos voluntários, o discurso contraditório, o regime especial, etc, etc, etc, sinta-se à vontade.

E é só isso.

Obrigado
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:08

ninguem esta a dizer que nao sao as regras do jogo, eu disse isso mesmo o costa so tem legitimidade parlamentar, nao politica, o santana lopes quando substituiu o durao barroso foi igual, so tinha legitimidade parlamentar ninguem o elegeu para p. m. o costa os eleitores derrotaram-no , mas nao, ao contrario do que diz numas eleiçoes votamos num partido ou coligaçao para governar e o lider desse partido que nos indirectamente elegemos sera o primeiro ministro por nos escolhido, se nao pode haver governos minoritarios, teremos sempre ditaduras da maioria parlamentar. quem defende isto defende isso ditaduras , entao mudemos o metodo eleitoral de modo a facilitar essas maiorias, os pequenos partidos e facçoes serao prejudicados mas sera a bem dos governos maioritarios. julgo que esta e a visao dos totalitaristas,

o ps podia nao governar,deixar um governo eleito minoritario ter que lhe vir comer a mao sempre que quissesse para aprovar o que quer que fosse. nao perdia o eleitorado do centro e poderia em breve governar com maioria eleitoral, assim esta nas maos do jeronimo e catarina.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:11

quanto ao processo do passos nao tenho nada que comentar, pagou, ja nao era obrigado, teve um "juri" eleitoral que apesar disso preferia ser governado por ele ao costa, que quer que lhe diga, faça a sua moda e diga que o eleitorado e burro.
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De Manuel a 02.03.2016 às 10:43

Que júri fala?
Os que foram votar na coligação porque ambicionaram receber 100% da sobretaxa, quando deviam ter visto que isso era MENTIRA e que o governo teve de pagar mais de 500 milhões de euros em juros para manter essa mentira até que não podiam ficar no poder?
Ou serão os 9300 milhões que foram escondidos na PWC, para que a Troika não pudesse reclamar da nossa dívida pública ter subido muito para lá dos limites previstos?
Ou serão os milhares de nomeações para amigos e jovens acabados de terminar cursos universitários para cargos intermédios, onde tem conseguido provocar embaraços terríveis aos líderes das distritais da segurança social?
Ou será por culpa do CIRS ter mais de 1000 buracos que estão a ser corrigidos agora, quando o seu governo ignorou tudo o que lhes diziam e colocavam escolas de condução como despesas de educação "porque o CAE refere que é uma escola"?
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:11

Deixe de ser burro homen. Que juri fala eh eb eh. Sonsinho. O passos ja foi julgado politicamente por nao ter pago impostos e ganhou nao e. Leia todos os comenyarios antes de comecar a discussao do inicio. Esquerdalhada esta que nem le o que se escreve
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:21

O seu parolo prove ai onde foi dito que ia ser devolvida a sobretaxa. Os parolos entenderam isso os oytros entenderam que isso seria possivel no apuramento final das receitas e se houvesse montante para tal. Nunca foi dito com certeza absoluta que isso iria acontecer
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:24

Para o sonsinho que "juri fala" os eleitores que lhe deram a vitoria nas ultimas eleicoes e derrotaram o costa a candidato a primeiro ministro
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De Marco Mendes a 20.02.2016 às 19:51

É o meu nome e exibi-o sem pejo.

E o post é tudo sobre o arranjo parlamentar vigente. É pura e simplesmente sobre direitos, deveres e obrigações constitucionais a que estamos acometidos por vivermos em democracia.

A Ana Nicolau desrespeitou o regimento parlamentar, por isso vai ser julgada. O seu P.M PPC faltou sem escrúpulo a obrigações contributivas transversais a qualquer cidadão. Um ex- P.M prevaricador de obrigações contributivas ou fiscais não é exemplo de rectidão cidadã para ninguém.

O ressabiamento "pafista" é tramado, tresloucado e parcial.

Muita saúde e felicidade para si e para os seus. Quanto à Ana que seja julgada de forma recta e justa.

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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:56

era so para alerta-lo que num meio essencialmente anonimo um nome vale zero, tenhamos fe. quanto ao desejo de que a activista seja julgada de forma rapida e justa, amen, nao desejo outra coisa, e se fosse juiz condenava com uma simples advertencia em relaçao ao lugar escolhido
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De Anónimo a 20.02.2016 às 19:58

numa republica julgam-se as pessoas pelas leis ou eleiçoes nunca por pressupostos morais.
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De Artur Reis a 20.02.2016 às 20:32

Caro Anónimo,

Na história da nossa democracia parlamentar já existiram governos com apoio parlamentar minoritário que governaram, já existiram partidos que se apresentaram a eleições sozinhos e que se coligaram após eleições para, em conjunto, terem maioria parlamentar que não obtiveram nas urnas e já existiram partidos que, tendo perdido as eleições, apresentaram moções de censura e votaram contra governos recém eleitos e os seus programas, embora isso não tenha tido consequências nesses momentos.

Quanto às legitimidades, parece-me que se um conjunto de partidos tem a maioria dos votos dos eleitores tem legitimidade política, expressa por numa maioria (e legitimidade) parlamentar mas é só uma opinião.

Quanto às ditaduras parlamentares e ao que refere, actualmente até temos o contrário, pequenos partidos e facções com influência directa na governação, não?

Fica a minha curiosidade se essa tem sido a sua postura e o seu discurso ao longo dos tempos, desde as maiorias parlamentares nos vários governos PSD e PS também ou se esta sua opinião é mais recente...

Quanto à estratégia do PS pós-eleitoral e ao que isso conduziu (devidamente e legalmente enquadrado), cá estaremos para ver e julgar em futuras eleições, apenas em termos de acção política, como é óbvio.

Mas, voltado ao tópico principal, com todo o respeito, parece-me que a sua justificação é um argumentário à Fátima Felgueiras...

Desde quando um "júri eleitoral" substitui a justiça ou iliba comportamentos ilícitos? E desde quando uma ilegalidade se resolve com um pagamento fora das normas?

É que, se assim for, então mude-se o sistema e as eleições passam também a servir para ilibar quem comete crimes. Ou que, por terem sido eleitos, têm legitimidade e salvo-conduto para cometer crimes. Assim, é tudo transparente e as claras.

Já estou a imaginar uma série de figurões a esfregar as mãos e a dizerem "Porreiro pá"

E, terminando a minha participação neste blog e artigo, fica o aviso para passar a ter cuidado, não vá alguém levá-lo a julgamento por dizer que o Costa é um primeiro-ministro ilegítimo e que se deve demitir por isso...

Cumprimentos
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De Anónimo a 20.02.2016 às 20:55

nao esta enganado, houve governos maioritarios, minoritarios sempre vencedores em eleiçoes, quanto a coligaçoes ou se apresentaram a eleiçoes assim ou depois caso do ps que venceu no tempo do mario soares e se coligou com o psd de mota pinto e fizeram o bloco central mesmo sabendo os eleitores em quem votavam ou votavam num partido que posteriormente pos eleiçoes se coligava para melhor aprovar as leis, mas atençao este partido que nao se apresentava a eleiçoes coligado e se coligava depois era o vencedor dessas eleiçoes mandatado pelo povo para governar nunca o partido derrotado e o programa desse partido derrotado conduzia tendo sido derrotado nas urnas a qualquer governo era sempre o partido que os votantes escolhiam, esta a legitimidade politica direta do eleitorado ao governo vem das urnas, costa tem legitimidade parlamentar devido ao derrube de um governo eleito sem maioria parlamentar, apresentando-se como uma soluçao parlamentar alternativa, quanto a mim nao foi escolhido em eleiçoes para p. m. mas sim o vencedor foi o passos. ninguem disse que e ilegitimo, disse que a legitimidade e parlamentar apos o derrube de um governo eleito pelo voto.
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De Anónimo a 20.02.2016 às 20:58

o "juri eleitoral" nao tem a ver com o que insinua, mas que apesar desse handicap que devia ser muito negativo e penalizar eleitoralmente, ainda ganha as eleiçoes.

quanto a justiça se nao funcionou e um problema da justiça
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De Manuel a 02.03.2016 às 10:47

Não vale a pena explicar o que são legislativas a crianças acabadas de terminar a universidade e que nem sabiam que votavam em deputados... sempre imaginaram que estamos numa ditadura onde o voto só serve para dizer quem ganha, ao estilo das presidenciais.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:13

Oque nao vale a pena e tentar ensinar burros a distorcer resultados eleitorais
A minha ideia de direita e que os resultados eleitorais que dao legitimidade politica. Sao diferentes da legitimidade parlamentar. Nao distorcer a legitimidade eleitoral e politica.
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De s o s a 20.02.2016 às 23:33

Resta : como podemos "avisar " o tribunal que se condenar a Ana, nos voluntariamos para A acompanhar ?
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De marco matias a 21.02.2016 às 16:09

Ela já foi condenada? Não. Ela já foi presa? Não.
Num estado democrático qualquer cidadão pode colocar um processo a outro se achar isso.
Foi o que aconteceu neste caso. Alguém se sentiu insultado e foi para tribunal. Está no seu direito. Cabe ao JUÍZ decidir.
Vocês gostavam é que só se fizesse isso aos que não vos caiem no goto. A DEMOCRACIA seria só para alguns, e não para todos.
Se ela sente que está a ser perseguida, recolha provas e meta um processo a quem a persegue. E deixem-se mas é de tretas e de choraminguices nos jornais. Olhem, vão mas é TRABALHAR!!! Criem empregos...
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De Indignado a 02.03.2016 às 12:20

Enquanto houver gentalha que vive e se alimenta de partidos corruptos e neles vota e uma justiça que permite que os corruptos continuem impunes e os processos prescrevam nos tribunais, os que têm vergonha na cara têm que o demonstrar nas ruas, falta vir para a rua manifestar o desagrado por gentalha a governar-nos e por injustiça nos tribunais.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 15:15

E viva a justica e os governos populares
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De Anónimo a 03.03.2016 às 22:07

"No dia 15 de setembro de 2012 teve lugar a manifestação “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!”, que juntou um milhão de pessoas..." Será que este milhão de pessoas veio para a rua pedir um "governo popular"? Democracia é também saber respeitar a opinião dos outros e não interpretar à nossa maneira só porque sim. Em todas as democracias muito mais avançadas que a portuguesa há manifestações quando é necessário transmitir aos políticos que quando foram eleitos não foi para seguir determinadas políticas que entretanto começaram a seguir.
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De Anónimo a 03.03.2016 às 23:05

tem razao, so nao tem razao em que era preciso tirar o pais da bancarrota em que outros o colocaram. essa medida era injusta e por isso foi denunciada massivamente e revogada. mas o vir para a rua nao e fazer greves com frequencia pensando que se governa por pressao da rua.

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