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Manuel Clemente, diz ter dificuldade em acreditar que o filho de um casal homossexual apreenda o valor da complementaridade entre sexos. Entrevistado pela SIC a poucos dias de ser feito cardeal.

 

Alguém me explica o que tem a ver  complementaridade entre sexos com o assunto? Para dirigente de uma instituição que  insiste em relegar as mulheres a um papel inferior não só dentro da própria instituição igreja como em toda a sociedade, está-me a parecer que Manuel Clemente está longe de poder dar lições sobre a complementaridade entre sexos a alguém.

 

A complementaridade entre sexos ensina-se em casa, como na escola e na vida, não será de certeza por não se viver numa casa onde há um homem e uma mulher que se deixará de aprender, há milhares de exemplos de adultos que se criaram com duas mulheres, dois homens, só uma mulher ou um homem, que são bem criados e bem formados e que o podem atestar.

 

Por outro lado há por aí muita gente que foi criada no âmbito do que a igreja chama uma família normal que não faz  a menor ideia do que isso é... caso contrário a igreja católica já teria percebido que o papel da mulher e do homem na sociedade não é o da menoridade face ao homem e já teria desistido de relegar as mulheres para um lugar secundário... e basta ouvir o que diz Manuel Clemente aqui

 

Jorge soares

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publicado às 21:57

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4 comentários

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De Pedro José a 10.02.2015 às 08:09

Encontrando aqui as palavras que procurava, tomei a liberdade de citá-lo no tópico "A Complementariedade Entre Sexos De D. Manuel Clemente" http://escrevergay.com/2015/02/10/a-complementariedade-entre-sexos-de-d-manuel-clemente/

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De golimix a 10.02.2015 às 22:35

Continua a prevalecer a intolerância e o preconceito.
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De Kasy a 11.02.2015 às 01:46



Desculpe que lhe diga mas isso da menoridade da mulher relativamente ao homem é um mito! Há mulheres medrosas, dispostas a tudo para não perderem o marido ou o amante ou que,m as sustente, e outras que jamais admitiriam que as menorizassem. O mesmo acontece com os homens! Conheci vários, geralmente os que tinham casados com mulheres mais ricas que, porque a fortuna não era deles, aturavam toda a espécie de desfeitas! Tenho em mente um sujeito muito conhecido que me disse há tempos que ele e as duas irmãs estavam a recuperar o pai - já falecido há tempo - dando-lhe o devvido valor e reconhecendo as humilhações que ele sofrera para não desmanchar a família.
Concordo - ao contrário do que dizia um padre que conheci que tinha a mania da castidade e só acompanhava com a mãe para evitar tentações - que a Igreja nãso deve meter-se na intimidade dos casais nem lhe cabe saber se os filhos são melhor educados por dois maricas ou duas lésbicas do que por um animalesco casal de sexos opostos. Isso eram coisas da natureza que não são para on nossos tempos! Uma sociedade de maricas felizes, lésbicas felizes, prostitutas/os felizes, deve ser o objectivo da Igreja. Tudo feliz e tá andar1
É certo que na Idade Média a promiscuidade, tal como a porcaria - as duas coisas andam associadas... - devia grassar. Mas como não existia Mídia tudo se passava em intímos recantos e a história esqueceu-se de mencionar ou não esteve para gastar papel com isso. Pasmo é como uma geração educada na beatice e que se deu a propagá-la com tal enfase se tenha tornado tão modernaça!
O mal de se ser moderno, dizia O. wilde, é que se está sempre a passar de moda... A isto vai seguir-se decerto um qualquer exagero comandado oela biologia, em que todas estas "poses" e conversas se vão tornar compçetamente ridiculas, Vamos ter meninos lindos, inteligentes, loiros, altos, etc. sem que as mulheres tenham que estar ali a fazer ginástica com um homem às cavalitas e não tenham que passar pelos incómodos da gravidez ou do parto. Entre as provetas e umas escravas disponíveis alguém fará isso por elas. E ninguém pensará na "menorização" das barrigas de aluguer porque o que é preciso é tratar do indíce demográfico. Que Deus lhes perdoe! Se for possível...
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De Kok a 12.02.2015 às 11:03

Muito falam, muito apregoam, e no entanto (para a grande maioria) continua vigorando o mesmo preconceito contra tudo porque é como "Deus quer".
E no entanto os pres, bispos, cardeais, etc., também apregoam que esse mesmo Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, e que todos são livres, e que... e que...
É bom que expressem as suas opiniões para que todos (crentes e ateus) saibam como pensem.
Mas não criem guetos segundo as suas opiniões (nem queiram ajudar a criá-los) porque é conhecida a tendência que têm muitos dos "seguidores" das suas opiniões; do que sei (de facto não é muito) Cristo expulsou do templo os vendilhões, não os outros fosem eles o que fossem!
1 abraço pah!

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