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Somos um país bacoco e provinciano

por Jorge Soares, em 07.06.16

descriminação.jpg

 

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""Ao fim de 21 anos em cadeira de rodas senti descriminação. Que sentimento horrível!!!

Nunca pensei passar por isto no meus país em 2016 e numa cidade como Lisboa. Fui sair com um grupo de amigos à discoteca Bosq quando chego a porta vi logo que algo se passava quando vejo os seguranças a segredar.Minutos depois dizem que não posso entrar porque a discoteca não tem rampa nem WC!!!

Pedimos para chamar o gerente mas a pessoa tão cobarde que é nem teve coragem de aparecer. Pedimos livro de reclamações mas como não tínhamos entrado não nos deram o livro felizmente tinha amigas lá dentro que puderam escrever.

Como não saímos da porta o segurança diz o consumo para entrar são 300€!!! milagre ao fim de 30 mts a discoteca já tinha rampa e WC!!! E sim o deficiente se pagar já pode entrar. Já frequentei tantos espaços noturnos sem rampas e WC e nunca mas nunca fui tratado de tal forma é triste ser tratado assim dói muito. Mas não são pessoas assim que me deitam abaixo são pequenas e medíocres e essas sim devem se sentir inferiores . Só espero que um dia elas próprias ou alguém da família ou próximo não passe pelo mesmo. Obrigado a todos os meus amigos que estavam comigo e não posso deixar de referir um segurança que falou comigo e compreendeu a minha revolta mas estava a cumprir ordens!!! A essas pessoas digo eu amo viver e não tenho vergonha de ser deficiente e o que não falta é outros espaços noturnos para me divertir. Nem toda a deficiência é visível que grande verdade!!!"

 

Ricardo Antunes

 

Isto foi a semana passada, na mesma semana em que ficamos a saber que algures no norte de Portugal há um hotel que no seu site pede a homossexuais para não fazerem reserva pois pode ser-lhe "vedada a admissão". Dono disse que ele é que decide "quem inclui e quem exclui"

 

Estamos no século XXI mas pelos vistos há quem continue a viver algures a meio do século passado, podemos pensar que no caso do hotel é provincianismo bacoco, mas a discoteca que discrimina deficientes é em Lisboa. 

 

A verdade é que Portugal continua a ser um pais onde a discriminação e o pré-conceito imperam. A constituição diz que ninguém pode ser excluído ou discriminado com base na orientação sexual, o proprietário do hotel decide fazer tábua rasa da mesma e coloca as suas condições bem à vista no site... será vedada a admissão a "adeptos de futebol; frequentadores/adeptos de festivais de música de verão; gays e lésbicas; consumidores de estupefacientes e quaisquer substâncias psicotrópicas." não serão aceites.

 

Curiosa a parte dos adeptos de futebol.... só o Benfica diz ter seis milhões de adeptos, que ficam a saber que não podem passar férias neste hotel.... depois disto espero bem que não queiram!

 

Quanto ao caso da discoteca,  entendo a indignação do Ricardo Antunes, mas quem não foi alguma vez excluído à porta de uma discoteca? A verdade é que as discotecas sempre discriminaram uma parte enorme da população, todo o mundo sabe qual o papel daqueles senhores grandes e musculados que estão à porta destes estabelecimentos... e em muitos casos estes até são agentes da autoridade que à noite fazem part times.. a garantir que se discrimine a torto e a direito.

 

Também há uma lei que impede que isso aconteça, mas alguém alguma vez ouviu falar que se cumpra? O caso do Ricardo só veio chamar a atenção para algo que sempre aconteceu e não é preciso estar numa cadeira de rodas para se ser dicriminado, basta ter o penteado errado. Nas discotecas e bares deste país a discriminação é um desporto que todos se orgulham de praticar.

 

Queremos ser um país desenvolvido, do primeiro mundo, mas depois temos conhecimento destas coisas e percebemos que falta educação, cultura, civismo, solidariedade.... e sem tudo isto, dificilmente passamos de um país bacoco e provinciano... um atraso de vida.

 

Jorge Soares

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publicado às 22:18

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67 comentários

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De Anónimo a 08.06.2016 às 09:30

no norte existe essa casa de turismo rural privada e nao e um hotel.
Essa e a diferenca

ca estao os temas quentes e escaldantes da esquerdalhada. seria bom que a esquerdalhada educasse a sua fauna que pensa que e tudo dela e so tem direitos e nao deveres, esta sempre que os adeptos de futebol, festivaleiros e demais fauna escaqueiram e destroiem bens publicos e privados assaltando e roubando tudo na sua passagem e assustando incomodando e fazendo com que as outras pessoas nao se sintam bem nem em sossego com essas presencas,fossem obrigados a repor aquilo que os outros destroiem pedindo desculpa aos proprietarios e pagando os estragos.interroguem-se porque os proprietarios preferem deixar de ganhar dinheiro com esses clientes e terem o enxovalho de serem publicitados nos media como descriminadores dessa gente prejudicando assim o proprio negocio. sera o caso? ou compensara ter outro tipo de clientes
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De Jorge Soares a 08.06.2016 às 10:01

Lá está... bacoco e provinciano, para amostra, um botão!

Jorge Soares
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De Anónimo a 08.06.2016 às 10:19

Bacoco e provinciano e quem nao sabe o que e turismo rural e um hotel e acha que uma casa de turismo rural que
tem clientela selecionada de media, alta classe muita dela estrangeira tem que abdicar do seu sossego (porque os putos festivaleiros vindos dos concertos ou outros devido a determinados comportamentos) vem a meio da noite fazer barulho e continuar a festa em casa. Perturbando a paz e sossego. Mas para que explicar isto a esquerdalhada evoluida que acha que so tem direitos e os outros deveres. Podem ladrar a vontade. O unico aspecto em que tem razao e na discoteca. Embora muitos invalidos nao possam dancar devem ter direito ao lazer e diversao
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De Jorge Soares a 08.06.2016 às 10:42

Por acaso reparaste que o que interessa no post não são os putos festivaleiros e os adeptos de futebol... é mais aquela parte de gays e lésbicas, e a discriminação aos deficientes... eu sei que sabes ler, logo, só podes estar a ignorar porque dá jeito... é o que eu digo. bacoco!

Jorge Soares
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De Anónimo a 08.06.2016 às 10:56

Reparei, so que quem falou neles nao fui eu foste tu. Ao falar em futebol. Eu so te alertei para o que fazem esses jovens nas estacoes de servico e en passant em hoteis casas rurais etc. Ja agora para terminar os comportamentos contam e uma casa de turismo rural que deixe contaminar perde todo o bom prestigio com esses grupos. E posso-te esclarecer. conheco quem Herdou uma casa e jamais a alugara a casais com filhos. Pois antes os anteriores proprietarios nao faziam essa distincao e quase ficaram com um albergue tal a destruicao sobretudo feita pelas criancas mas com conhecimento de adultos.as chatices para nao receber nada foram mais que muitas. Eduquem a fauna.
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De XPTO a 08.06.2016 às 13:46

Os seus filhos, eduque-os você!!
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De Anónimo a 08.06.2016 às 18:55

Ja fiz isso e bem.
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De . . . a 08.06.2016 às 11:08

É-se e/ou pode ser-se ou estar-se "diferente" , bêbado , ruidoso , violento , desordeiro , intratável , mimado , irresponsável , infantil . São direitos . - E OS OUTROS , NÃO TEM DIREITOS A NADA ? SÓ DEVERES DE ACEITAR , ATURAR E PAGAR ? . . . ANDA GENTE A VIVER DISSO . . .
- RAIOS OS PARTAM ! ! !
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De Anónimo a 08.06.2016 às 11:30

Sim acho que tem todos direito cumprindo as regras de admissao
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De José Fernando a 08.06.2016 às 11:01

Vou só apelidá-lo de desinformado, para não o chamar de burro.
Uma coisa é a admissão a um espaço, outra completamente diferente são as regras do mesmo espaço. Os direitos que temos dizem que somos todos iguais, daí ser ilegítimo vedar o acesso a quem quer que seja só porque é deficiente, gay, preto, branco, fuma uns charros, và à bola ou vá a festivais. No entanto o que não é ilegítimo, e até é correcto, é definir um conjunto de regras de utilização de um espaço. Tais como:

1- É proibido o consumo de substâncias estupefacientes e psicotrópicas nos espaços da propriedade.
2- É proibido fazer barulho excessivo.
3- Se praticar o coito, não perturbe as outras pessoas e deixe o quarto arrumado e sem nódoas. Se for homem não grunha muito e se for mulher não gema alto.
4- Se vier de um festival limpe bem os pés no tapete de entrada, ninguém gosta de lama no chão.
5- Não temos canais desportivos, mas pode sempre ouvir o relato na rádio. Se o fizer utilizes uns headphones e não festeje os golos da sua equipa de forma efusiva.
6- Se se comportar como um hooligan, seremos obrigados a prendê-lo na cave até que se acalme. (Xibatadas e algemas estão incluídas no preço do quarto).

Ora, isto é um exemplo de regras de utilização (podem parece pervas, mas acho que são legítimas). Não punem à priori e garantem que o estabelecimento funciona correctamente. Acima de tudo, não descriminam nem são de esquerda ou de direita.

O senhor tem aí uns conceitos muito dúbios na sua cabeça. Compreendo que não os perceba, só não compreendo como ainda não se tentou instruir.

É que sabe eu não sou homossexual (mas podia ser), vou a festivais e concertos, gosto de um bom jogo de futebol e de uma boa discussão entre adeptos, ocasionalmente consumo uma ou outra substância controlada e se tiver que sair de casa em lazer prefiro sempre o turismo rural. O melhor de isto tudo é que nunca votei na esquerda. Nem no PS, nem em mais nenhum partido à sua esquerda. Veja só, eu fui das pessoas que elegeu o Cavaco e o Passos Coelho e até venho de uma cidade, algures no interior, que já foi apelidada de Cavaquistão.

Será que também sou esquerdalha? Se calhar não, se calhar só tenho é aquilo que lhe falta... 2 dedos de testa.
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De Makiavel a 08.06.2016 às 11:18

briiiiiiiilhante!
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De Anónimo a 08.06.2016 às 11:23

se o senhor tambem e esquerdalha. estou a ver que sim? porque como o bloguer nao quis saber e explicar as razoes porque uma casa de turismo rural qud nao e um hotel. tem regras que no sentir da esquerdalha sao descriminatoria.
o caso e que o bloguer aproveita um caso de discriminacao por deficiencia fisica mas a sua farpa e um hotel. hotel nao casa de turismo rural, para avancar com os topicos de descriminacao homosexual e outros grupos sem se preocupar minimamente porque e que essa casa faz isso. a casa nao descrimina porque nao gosta dessas pessoas e do dinheiro dessas pessoas, isso ia contra a contituicao mad porque a selecao da sua clientela obedece a regras proprias e que conflituam com esses grupos. portanto se e esquerdalha ou nao e consigo
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De José Fernando a 08.06.2016 às 11:34

Hotel, casa de turismo rural, herdade, parque de campismo, até podia ser um estábulo. É um negócio com a porta aberta ao público, logo não pode descriminar dessa forma.
Se o proprietário quiser manter uma clientela selecta, então que aumente os preços e implemente regras de utilização que o garantam, por exemplo um dress code ou uma caução milionária, isso é legítimo, mais que isso não é.

Estou a ver que além de desinformado, também é cabeça dura. Só atributos...
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De Anónimo a 08.06.2016 às 18:50

bem para quem nao sabe mais ate pode pensar que estamos a falar de hosteis que sao os locais adequados para certas pessoas e guias de turismo gays, a verdade e que nao e so o preço que fixa a seleçao sao tambem regras de admissao.
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De Jorge Soares a 08.06.2016 às 11:36

Obrigado, nada como ter as palavras certas para explicar o óbvio.

Jorge Soares
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De Sr. do Metro a 08.06.2016 às 12:41

Caro Jorge,

Óbviamente tem razão quando separa as regras de admissão das de funcionamento.
Agora, diz o povo e com razão que "casa roubada trancas à porta". E "mais vale prevenir que remediar". E neste caso penso ser justamente isso que se passa. Provavelmente problemas anteriores, que o levam a prevenir. Claro que podem e devem haver regras de funcionamento, mas depois de ter lá as pessoas dentro a fazer barulho ou a estragar já há pouco a fazer.. já incomodou outros hóspedes e terão de chamar a polícia - o que é sempre desagradável.
No caso particular da orientação sexual francamente não entendo e gostava de ouvir uma explicação. Quero acreditar que existe.
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De Makiavel a 08.06.2016 às 11:11

"(...) clientela selecionada de media, alta classe muita dela estrangeira (...)"

Do seu vómito em forma de escrita conclui-se que não há gays estrangeiros nem da classe média alta.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 11:25

Se por acaso sabe ler essa casa tem a preocupacao de excluir essas pessoas
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De XPTO a 08.06.2016 às 13:44

Escreve, escreve, escreve... e não diz nada de jeito.
É só insultos. É fauna, é gentalha, é esquerdalhada e sobretudo muito erro ortográfico...."destroiem"???? Deve ser de Tróia.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 18:58

Pois estava a espera que o. Inteligente fizesse isso, mas nao fez
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De Anónimo a 09.06.2016 às 14:19

Bacoco e gosta de se esconder pois nem se identifica. Mente pequeniiiiina!!!
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De Anónimo a 09.06.2016 às 14:51

E voce e o que? Outro bacoco. Identifique-se para deixar de ser bacoco
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De Isabel Vasconcelos a 08.06.2016 às 13:01

Além de bacoco e provinciano, você é uma BESTA!! Vergonha de partilhar o mesmo país com mentalidades como a sua!
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De Isabel Vasconcelos a 08.06.2016 às 13:03

Referia-me, claro, ao "anónimo" das 8:30!!
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De Anónimo a 08.06.2016 às 18:52

podia dizer que partilho a mesma opiniao mas nao desço tao baixo, mesmo voce tem alguma dignidade e merece respeito.
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De Isabel Vasconcelos a 09.06.2016 às 09:33

Não percebi a sua resposta... Só disse o que pensava dum cretino "anónimo", que debitou uma série de absurdos ao seu post... E eu é que "mereço" da sua parte alguma dignidade e respeito... ok, vá lá entender(vos). Ficamos por aqui, pode ser? Obrigada.
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De Anónimo a 09.06.2016 às 09:37

Eu tambem imaginei que nao percebesse. Por isso comentou o que comentou. Quem assim faz nao entende mais.
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De Marco Antunes a 08.06.2016 às 14:05

O seu comentário denota a sua total ausência de inteligência.

Os comportamentos incorrectos que refere não estão directamente relacionados com opções politicas, sexuais, adeptos de futebol, ou frequentadores de festivais. Atendendo ao termo esquerdalha que usa e à designação de fauna para quem tenha opções politicas de esquerda, e seguindo a sua "inteligência", lembro-lhe que na fauna queque da direitalha , existe quem também tenha os comportamentos incorrectos que refere em nome dos direitos que lhes assistem pelo poder financeiro que possuem ( na sua própria visão do mundo).

Relativamente à educação da fauna, no caso da fauna a que você pertence não há educação que lhe valha, pelo que ... é deixá-la existir em nome do principio biologico da conservação das especies.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 19:24

So posso dizer que com o seu comentario e mais alguns acertei em cheio no que pretendia a fauna sentiu-se tocada
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De Marco Antunes a 27.07.2016 às 00:54

A unica coisa em que acertou foi na evidência da sua estupidez, burrice e na perfeita declaração de falta de intelingência, para além de revelar a total falha de quem o pariu, já que estamos a falar de fauna.
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De RC a 08.06.2016 às 14:07

O senhor é que destruiu completamente a língua Portuguesa. Antes de "abrir" essa boca, pense, reflicta, pense novamente e depois cale-se!

Ignorante!
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De Anónimo a 08.06.2016 às 14:36

Ò anónimo das 09:30, és pouco panasca, és..!
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De Psicogata a 08.06.2016 às 11:14

"podemos pensar que no caso do hotel é provincianismo bacoco, mas a discoteca que discrimina deficientes é em Lisboa. "

Esta frase é tão preconceituosa quanto a política do hotel.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 11:26

Por acaso nao e um hotel
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De Psicogata a 08.06.2016 às 11:39

Referem-se à Casa como hotel, sinceramente não sei que classificação terá, talvez turismo de habitação.
O que me chamou à atenção foi equacionarem como normal este pensamento num local como "provincianismo bacoco" e ficarem alarmados com a discoteca em Lisboa.
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De Jorge Soares a 08.06.2016 às 11:43

Tenho a certeza que percebeu o meu ponto... e já expliquei que o objectivo não era esse, até porque como está à vista no post e nos comentários, provincianos bacocos há em todo o país, não é só no Norte.

Jorge Soares
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De Jorge Soares a 08.06.2016 às 11:41

Por acaso tem razão.... mão era esse o objectivo... mas reconheço que é isso que parece.

Jorge Soares
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De Psicogata a 08.06.2016 às 11:48

Para mim, com todo o respeito pelo Ricardo Antunes, a descriminação na discoteca não me admira porque é recorrente, é algo que é normal, como diz no texto basta um mau penteado para barrar a entrada.
O que é estúpido é que ainda existam lugares de diversão sem acesso a pessoas de mobilidade reduzida, coisas simples que depois dão o exemplo para tudo o resto.

Quanto à Casa, Hotel ou Pousada é realmente grave que tenham esse tipo de informação visível e ainda estejam abertos, não por falta de legislação mas por terem clientes, eu recusava-me a pernoitar nesse espaço.
Mas como nos anúncios estrangeiros não fazem essa menção compreende-se que ainda tenham clientes.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 20:55

"eu recusava-me a pernoitar nesse espaço."

Bingo

Finalmente alguem que percebeu a discussao. E esse o objectivo da nao admissao de certas pessoas, que teimosamente insistem em querer ir onde nao sao bem vindas. Logicamente essas sao a esquerdalha que acha que tem o direito a ser desejada e admitida.e a qualificar de provinciano parolo atrasado quem nao gosta deles

Quanto aos clientes nao se preocupe alguem que seleciona e porque nao precisa de todos para estar de portas abertas
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De Psicogata a 08.06.2016 às 21:01

Falta de compreensão deve ter o anónimo que tem dificuldade em distinguir liberdade e opinião pessoal, um estabelecimento aberto ao público é isso mesmo um estabelecimento aberto ao público sem restrições, se querem ter uma "elite" façam um clube.
Alguém que apelida de esquerdalha toda a gente que tem opinião contrária à sua não precisa de dizer mais nada, o que disse é mais do que suficiente para perceber que tipo de pessoa é.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 22:02

Mas qual liberdade qual opiniao pessoal qual carapuca, pelo seu comentario achei que percebeu que estamos a falar de propriedade privada que embora aberta ao publico tem regras de admissao, e so aceita quem as cumpre, como muitos clubes por esse pais. Mais uma esquerdalhada que acha que tudo esta ao servico da comunidade. Para isso ha os hosteis.
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De Psicogata a 09.06.2016 às 09:19

Argumentar com pessoas como o anónimo é um desperdício de tempo.
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De Anónimo a 09.06.2016 às 09:38

Comentou alguma coisa? Nao sei e porque o fez.
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De Anónimo a 09.06.2016 às 09:42

Estava a falar do que eu comentei ou a pedir a aprovacao da plateia. Os rebanhos costumam ser unidos.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 19:28

Nao era esse o objectivo mas reconheco que parece. Pois e, ate parece a famosa frase " em politica o que parece e" ora bolas.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 11:46

Se fico indignado com o caso da discoteca - e fico mesmo!-, tal não acontece com o caso do hotel/"casa de turismo", ou o que seja.

Um deficiente motor não é deficiente por opção ou por gosto. Aliás, se fosse, o caso seria totalmente diferente.
Já o caso dos P@nascas e do hotel/"casa de turismo" é diferente e eu concordo plenamente. Trata-se de pessoas cujas práticas ou conduta, são voluntárias e simples opções (o homossexualismo e comportamental e não genético). Seja isso uma opção diferente, um desporto ou uma mera diversão, pouco interessa para o caso, pois está dentro das liberdades pessoais. Contudo, ninguém é obrigado a concordar e aceitar. Eu, por exemplo, não concordo e caso do hotel/"casa de turismo", teria feito o mesmo. À liberdade de as pessoas serem coisas há que contrapor a liberdade das pessoas não concordarem que tais praticas comportamentais se desenvolvam nos locais que gerem ou dependem da sua autoridade.
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De José Fernando a 08.06.2016 às 14:37

"o homossexualismo e comportamental e não genético"

O homossexualismo não existe, já a homossexualidade, seja escolha ou não (que ainda não está provado, mas provavelmente virá de factores fora do controlo da pessoa) deve ser aceite.

Uma coisa é não concordar, está no seu direito. Outra é discriminar, isso é bastante grave e deve, como é óbvio, ser evitado e punido.

Pela sua ordem de ideias, já que diz que é uma escolha, então porque é que os donos do hotel/casa de campo/estábulo/pocilga não vedam também a entrada a pessoas de chinelos, ou a pessoas que tenham um smartphone? Andar de chinelos ou ter um smartphone também são escolhas, ou não são?

Como já lhe disse, uma coisa é não concordar, outra é discriminar. Se 2 pessoas são homossexuais, heterossexuais ou preferem cavalos para manter relações íntimas, isso é lá com elas e se eu tenho direito à minha privacidade, e à não discriminação com base na minha orientação sexual (porque sou heterossexual), então todas as outras pessoas, que são iguais a mim (humanas), também têm o mesmo direito.

E é panasca que se escreve, não p@nasca, ou tem tanto preconceito e é tão puritano que nem uma simples palavra é capaz de escrever sem se auto-censurar? Os gays não mordem, e se morderem não transmitem doenças.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 17:39

Se tiver algum cuidado em informar-se correctamente verá, sem grande dificuldade, que é um termo correcto. Aliás, designando uma atitude colectiva (comum a um grupo de atitudes iguais), o sufixo "ismo" é o mais correcto.

"Discriminar" é a pastilha elástica para tentar legitimar o que não é legitimo. Ninguém pode ser obrigado a conviver ou receber em sua casa pessoas cujo comportamento reprova. Só faltava querem obrigar as pessoas a receber bêbados, drogados, desordeiros reconhecidos, terroristas, etc. ... para não descriminar.

Ao contrário do diz, a referida casa, que me parecer ser séria, honesta, decente e bem gerida (embora não conheça), também não aceita:
"adeptos de futebol; frequentadores/adeptos de festivais de música de verão; gays e lésbicas; consumidores de estupefacientes e quaisquer substâncias psicotrópicas"

Também quer que seja obrigada a fazê-lo, para não discriminar?
Com base em quê?...
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De Sophie Soft a 08.06.2016 às 12:47


Bom dia Ricardo,

li o seu post e fiquei de lágrimas nos olhos.
Como é possível haver gente assim? Afinal até tinham rampa e wc ou eu percebi mal? Não frequento discotecas, mas se frequentasse nessa de certeza que não punha mais os pés.
E se já gostava de ler os seus posts agora vou passar a segui-lo e a admirá-lo ainda mais. Que a sua coragem e determinação sirvam de exemplo para muita gente.
Obrigada pela mensagem e parabéns!
Força!
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De afernandes a 08.06.2016 às 13:00

Caro bloguista,
começo por esclarecer que não conheço a discoteca em causa, não sou frequentador de discotecas e das poucas vezes que fui detestei. Não vou, como é óbvio, defender a discoteca, mas não acha que, neste caso, poderão estar em causa também questões de segurança? Imagine que num estabelecimento onde poderiam estar dezenas, talvez centenas de pessoas, com ausência de acessos adequados a cadeiras de rodas (segundo a versão dos empregados), ocorria uma emergência, um incêndio, por exemplo, mas poderia bem ser um sismo. Imagine agora a evacuação do espaço, com dezenas ou centenas de pessoas em pânico, mas com as saídas atravancadas com uma cadeira de rodas (ou várias, para não discriminar ninguém). Poderíamos estar aqui a discutir não a indignação provocada por este caso de discriminação, mas sim a morte de dezenas de pessoas.

Num qualquer edifício público, seja um hospital, uma escola, uma repartição pública, entre outros, as restrições de acesso não devem de todo existir, mas estamos a falar de espaços que deveriam ter eliminado por completo todas as barreiras arquitectónicas, e que, por outro lado, estão sujeitos uma densidade demográfica de utilização incomparavelmente mais baixa.

Compreendo que o caminho da indignação é muito mais "cool" nos "social media" e até dá direito a destaques nos blogs do SAPO, mas pense um pouco no que lhe disse.
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De XPTO a 08.06.2016 às 13:53

Nesse caso então, também não deviam ter mesas e cadeiras porque, em caso de emergência, estas também poderiam igualmente atrapalhar na evacuação de pessoas em pânico....agora pense!
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De afernandes a 08.06.2016 às 16:11

Concordo consigo, a disposição das mesas e cadeiras no espaço devem ter em conta a preservação das vias de saída, no caso de uma emergência. Contudo, penso que não é costume as pessoas saírem da sala com a cadeira ou com a mesa que estão a usar quando são evacuadas de uma sala. As cadeiras de rodas, sim, por isso podem atrapalhar se os acessos não forem pensados para isso.
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De Luis Braga a 08.06.2016 às 15:45

Ao ler certos comentários, chegamos à conclusão que pessoas em cadeiras de rodas passam a ser cidadãos de segunda!

Mas esperem lá....continuam ter direito a voto, continuam a pagar impostos, etc....mas isso é igual ao cidadão comum!

Acho que a "sociedade" é que tem de se adaptar a infelicidade de alguns cidadãos ficarem numa cadeira de rodas, e não ao contrario.
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De afernandes a 08.06.2016 às 16:37

Por favor não deturpe o que eu disse. A questão fundamental não é considerar algumas pessoas de primeira e outras de segunda, como é evidente. O que está em causa é que as dificuldades de moblidade de uma pessoa em cadeira de rodas podem, no caso de emergência, pôr em risco a sua própria segurança e de outros utentes do espaço, por dificultarem a evacuação, caso as condições dos acessos e a densidade de utlizadores seja desfavorável. Apenas isto. O problema não advém da pessoa ser portadora de deficiência mas da sua fraca mobilidade. As mesmas restrições aplicam-se (noutras situações, não no caso das discotecas) a outros grupos de pessoas como idosos, crianças, portadores de malas ou mochilas, etc.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 19:08

Pessoas em cadeiras de rodas ou invalidos, nao sao cidadaos de segunda, mas em caso de emergencia podem ser um problema na evacuacao de um local publico e fechado, por isso a sua admissao deve ser pensada a obrigacao de ter certas regras de seguranca.
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De cv a 08.06.2016 às 14:17

Tudo isto é triste tudo isto é fado..
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De Para o Anonimo a 08.06.2016 às 15:24

Para o Sr. Anónimo:

Só tenho a dizer o seguinte:

Você ou é militante do PNR ou então tem mesmo falta de inteligência!!!

Ser facsista no sec XXI é algo de muito mau. Ser de "direita" radical que se acha um ser humano superior aos outros, era no tempo do nazismo e ditaduras tipo salazar...etc.

No seu ponto de vista deveria-se separa Portugal em 2 metades:

1ª metade, Uma elite capitalista com o lema "Deus Pátria e Familia"

2ª metade, pobres e escravos da elite capitalista, que só servem para fazer o trabalho pesado em troca de uma tijela de sopa, e são considerados cidadãos de segunda.
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De Anónimo a 08.06.2016 às 19:15

Como explicar a estas mentes evoluidas que acham que e tudo igual, ha muitos locais onde muitos nao podem entrar e nao e descriminacao nenhuma, mas regras de admissao de selecao de clientela. Custa a entender que haja locais que nao querem pessoas que incomodem, se droguem, tenham comportamentos que outros nao gostam e os donos do local nao queiram essas pessoas que contribuem para o afastamento das outras. Pois e quando perceberem isto, perceberam tudo.
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De Anooonimo a 08.06.2016 às 20:09

Bom mesmo é em Cuba, onde não há Capitalismo "Opressor" e o povo trabalha por migalhas (25 dolares por mes), para sustentar a família Castro, não é?
Que libertador que é o Socialismo..
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De Para os Anonimos a 09.06.2016 às 08:52

Belo exemplo...até admira não falares na Coreia do Norte!!!

Enfim.

Ninguém está a dizer que vamos atrás do Socialismo nem algo parecido.

Vamos sim dar as mesmas oportunidades a todos os cidadãos independentemente da sua classe social, etnia, religião, orientação sexual, deficiência, etc.
Acho que é para isso que serve um país democrático.

Em relação ao caso especifico, acho que existem muitas lacunas na lei, o que fazem com que as pessoas com dificuldades motoras se sintam postas de lado.

Acho que qualquer serviço publico e espaços comerciais, deveriam ser obrigados a terem os espaços adequados a pessoas com dificuldades motoras.

As discotecas acho que só teriam a ganhar em terem espaços adequados a pessoas com dificuldades motoras.
Mas normalmente arranjam um barraco qualquer, metem musica alta, luzes negras, e pronto, temos uma discoteca.
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De Maribel Maia a 08.06.2016 às 16:41

É de lamentar que, após anos de evolução, algumas pessoas continuem tão 'lá atrás' no tempo...
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De Anónimo a 08.06.2016 às 19:16

E outras tao la a frente que andam perdidas
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De Anooonimo a 08.06.2016 às 20:06

Bacoco e Provinciano é quem não entende o conceito de "propriedade privada".

Se ele quiser só alugar quartos a anões, com mais de 70 anos que estejam acompanhados com os pais, que o faça. O problema é dele.

Não gosta? Não vá ao tal Hotel. É assim tão difícil?
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De Carlos Afonso da Silva a 09.06.2016 às 01:19

Eu sou benfiquista e penso que temos de ir lá ao norte dar ao lagarto do hotel um par de estalos pq quem é contra o benfica é contra Portugal!

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