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Paridade...e em casa não?

 

O post que mais sucesso teve neste blog foi um que tinha como titulo Vá lá senhoras digam da vossa  justiça foi o post que teve mais comentários se exceptuarmos o das maminhas ... mas esse não conta porque teve direito a destaque.

 

Na altura comentou-se aqui o facto de os homens ajudarem ou não na cozinha.. e o tema deu pano para mangas. Hoje lembrei-me desse post, com o aproximar das eleições o tema da paridade nas listas eleitorais está a vir ao de cima, para além desta noticia do publico que mostra bem o tipo de democracia que se vive na Madeira.... Inqualificável, chamou-me a atenção uma outra noticia, esta vez no SOL.

 

Eu acho esta historia da paridade uma parvoíce, vivemos numa sociedade o suficientemente desenvolvida e madura como para que as pessoas se distingam pelos seus méritos e isso é válido para homens e mulheres. Tentar impor regras que digam que deve haver percentagens de mulheres é aceitar que elas são umas coitadinhas que não conseguem lá chegar pelos seus méritos...e isso não é verdade.

 

Mas o que me chamou verdadeiramente a atenção na noticia foi o seguinte:

 

"Para a deputada democrata-cristã (Teresa Caeiro), bancada que votou contra, tal como o PSD, PCP e PEV a lei da paridade em 2006, o acesso das mulheres à tomada de decisão faz-se em primeiro lugar através da criação de condições para a conciliação da vida familiar e profissional."

 

Desculpem lá, o que é que isto significa? porque é que devem ser criadas condições de vida familiar especiais para as mulheres? Isto não é aceitar que existem papeis diferentes para os homens e as mulheres na vida familiar? As condições de conciliação da vida familiar que existem para o homem não servem para a mulher?...alguém me explica?

 

Minhas senhoras, digam da vossa justiça, vocês acham que é necessária a criação de condições especiais de conciliação da vida familiar para que possam ter vida profissional? E porque é que simplesmente as pessoas não partilham a vida familiar de modo a conciliar as duas carreiras e não só a do homem?

 

Estou a ser lírico?

 

Jorge Soares

PS:Escolhi a imagem porque eu acho que a paridade deve começar por casa na distribuição das tarefas.... e não, não é só na cozinha

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publicado às 21:34


23 comentários

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De António Manuel Dias a 22.04.2009 às 00:14

"Tentar impor regras que digam que deve haver percentagens de mulheres é aceitar que elas são umas coitadinhas que não conseguem lá chegar pelos seus méritos...e isso não é verdade."

O problema é que uma mulher tem normalmente de ter muito mais mérito que seria necessário a um homem para chegar ao mesmo lugar. É difícil uma classe ou um grupo, seja ele qual for, abdicar de uma posição de poder, seja ela qual for. Isso só se consegue, habitualmente, pela força. É isso que são as quotas: um instrumento para mudar, pela força, uma relação de poder.
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De Jorge Soares a 27.04.2009 às 18:46

Olá Antonio

Talvez, mas depende muito da forma como as regras sejam feitas e aplicadas .... muito mais importante que fazer leis e definir cotas, e educarmos a sociedade para que olhe para as mulheres de outro modo... com outros olhos.

Abraco
Jorge
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De Margarida a 22.04.2009 às 04:20

Ola',

Concordo com tudo o que o Antonio disse, e acrescento que em relacao 'a conciliacao da vida profissional com a vida pessoal, ainda hoje em Portugal a grande maioria das amigas que tenho faz muito mais trabalho domestico, trabalho invisivel (ver a roupa dos miudos esta' decente, ainda serve, etc, trabalho que implica estar atenta as criancas) e toma mais conta dos filhos do que os caras metade, que frequentemente vem para casa descansar e ajudam tao pouco que faz impressao...
As mulheres sao MUITO mais sacrificadas que os homens no dia a dia, e numa sociedade latina, machista entao.... nem fale a pena falar!!!

E sim, se nao houver um esforco para equilibrar as coisas, nao ficaram equilibradas NUNCA.

So' a minha opiniao.

Beijinhos
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De Jorge Soares a 27.04.2009 às 18:48

Ola

E isso não será ' em grande parte culpa delas?

Nao haverá ' forma de que elas mesmas façam com que as coisas não sejam assim?

Eu acho que a maior parte da culpa e delas, porque não se esforçam para mudar as coisas, simplesmente aceitam que elas sao assim

Jorge
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De Nádia a 22.04.2009 às 09:03

Olá a todos! Achei interessante esta discussão e não pude deixar de dar a minha opinião. Sou mãe de 2 lindas crianças, de 10 e 3 anos de idade, sou mulher numa relação em que acredito e que dura há 15 anos, sou gestora numa empresa numa área de inovação já lá vão 10 anos e sou eu mesma há 31 anos! Sou uma mulher de papéis e de entregas! Sou contra a rotina mas a favor da sistematização! Gosto de ser eu própria, adoro o meu papel de educadora e de amiga dos meus filhos, adoro investir na minha relação, gosto da área em que trabalho e de todos os dias achar que posso progredir cada vez mais. Sou uma mulher de convicções e de metas. Tenho uma vida profissional muito activa, que me obriga muitas vezes a estar fora do país, não tenho empregada doméstica nem baby sitter para os meus filhos! Lá em casa cada um de nós sabe o que há para fazer e que papel tem de assumir para que cada um de nós possa ser mais do que aquele que limpa, que organiza a casa ou aquele que tem uma profissão! Não me considero com mais ou menos oportunidades por ser mulher, mais ou menos gestora por ser mulher ou mais ou menos dona de casa do que o meu marido! Acho que sou o que sou e que tenho a vida que tenho pela minha atitude! Mesmo quando tenho poucas horas de sono porque em casa um dos meus filhos está doente no outro dia dedico-me à minha actividade profissional! Certo é que o meu marido também, de certeza, não dormiu a noite toda! Façam por vocês mesmos e não estejam à espera que uma ideologia dos temps remotos vos salve a vida!
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De Jorge Soares a 27.04.2009 às 18:50

Ora, aqui esta alguem que fez com que as coisas sejam diferentes.

Gostei.
Jorge
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De Sandra Cunha a 22.04.2009 às 10:31

Sim Jorge , estás a ser lírico E não podes medir a realidade pela teu exemplo pessoal. Tu e a forma como a tua família funciona nestas questões, são uma minoria.

Os estudos provam-no. As ideias são muito vanguardistas, muito modernas, muito 'sim senhor, partilha de tarefas é que é', mas as práticas mostram o contrário. Independentemente (com algumas ressalvas) da escolaridade, idade, estatuto socioeconómico .

E não, não vivemos numa sociedade suficientemente madura e desenvolvida e matéria. Nem nesta questão nem em muitas outras.

Tu conheces-me. Penso que sabes que me tenho esforçado tremendamente durante uma porrada de anos para avançar academicamente e a última coisa que eu queria era ser colocada fosse onde fosse sem ser por mérito (tens aliás uma em casa, portanto deves compreender o esforço que isto implica!).

Mas nesta sociedade, imatura e subdesenvolvida (em muitos aspectos) certos lugares, posições, estatutos só são partilhados de forma equitativa entre homens e mulheres se for à força! Tal como a escravatura teve de acabar à força. Tal como todas as relações de poder só conseguem acabar pela força (força não no sentido de violência, claro), porque quem detém o poder não abdicará dele voluntariamente!

As quotas são necessárias não para as coitadinhas das mulheres, mas para os coitadinhos dos homens que não conseguem dar esse passo sozinho. E também não é justo que uma mulher para chegar ao lugar onde está um homem se tenha de esforçar 40 vezes mais e provar o seu mérito 50 vezes mais. Porque isso é o que acontece actualmente! E tenho suficiente confiança nos méritos das mulheres (como dos homens) para saber que mesmo que ocupem lugares pela força cedo provarão que os merecem por mérito.

Em relação à criação de condições de conciliação trabalho-família , é porque de facto, as condições não são as mesmas para homens e mulheres!! As mulheres trabalham o mesmo (ou por vezes mais horas que os homens) e chegam a casa e ainda levam o puto o dentista, fazem o jantar, deitam os filhos, arrumam a cozinha, engomam a roupa, etc , etc , enquanto o homem mesmo que não fique sentado no sofá, pode ir à reunião do partido, fazer campanha, dedicar-se ao que bem entender.

Quando se fala de condições para a conciliação trabalho-família, fala-se no fundo também, de igualizar uma relação e uma situação que é ainda, muito desigual!

O funcionamento da vossa família, Jorge, é uma raridade (ainda que muitos dos vossos amigos funcionem da mesma forma). Não é a norma. Não podes olhar só para o teu umbigo :)

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De Jorge Soares a 22.04.2009 às 11:21

Shiiii.. irritei a Sandra

Sandra, tudo o que dizes é verdade, mas o meu ponto não é esse.

Eu acho que não é com leis que definem paridades que se vai lá, e muito menos se depois temos senhoras deputadas que dizem que é necessário criar normas para que as mulheres possam continuar a ter que fazer tudo isso que referes em casa e também consigam ter carreira.

O problema está nas mentalidades e não é com leis que se mudam mentalidades. As mentalidades mudam-se em casa, mudam-se educando os nossos filhos, e mudam-se principalmente não aceitando as situações.

Quando fiz o post sobre a licença parental, referi uma reportagem que a jornalista Sonia Morais Santos fez em que dizia que era necessário fazer as empresas mudarem, que era necessario fazer com que as coisas mudassem, quando eu perguntei se a Sonia Morais Santos mulher, que por acaso está grávida, ia partilhar a licença, ela respondeu.me que não, porque a empresa onde trabalha o marido nmão vai nessas coisas. Qual é a diferença da Sonia Morais Santos Jornalista para a Sonia Morais Santos Mulher?... uma sabe o que é necessario fazer e advoga por isso, a outra não é capaz de o fazer, apesar de no seu papel de Jornalista advogar por isso.Não é isto um problema de mentalidades? É com uma lei que vamos mudar isto?

Quem vai dizer ao Alberto João na Madeira que o que está a fazer é uma ilmoralidade?

Não Sandra, a lei da paridade não serve para nada, porque o problema está na cabecinha das pessoas, na dos homens e na das mulheres que continuam a aceitar que estas coisas aconteçam.. e não há quotas que entrem em algumas cabeças.

O que devemos fazer não é criar leis, ou tentar conciliar a vida familiar das mulehres.. o que é necessario fazer é educar!

Jorge





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De Sandra Cunha a 22.04.2009 às 11:44

Jorge,

Percebo o que dizes e sou a primeira a concordar que é necessário educar para mudar mentalidades.

Só continuo a dizer que só com a educação não vai lá. Tem que ser algo compulsivo, obrigatório. e ao mesmo tempo, ir educando.

Se estivéssemos à espera que a escravatura acabasse (e ainda não acabou) educando as pessoas, ainda hoje viveríamos essa vergonha. Se não tivesse sido instituído o sufrágio universal à força, ainda hoje muitos cidadãos (as mulheres entre eles) não poderiam votar.

A educação é a base de tudo. Concordo absolutamente. Mas quando se trata de situações e relações de poder, não chega. Está mais que provado pela experiência acumulada de séculos de história!! Não percebo a dificuldade em ver isso.

Tem que se ir educando sempre e faz parte das nossas responsabilidades (daqueles que já estão um passo à frente) educar, sensibilizar e tentar mudar mentalidades. Mas o ser humano tal como tem uma incrível capacidade de adaptação também tem uma incrível capacidade de resistência à mudança.

E certas coisas têm mesmo de ser à força. E mesmo assim, vai ser difícil instituir e mudar as coisas... mas já é um grande empurrão. Um empurrão à educação.

Daí eles agora terem dado um mês a mais na licença parental que se perde se a licença não for partilhada. Já perceberam que mesmo entre pessoas 'educadas' a coisa não vai lá se não for à força. E só quando for mesmo obrigatório o homem partilhar a licença (em partes iguais com a mulher) é que estes o farão.

E as políticas de conciliação trabalho-vida familiar não são só para as mulheres. São para todos. A licença parental é por exemplo uma dessas medidas. O passo que falta, por exemplo nesta medida é fazer com que a partilha seja obrigatória. Estás a perceber mal a coisa. Não é dar mais condições às mulheres para que consigam mais facilmente acumular as funções e manter as funções de profissional e mãe de família. É dar condições iguais aos dois!! Nem que tenha que ser obrigatório.

Fala-se mais nas mulheres quando se fala de conciliação trabalho-vida familiar porque são elas que estão em desvantagem. É como alargar os direitos de cidadania a estrangeiros ou a certas minorias... trata-se não de dar mais condições a um grupo, mas sim de igualizá-las.

Não sei se me consigo fazer entender. Mas tenho carradas de referências sobre políticas e medidas e estudos empíricos sobre conciliação trabalho-vida familiar. Assim que tiver tempo, compilo-as e dou-te.

Beijos

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De Ribatejana a 22.04.2009 às 11:42

A mim parece-me algo de resposta fácil. A sociedade portuguesa é muito machista ainda e homens como tu são uma excepção. É triste, mas é a verdade. A palavra "ajuda" já diz tudo. O homem ajuda porquê? Eu acho que é mais "partilha" das "tarefas e deveres" domésticos. De resto concordo plenamente que criar condições especiais para as mulheres é assumir que estão em posição inferior. Em certos campos acho que não faz sentido nenhum, mas noutros concordo. Porquê? Porque o que em muitos países é uma opção, no nosso é uma forma de sobrevivência. E a mulher portuguesa acumula uma série de tarefas que não se vê em muitos outros países desenvolvidos. Muito porque as tarefas domésticas e a educação dos filhos ainda é tarefa quase exclusiva dela, na maioria das casas portuguesas. Em países com a Alemanha, o homem assume e abraça as tarefas familiares e a educação dos filhos com a maior naturalidade. A mulher sai, distrai-se, mantém uma vida social activa, muitas vezes o marido fica em casa sem traumas, cuida dos filhos como compete a qualquer pai. Em Portugal isso é quase uma raridade. É mesmo um problema de cultura, mentalidade e educação (falta dela, neste caso). Os culpados quem são? todos. A sociedade e a família.
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De Jorge Soares a 27.04.2009 às 18:55

Ola

Talvez porque nesses paises a mulher nao aceita de forma pacifica o seu papel secundario na vida... nao sera?

Sim, a culpa e' da sociedade, e tera que passar pela educacao e pela mudanca de mentalidades, sem duvida.

Jorge
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De Maria a 22.04.2009 às 13:01

Oh Jorge está a ser tão lírico! A sério! Nem todos os homens são como o Jorge e nem todas as relações são como a sua.

É fundamental que se criem condições para a conciliação da vida familiar e profissional... claro que isto não é fácil e passa, essencialmente, pela mudança de mentalidades. Enquanto isso não acontece é necessário criar políticas que promovam essa igualdade. E poucas pessoas saberão que a lei da paridade não fala em específico no sexo feminino. Penso que o que diz é que nenhum dos sexos pode ter uma representação inferior a 30% (ou coisa que o valha). Penso que esta lei acaba por ser um mal necessário.
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De Jorge Soares a 28.04.2009 às 00:08

Olá

Se calhar serei lírico, mas no fundo estamos de acordo, é um problema de mentalidade e isso não se resolve por decreto.

Eu acho que nisto tudo uma grande parte da culpa é das mulheres que não conseguem impor as suas ideias, não conseguem educar os maridos e depois os filhos seguem o exemplo dos pais.... e de novo isso não se muda por decreto.

Criar condições para que as mulheres consigam conciliar a vida familiar e a profissional é o mesmo que dizer que tudo vai seguir igual mas que as mulheres vão ter uma condições especiais.... não é por ai que a coisa deve ir...

Jorge
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De consegui a 22.04.2009 às 14:24

Sr. Jorge : Picou o mulherio todo; tá tudo cheio de inveja com pena de não terem em casa um eximio cozinheiro ( eu tou incluida no rol) entre outras virtudes do Sr. Anfitrião.

Quanto á conciliação da vida profissional e familiar; tudo é possivel desde que aja muita vontade e algum espirito de sacrificio de ambas as partes ( se o Work deixar) para poderem por a coisa a funcionar na prática.
Teoria há muita mas, simplesmente não funciona.
Já agora responde-me a uma coisa trivial - tens ideia quantos homens faltaram ao work ou a reuniões vip para irem tratar de assuntos dos filhos ou coisa do género?

Excelente post Mr. Picanço.



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De Jorge Soares a 28.04.2009 às 00:12

Olá

Hummm... mais um bocadinho e coloco os meus serviços de amo de casa à venda :-)

Mas tocaste um ponto forte, a conciliação é possível se ambos tiverem vontade.... funciona na teoria e na prática... vai por mim.

Quanto à tua pergunta.... bom, se não há mais é porque as mulheres se sacrificam sempre...se não o fizessem, se calhar havia mais...

Hummm, depois de ler estes comentários, começo a achar que sou mais feminista que a maioria das mulheres...

Beijinho
Jorge
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De S. a 22.04.2009 às 16:51

Olá Jorge,

Não estás de modo algum a ser lírico!!! Antes pelo contrário. Concordo plenamente com a partilha de tarefas por parte do casal ou até mesmo com a partilha de tarefas por parte de todos os elementos da família! Sim porque não deve ser apenas a Mãe /esposa a única responsável pelos "encargos" do lar, todos podem ajudar e devem fazê-lo... Até no q toca a tomar conta dos miúdos , devem ser criadas condições para q os dois elementos do casal se possam responsabilizar e ocupar com isso, ou seja, na é serem criadas apenas as condições para q a Mãe o faca... mas sim tb o pai! Pois até em termos profissionais pode ter a parte feminina mais "interesse" e hipóteses de seguir carreira e singrar profissionalmente do que o homem. Ou estarei a ver as coisas de forma errada? Penso que não... conheço até casos que após a licença de maternidade (no país onde vivo tem a duração de 3 anos!) ou melhor no caso de licença de maternidade, tenha ficado o Pai em casa com a criança e a Mãe seguiu a sua carreira profissional e voltou a trabalhar :)

Resumidamente, o que eu queria dizer com isto tudo, na minha opinião os tempos da Fada/escrava-do-lar já eram, hoje em dia em que se defendem tanto os direitos de igualdade... temos é que todos interajudar e participar, seja lá Homem ou Mulher! O q tem q haver é respeito e interajuda mútua!!

Parabéns pelo Blog!! E já agora, quando comentas o meu? ;)

sara-boulevardofbrokendreams.blogspot.com
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De Jorge Soares a 28.04.2009 às 00:17

Olá Sara

Exactamente, eu não o diria melhor.... devem ser criadas condições para que ambos possam partilhar a vida familiar e ambos possam ter carreiras.... nem mais.

Já lá fui e já comentei :-)

Jorge
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De Paola a 22.04.2009 às 18:19

Sem me meter muito por aí a abaixo, digo que, em minha opinião, estamos a viver os dois lados da moeda... Uma coisa é tudo o que se prende com a legislação, com os dias da mulher, da mãe... Tretas!!! Concordo que seja uma forma mascarada de descriminar a mulher... Não preciso, não quero, isso para ser o que sou. Outra coisa, é a educação, as mentalidades... E somos, na verdade, o que somos! A descriminação é feita no seio das próprias famílias... que continuam a educar os rapazes e as raparigas de maneira diferente.. Mesmo muitas mulheres continuam, na prática, a considerar que o homem não deve fazer isto ou aquilo, mas que pode sei lá o quê... Há mulheres tão machistas, quanto há homens... E este aspecto levará anos, muitos anos a ser mudado... é uma transformação muito lenta... Então, mesmo discordando, há que haver leis que obriguem!
Tu, meu amigo, fazes parte de um grupo de homens que já mudaram, que vão mudando... só que são minoria!
Não é lirismo acreditar em princípios, é dessa atitude que surge a mudança... nas sociedades há sempre motores da mudança...agora , não queiras que a maioria assim seja, porque não é.

Beijinhos
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De Jorge Soares a 28.04.2009 às 00:20

Olá

É precisamente esse o meu ponto, há muito para mudar..mas se calhar o primeiro a ser mudado é a mentalidade feminina.

Beijinho
Jorge
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De Pedro Oliveira a 23.04.2009 às 14:26

Adoro as mulheres todas, pois todas têm algo de especial, e a lei da paridade é uma estupidez,como é uma estupidez elas não estarem na politica de forma massiva.Fica o desafio ás tuas fieis leitoras, façam politica e vão ver o prazer que vão ter.Mandar nos homens é um atributo natural, não estarem na politia é "contra natura".
beijos a todas vós.
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De Jorge Soares a 28.04.2009 às 00:21

Olá Pedro..

Fica o desafio e a mensagem

Abraço
Jorge

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