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Chegou o frio... Coelho com cogumelos frescos!

por Jorge Soares, em 17.11.07

Chegou o frio

a manhã foi morna, não foi fácil carregar os 100 quilos de lenha para o segundo andar

a tarde fria, o  vento gelado

a noite à volta da lareira, finalmente acesa, foi morna.

o coelho estava uma delicia, o vinho tinto ajudou.

Noite de futebol... gelado, apesar da vitória de Portugal.

 

Fiz o jantar, coelho com cogumelos frescos e vinho branco.

 

Ingredientes

 

1 Coelho

100 Gramas de cogumelos frescos

Bacon cortado em bocadinhos

Chouriço

Alhos

1 Colher de farinha

Azeite

1 Caldo Knorr

Ervas aromáticas

Pimenta

2 Copos de vinho Branco

 

À hora do almoço coloque o coelho a marinar no vinho branco (o meu estava congelado, portanto foi à hora do almoço que o deixei  a descongelar no vinho) deixe marinar umas 4 ou cinco horas

 

Corte o coelho em pedaços, e coloque numa panela juntamente com o bacon, o chouriço, as ervas, os alhos picados e o azeite, deixe alourar, polvilhe com a farinha. Quando estiver bem alourado junte o vinho da marinada, a pimenta e o caldo knorr.  Deixe ferver e baixe o fogão para o mínimo, deixe cozer uma hora.

 

Junte os cogumelos e deixe cozer mais 5 a 10 minutos.

Sirva com arroz branco........ ou com o que preferir.

 

Bom apetite

Jorge

 

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publicado às 23:07

Há coisas que não mudam - Mafalda

por Jorge Soares, em 14.11.07

 

O Quino, algures nos anos 70 desenhou isto, há coisa que não envelhecem ao mesmo ritmo que nós, pelo contrario, vão ficando cada vez mais actuais......agora até há um concurso em que ganha quem conseguir saber mais que uma criança de 10 anos......

 

Mafalda

 

Jorge

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publicado às 22:03

Quando tudo o que pode correr mal...corre mesmo

por Jorge Soares, em 13.11.07

Lei de Murphy numero 4

 

Se há possibilidade de várias coisas correrem mal, todas correm mal - ou a que causar mais prejuizo.

 

Hoje foi sem duvida um dos dias menos produtivos de sempre.....

 

 

 Bom podia ser pior........!

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publicado às 22:33

O pajem e El Rey

por Jorge Soares, em 11.11.07

Um dos assuntos deste fim-de-semana foi o "E porque no te callas?" do Rei Juan Carlos ao presidente da Venezuela, Hugo Chavez.

 

Antes de mais, eu vivi 10 anos na Venezuela na era pré Hugo Chavez, eu vivi na Venezuela quando por cada litro de leite que se comprava, o estado pagava três à empresa produtora, por cada bilhete de autocarro o estado pagava três à empesa de transportes, era uma economia subsidiada em que não havia inflação e era tudo baratíssimo.

 

Por outro lado, era um estado em que a corrupção era lei, não se pagavam multas, não se pagavam impostos e não se fazia absolutamente nada, desde tirar o bilhete de identidade a fazer qualquer negócio, sem untar as mãos a alguém.

 

Esta situação manteve-se assim durante muitos anos até que um dia o baixo preço de petróleo, a corrupção generalizada e a situação mundial fizeram com que as reservas do estado não fossem suficientes para continuar a manter uma economia artificial e então foi o caos. Sem os subsídios do estado o povo teve que passar a pagar os verdadeiros preços pelas coisas e a inflação galopante levou o pouco que restava da economia.

 

Esta situação manteve-se durante 15 anos até que o povo se fartou, decidiu deixar de apostar nos mesmos de sempre e optou por mudar, foi aí que apareceu alguém que soube falar ao povo, aos pobres que são a maioria da população. Nessa altura eu já não vivia lá, mas se vivesse, de certeza que votaria nele, porque simplesmente o país não podia continuar a ser governado pelos mesmos de sempre, os que tinham levado o país até aquela situação.

 

Eu acho o Hugo Chavez um demagogo, um homem sem qualquer sentido de estado, e não acho que seja capaz de tirar o país do enorme buraco donde ele se encontra, mas a verdade é que ele foi eleito em 3 ou 4 eleições, em dois referendos e com percentagens acima de 70% dos votos.

 

Já vi escrito várias vezes e já ouvi várias vezes a palavra ditador, e hoje inclusive li algures a palavra tirano, como é que alguém que é eleito democraticamente, em eleições livres e vigiadas por instituições internacionais pode ser chamado de ditador?    .....Não Pode!

 

O triste episódio que aconteceu ontem no Chile foi o resultado da falta de sentido de estado do Hugo Chavez, também não me parece que chamar fascista a um ex-primeiro ministro Espanhol seja precisamente uma coisa inteligente, mas o Rei de Espanha é um homem educado, que tem sentido de estado e que não pode descer ao nível do Hugo Chavez, porque nesse caso fica tão mal na fotografia como ele.

 

No meio disto tudo, não sei quem ficou com o papel do rei e quem ficou com o do Pajem.

Jorge

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publicado às 22:51

A Inocência é o preço a pagar por vivermos.

por Jorge Soares, em 10.11.07

Todos nós vamos perdendo a inocência à medida que vamos ganhando a vida, quase que poderiamos dizer que a inocência é o preço a pagar por vivermos.

 

Esta musica faz parte de uma outra vida, de um outro tempo, num outro lugar,

.......sabem uma coisa, ao contrario do que diz o Silvio Rodriguez, todos nós temos muitos unicornios azuis, à medida que vamos perdendo uns, vamos ganhando outros, ....

 

A vida é um constante renovar de sonhos, quando um vai, outro vem!

 

Silvio Rodriguez - Mi Unicornio azul

Mi unicornio azul ayer se me perdió
pastando lo dejé y desapareció
cualquier información bien la voy a pagar
las flores que dejó, no me han querido hablar.

 

Mi unicornio azul ayer se me perdió
no sé si se me fue, no sé si se extravió
y yo no tengo más que un unicornio azul
si alguien sabe de él, le ruego información
cien mil o un millón yo pagaré
mi unicornio azul, se me ha perdido ayer
se fue...

 

Mi unicornio y yo hicimos amistad
un poco con amor, un poco con verdad
con su cuerno de añil pescaba una canción
saberla compartir era su vocación.

 

Mi unicornio azul ayer se me perdió
y puede parecer acaso una obsesión
pero no tengo más que un unicornio azul
y aunque tuviera dos yo solo quiero aquel
cualquier información la pagaré
mi unicornio azul se me ha perdido ayer
se fue...

Silvio Rodriguez

 

 

 Jorge

 

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publicado às 00:52

O que é o Jantar?

por Jorge Soares, em 07.11.07

Não tinha contado qual o motivo do nome do Blog, bom, hoje proporciona-se. Acho que todos temos de vez em quando um daqueles dias em que chegamos a casa ao fim do dia cansados, sem paciencia , sem pachorra, normalmente nesses dias há mais alguém que também está no mesmo estado que nós e o dialogo sobre o que se vai cozinhar para o jantar costuma ser mais ou menos assim:

 

-O que vamos jantar?

-Não sei, qualquer coisa?

-Qualquer coisa como?, o que é que te apetece?

-Nada de especial, decide tu!

-Euuuuuu?, porque eu?

-Porque sim, para mim qualquer coisa serve!

-Será que não podes decidir tu?, tenho que ser sempre eu porquê?

 

Evidentemente isto é uma conversa de surdos, que termina sempre com um ou os dois intervenientes na conversa irritados e sabe-se lá o quê para jantar.

 

Bom, hoje não foi assim, eu estava em casa, toca o telemóvel , a após um bocado:

-O que vamos jantar - pergunto eu.

-Não sei, estou desconsolada!

-Então?, o que é que te apetece?

-Não sei, decide tu!.

-Ok

 

Raios, o que é que vou fazer?, nessa altura lembrei-me que tinha um saco de amêndoas e um frango, logo, frango com amêndoas .... Como nunca tinha feito tal coisa,  vou à internet, como é que vivíamos antes do google?, e sai receita de frango com amêndoas. Vejo uma, ingredientes estranhos, vejo a segunda, gengibre.....não tenho, a terceira, deixa ver

-Duas cebolas, Alhos, frango, cogumelos, farinha, molho de soja., 1 tomate....simples, tenho isso tudo, é mesmo esta.......É claro que não li o resto, com aqueles ingredientes devia ser simples.O tanas!

 

Ok, chegada a família a casa, mãos à obra, aqui foi donde eu fui ler as instruções, e começa assim:

 

1-Coloque as amêndoas num tabuleiro e leve a torrar ao forno........torrar? Isto começa bem, lá pego no pacote das amendoas e quando me dispunha a ligar o forno, alto, estas já vem torradas.. Ufff .

 

2-Pegue no frango e com uma faca retire toda a carne dos ossos, pegue nos ossos e nos miúdos e coloque numa panela com litro e meio de agua!

 

Retirar a carne dos ossos?...isto não estava nos planos.

 

3-Deixe cozer os ossos junto com sal, alhos, uma cebola  pimenta até restar mais ou menos um litro de caldo.

 

Aqui é quando chega a desconsolada e diz, - olha, isso parecem os ingredientes do caldo Knorr, tás com esse trabalho para quê?, pegas num caldo Knorr e já está!.

 

-Nada disso, eu vou fazer isto como deve ser.

-Ok, já percebi que vamos jantar tarde!

 

4- Pegue na carne do frango, corte em tirinhas, coloque uma colher de banha (eu utilizei azeite, menos colesterol!) numa sartem, coloque a outra cebola, os alhos e a carne na sartem e deixe alourar

 

5- Polvilhe com farinha e junte os cogumelos cortados ao meio e o tomate cortado aos cubinhos, vá juntando o caldo dos ossos pouco a pouco e vá mexendo o tempo todo.

 

6- Quando estiver a ferver ponha no mínimo e deixe apurar.

 

7- Junte as amêndoas, e sirva quente.

 

Confesso que há muito tempo não cozinhava com receita...ficou delicioso, apesar de que com uma ou duas malaguetas......

 

A receita é está aqui, mas lembrem-se, antes de decidir que vão mesmo fazer, leiam até ao fim.

 

Jorge

 

 

 

 

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publicado às 00:59

Andanças, o outro lado da pirâmide do Louvre

por Jorge Soares, em 05.11.07

O outro lado da pirâmide do Louvre

 

 

Charles AznavourShe" class="ljvideo"> 

 

 

 

 

 

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publicado às 00:03

El rastro de tu sangre en la nieve

por Jorge Soares, em 03.11.07

A primeira coisa que li do Gabriel Garcia Marquez foi o conto El rastro de tu sangre en la nieve, na altura eu teria 13 ou 14 anos e chegou às minhas mãos um exemplar do Jornal Diário de Caracas. Nessa altura este jornal, que acho já não existe, tinha um suplemento cultural e nesse dia publicavam este fabuloso conto do Gabo, que muitos anos depois seria publicado no livro Doze contos peregrinos.

 

É uma historia triste, quando terminei de ler as 4 páginas que ocupava o conto no jornal fiquei com um sentimento de uma enorme solidão, desde os seis anos que sou um leitor compulsivo, consigo ler quase tudo o que me vem parar às mãos e não me lembro de ter lido outra historia com um final que me deixa-se essa sensação de solidão, nesta historia o escritor consegue passar para o leitor todo o sentimento da sua personagem.

 

Para mim foi uma descoberta, Gabriel Garcia Marquez é um escritor com uma capacidade descritiva fantástica, ao ler o conto sentimo-nos a andar pelas ruas de Paris, conseguimos visualizar o hotel, as casas e cada uma das personagens torna-se familiar.

 

Depois de este conto, acho que li quase todos os livros de Garcia Marquez, o primeiro foi Cem anos de solidão, o ultimo Memórias de mis putas tristes (por certo, Sofia, o meu livro?)

 

Tudo isto vem a propósito de que andava a navegar e não sei como fui parar a esta página:

http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/ggm/rastro.htm

donde podem ler o conto, está em Espanhol, já googleei um bocado mas não encontrei a tradução, de todos modos, está no livro,12 Contos peregrinos.

 

Garcia Marquez, Doze contos peregrinos

 

Jorge

PS:Obrigado a http://andoaleristo.blogspot.com/2006/02/doze-contos-peregrinos.html, por ter emprestado a imagem do livro.........:-)

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publicado às 00:21

Imagem retirada da Internet de :http://www.trekearth.com/gallery/Europe/photo39073.htm

 

Chegou o Outono, ...bom, quase que com este sol o que apetece é passear na praia, mas enfim.

 

Ontem ao fim da tarde fomos à baixa de Setúbal, íamos comprar castanhas assadas, dizem as minhas princesas que as castanhas boas são as que se compram na rua, bem assadas, quentinhas e embrulhadas em folhas rasgadas das páginas amarelas. 2 Euros por uma dúzia de castanhas é o mais parecido que eu conheço com um assalto à mão armada, o que vale é que o Outono é curto!

 

Eu sugeri que fossemos a pé, mas o resto da família achou que isso era muito cansativo, depois dizem que eu estou gordo, eles são uns preguiçosos e eu é que engordo, lá fomos de carro.

 

Chegados à baixa, cade os vendedores de castanhas? Nem na praça do Bocage, nem na praça da misericórdia, nem frente ao supermercado, nada, não há castanhas assadas para ninguém. Como é dia dos mortos, devem ter ido para os cemitérios. No fim fomos ao supermercado e comprei castanhas cruas que vou assar e comer em casa. Não fosse o Outono envergonhado, assava as castanhas, abria uma garrafa de tinto e sentava-me no chão frente à lareira acesa a comer castanhas e a beber vinho tinto........pode ser que chova!

 

Hoje fiz o jantar.

 

Frango à minha moda (receita minha)

 

Ingredientes:

 

1 Frango cortado em 8

1 Tomate maduro

1 Cenoura

1 Cebola

Meio Pimento verde

Alhos

Especiarias (Cominhos, ervas aromáticas, pimenta e 1 malagueta) ao gosto

1 Caldo Knorr

Azeite

1 copo de Vinho Branco

 

Ponha o azeite, os alhos picados,  as especiarias e o frango numa panela e deixe alourar.

Ponha tudo o resto na centrifugadora, centrifugue até ficar um liquido bem passado.

Depois do frango alourado junte o liquido centrifugado, deixe ferver e baixe o lume para o mínimo, deixe apurar durante uma hora

 

Sirva com arroz branco, ou com massa, ou com batatas cozidas, ou ......com o que quiser.

 

Bom apetite.

 

Jorge

 

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publicado às 00:43

Gracias a La Vida

por Jorge Soares, em 01.11.07

Gracias a La vida

(Violeta Parra)


Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio dos luceros que, cuando los abro,
perfecto distingo lo negro del blanco,
y en el alto cielo su fondo estrellado
y en las multitudes el hombre que yo amo.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el oído que, en todo su ancho,
graba noche y día grillos y canarios;
martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
y la voz tan tierna de mi bien amado.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado el sonido y el abecedario,
con él las palabras que pienso y declaro:
madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
la ruta del alma del que estoy amando.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la marcha de mis pies cansados;
con ellos anduve ciudades y charcos,
playas y desiertos, montañas y llanos,
y la casa tuya, tu calle y tu patio.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me dio el corazón que agita su marco
cuando miro el fruto del cerebro humano;
cuando miro el bueno tan lejos del malo,
cuando miro el fondo de tus ojos claros.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto.
Así yo distingo dicha de quebranto,
los dos materiales que forman mi canto,
y el canto de ustedes que es el mismo canto
y el canto de todos, que es mi propio canto.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.

 

Letra retirada de Trovadores.net

 

" class="ljvideo"> 

Violeta Parra pode ser considerada a mãe da canção comprometida com a luta dos oprimidos e explorados, tendo sido autora de páginas inapagáveis, como a canção "Volver a los 17", que mereceu uma antológica gravação Milton Nascimento e Mercedes Sosa.

 

Outra de suas canções, "La Carta", cantada em momentos de enorme comoção revolucionária, nas barricadas, nas ocupações tem entre os seus versos o que diz " Os famintos pedem pão, chumbo lhes dá a polícia". Mas suas canções não apenas são marcadas por versos demolidores contra toda a injustiça capitalista.

 

O lirismo dos versos de canções como "Gracias a la vida" embalou o ânimo de gerações de revolucionários latino-americanos em momentos em que a vida era questionada nos seus limites mais básicos, assim como a letra comovedora de "Rin de Angelito", quando descreve a morte de um bebê pobre: " No seu bercinho de terra um sino vai te embalar, enquanto a chuva te limpará a carinha na manhã".

 

Fonte Wikipedia

Jorge

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publicado às 09:14

Pág. 2/2



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