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Aborto, o meu sim serviu para quê?

por Jorge Soares, em 21.03.08

Sexta é dia de vídeo cá no blog, dia que foi instituído em parte porque à sexta costumo estar cansado demais para pensar num post , como estou de férias, até tinha alguns temas, estive quase a pegar na dica da Dona Aranha e escrever  um tratado sobre o orgasmo... mas ia ter que colocar uma bolinha vermelha no blog, também tenho uma receita de frango adiada desde há bastante tempo... enfim, hoje não faltavam temas. Por fim, decidi-me por uma coisa muito mais séria...e que até tem a ver com tudo isto.

 

Passou um ano sobre a adopção da nova lei do aborto, aquela que foi aprovada como consequência dos nossos "Sim". Hoje no Radio Clube havia um fórum sobre esse tema, e uma convidada (lamento, vinha a conduzir e não tomei nota do nome) que dizia que um ano depois, continua a haver aborto clandestino no nosso pais, e que um ano depois, continuam a haver mulheres neste pais que não sabem que existe uma lei que lhes permite abortar legalmente , e que há mulheres neste pais que quando querem abortar, continuam a dirigir-se aos vãos de escada, porque não sabem que se podem dirigir a um hospital e abortar em segurança.... COMO É POSSÍVEL ?

 

Dizia a senhora que diariamente há mulheres que ligam para a linha de apoio à mulher e que não sabem absolutamente nada sobre a nova lei do aborto nem donde se devem dirigir.... COMO É POSSÍVEL ?

 

Eu sempre fui pelo sim ao aborto porque entendia que a situação que vivíamos em Portugal era de uma hipocrisia extrema, porque todos os dias se faziam abortos em condições degradantes para as mulheres, porque morriam muitas mulheres em vãos de escada, porque independentemente da lei, todos os dias se faziam abortos neste pais e eu entendia que o facto de o aborto ser legal ia melhorar a situação.

 

Por favor, passou um ano, como é possível que existam mulheres que continuam a abortar clandestinamente?, como é possível que existam mulheres que não saibam que a lei entrou em vigor?, COMO É POSSÍVEL ?

 

É claro que é possível , é possível porque o verdadeiro problema deste pais está na desinformação, na deseducação , está em que os jovens chegam à idade adulta sem que ninguém lhes tenha falado seriamente sobre o assunto, porque sexo e tudo o que está à volta, neste pais é tabu. Eu lembro-me de estar no 3 ano do liceu na Venezuela e ter feito um trabalho sobre anticoncepcionais, de ter que investigar e fazer uma apresentação na aula. Depois cheguei a Portugal e era sempre o mais informado...porque ninguém, tinha ouvido falar do assunto seriamente... e continuamos assim.

 

Vamos ao Vídeo , há um blog que costumo frequentar que tem esta musica, que eu adoro, é fantástica e esta versão também

 

 

 Jorge

 

 

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publicado às 21:32

Livro:As Benevolentes

por Jorge Soares, em 21.03.08

As Benevolentes

 

De Jonathan Littel. 

 

Maximilien Aue é um ex-oficial nazi, homossexual , apaixonado de forma obsessiva pela irmã gémea , educado num colégio católico donde é abusado pelos padres e pelos restantes estudantes. Um encontro homosexual fortuito num jardim faz com que termine nas SS alemãs, donde é um dos responsáveis pela solução final,  a eliminação de todos os Judeus.

 

São 900 páginas em letra miudinha, é um livro frio donde são descritos com detalhe e pormenor os processos utilizados para matar milhões de seres humanos, as relações sexuais do protagonista com os amantes de ocasião, a forma como ele mata a mãe e o seu melhor amigo que o tinha levado a ser quem era e que lhe acabava de salvar a vida.

 

É um livro com muitas facetas: um livro politico, donde se discutem os pormenores do poder do Nacional socialismo;  um livro psico-social donde se discutem as taras e manias sexuais, as obsesões e as culpas familiares;  um livro histórico donde de discute em pormenor a segunda Guerra mundial e a escenção e queda do nazismo; é um livro Freudiano, donde se dicutem os sonhos do protagonista e os seus significados... 900 páginas dão para muito.

 

No geral, é um bom livro.... não aconselhável a pessoas impressionaveis, tem descrições brutais, crueis e inhumanas.

 

Sinopse da Editora:

As Benevolentes são as memórias de Maximilien Aue , um ex-oficial nazi, alemão de origens francesas que participa em momentos sombrios da recente história mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o homem a cometer o mal.

 

Jorge

PS:Imagem retirada da internet

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publicado às 15:26

E queixamo-nos nós dos nossos!

por Jorge Soares, em 20.03.08
Praia, Algarve

Domingo à tarde, num bar com esplanada numa praia do Algarve. Estou sentado na esplanada a ler o meu livro, as crianças brincam na areia.

Distrai-me do livro com a chegada de uma trupe, mãe e três filhos, eu diria 4, 5 e 7 anos. A  senhora falava inglês com sotaque britânico, loira, mini-saia e olhos azuis turquesa.

O primeiro que me chamou a atenção foi que o miúdo do meio vinha a andar calmamente com a chucha (chupeta) na boca e um boneco que alguma vez tinha sido um macaco de peluche, com aspecto de ter sido arrastado de Inglaterra até aqui pelo chão, leia-se "a desfazer-se aos bocados",  numa mão. A miúda tinha as unhas dos  dedos dos pés e das mãos pintadas do mesmo vermelho sangue das da mãe, mas tinha a chucha na boca.

Sentaram-se na mesa do lado da minha, o miúdo do meio o primeiro que fez quando se sentou foi pousar a chucha em cima da mesa e pôr-se a chuchar o saleiro, depois, espalhou sal pela mesa, voltou a pegar na chucha e ia comendo sal da mesa com o dedo.

Para o mais velho veio um leite com chocolate, que rapidamente ele entornou para a mesa, a mãe foi buscar um pano, ele ficou sentado impávido e sereno , a ver o leite com chocolate a cair da mesa para os calções e as pernas, enquanto ia bebendo directamente da mesa com os dedos para a boca.

Aqui foi quando a P. se virou para mim e disse: e queixamo-nos nós dos nossos!


Jorge


PS:Fotografia minha.... tirada mais ou menos da mesma esplanada de que falo acima.

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publicado às 21:55

Os nossos impostos

por Jorge Soares, em 20.03.08

Ontem na viagem de regresso vinha a ouvir o Radio clube, o tema do dia era outro, mas no fim, tudo se resumia a "Os nossos impostos", já que essa foi a frase que mais escutei durante aquelas mais de duas horas de viagem.

 

Começou pelas noticias, segundo esta noticia , um cidadão português foi detido no Peru na posse de três quilos e meio de cocaína que planeava trazer para Portugal. Mas a noticia não era essa, a noticia era que o rapaz estava indignado porque ninguém do governo Português o tinha contactado para lhe dar ajuda..... Desculpe?, o fulano foi apanhado a traficar droga, coisa que confessou, e pretende ajuda? ajuda para quê?

 

Alguém comentava que não era com os nossos impostos que iriam pagar um advogado ao senhor...... nem mais, digo eu.

 

A seguir o tema era o financiamento das campanhas eleitorais, com a participação dos ouvintes. O mote geral das participações era que o estado não tinha nada que financiar as campanhas e que os partidos deveriam arranjar maneira de se financiarem. Não consigo estar de acordo, por dois motivos:

  • Primeiro porque os partidos passariam a estar à mercês dos financiadores, seria meio caminho andado para o estabelecimento de compadrios e para a troca de dinheiro por favores...afinal, não há almoços grátis.
  • Segundo porque seria o fim dos pequenos partidos, só os grandes partidos é que conseguiriam financiamento e não tarda nada estaríamos com um sistema como o americano, com dois partidos e campanhas politicas financiadas às claras pelos interesses.

Sou dos que acham que os pequenos partidos são importantes, e tem que sobreviver. Dito isto, está claro estou de acordo com a actual lei, e que não acho que utilizar os nossos impostos para garantir o funcionamento da democracia representativa, seja das piores coisas.

 

Jorge

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publicado às 14:45

Afinal, é asneira ou não é asneira?

por Jorge Soares, em 19.03.08

A2

 

 

Lá fora o tempo era o que podem ver na imagem, dentro do carro, no banco de trás, a conversa era mais ou menos assim:

 

-Fonix , dá cá isso!

-N. isso é asneira, não podes dizer asneiras!

-Não é nada!

-É é, isso é uma asneira.

-Não é nada, isso era antes, agora já não é!

-Mamã, é uma asneira, não é?

 

Cá à frente eu conduzia e sorria entre dentes, a mãe lia e estava distraída .... a conversa continuou:

 

-Não é pois não mamã? agora já não é asneira?

-haaaa , não é asneira o quê? - Diz a mãe!

-Fonix , a R. diz que é asneira, mas já não é, isso era antes!

 

A esta altura já eu sorria, estava-me a lembrar dos não sei quantos posts que li sobre a palavrinha e a ideia dos CTT de a escolherem. A mãe olhou para mim com ar de interrogação.

 

-Bom, eu não sei se é asneira, mas na duvida é!, não podem dizer!

 

Eu fiquei na duvida, o N. tem razão?, agora já não é asneira?, e antes era? quem me tira a duvida?

 

Jorge

PS:Fotografia tirada pela P de dentro do carro.... e choveu a sério!

 

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publicado às 18:42

The Promise

por Jorge Soares, em 14.03.08

Sexta é dia de video cá no blog

 

Estava a ouvir Nina Simone, mas são tantas, que não me decidi, fica para outra altura, vou-me repetir, porque adoro esta musica.....

 

 

 

E com isto, o blog vai para férias.. quer dizer, eu vou para férias, o blog fica.....até um dia destes.

 

Jorge

 

 

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publicado às 22:22

Saudades de mim

por Jorge Soares, em 13.03.08
O Post de ontem fez-me pensar, há coisas na vida que nos marcam, palavras, lugares, pessoas, situações, hoje de manhã sozinho no carro, pensava no cais das Colunas e de repente a minha mente vagueou para muito mais longe, para o outro local que referia no desafio do outro dia, a varanda da biblioteca da UCV .... recordei pessoas, momentos únicos , olhares, sorrisos, .... atrás das pessoas vieram outros momentos, até que a minha mente se deteve.

Devia ser uma sexta à tarde porque estávamos sentados na relva, discutíamos de tudo, desde politica à musica de moda, por vezes cantávamos , havia sempre vários litros de sumo de maracujá e/ou laranja, e rum, vodka, anis.... eram as nossas sextas-feiras, unia-nos a amizade, muita cumplicidade e o gosto pela convivência. O local era La Tierra de Nadie , um enorme relvado com arvores e palmeiras, na orla da Faculdade de Ciências, entre a avenida e este jardim havia um campo de beisbol .

Era uma sexta Feira como outra qualquer, estava El Loco Miguel, mi hermano El Gordito Hector , El Arabe Kamil , Manolo el gallego, La loca Elsa , la gordita Peggy, Dulce.. . Na avenida, como tantas outras vezes havia distúrbios , um grupo de encapuçados saiu sorrateiramente da universidade e estava a queimar um autocarro. Nós bebíamos e sorriamos, nada do que se passava lá fora era connosco, e aquilo era tão habitual.... chegou a policia e perseguiu os encapuçados que procuraram refugio na universidade donde a policia não entrava...coisas de autonomias universitárias.

De repente sentimos um assobio, alguém sorria, a Peggy dava uma das suas gargalhadas..não deve ter ouvido, os restantes ficamos em silêncio, olhamos uns para os outros incrédulos , sem reacção , a Peggy perguntou "Que paso ?, que les pasa ?"

Aquela bala tinha passado pelo meio do grupo, talvez uns centímetros à direita ou à esquerda e eu, ou um dos outros, não voltaríamos a sorrir, e a falar de politica, ou a cantar as ultimas musicas de moda.

Às vezes tenho saudades de mim, saudades das pessoas de quem gosto, saudades dos amigos, por vezes tenho pressa em dizer as coisas, em fazer ver o quanto gosto de alguém, porque a sorte não bate duas vezes à mesma porta e depois...depois é tarde.


O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar...

De:O Guardador de rebanhos, Alberto Caeiro

Jorge
PS:dedicado a ti!

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publicado às 22:33

Cais das Colunas

por Jorge Soares, em 12.03.08


Lembro-me de chegar um dia ao cais das colunas e estar assim, uma das colunas estava sem cabeça.

O cais das colunas é um dos meus lugares preferidos, vivi 6 anos em Lisboa, sozinho num quarto, invariavelmente terminava sentado muitas vezes naqueles muros. Saia do Técnico na Alameda, descia a Almirante reis a pé, Alameda, Anjos, Intendente, Martim Moniz, Rossio, Cais das colunas.

Olhar o rio, o vaivém dos cacilheiros, os vendedores de haxixe, a serenidade daquele rio mar.

Agora raramente vou a Lisboa, todos os dias passo na Vasco da Gama, tenho vislumbres de pôr do sol, no mesmo rio. Da ultima vez que passei por lá, não havia cais das colunas, só taipais e obras.. tive saudades de me sentar naquele muro a ouvir a solidão.

Jorge
PS:Imagem retirada da internet

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publicado às 23:07

Escrevi este  post em Novembro, inspirado por uma noticia que falava de um cozinheiro que tinha sido despedido de um hotel porque confessou que era portador de HIV, o vírus da Sida.

 

Nos meus 45 minutos diários  de Loures para Setúbal ao fim do dia, costumo ouvir muitas vezes o programa Historia Devida que passa na Antena 1, para quem não sabe, é um programa em que são lidas historias enviadas pelos ouvintes, naquele dia eu decidi enviar uma versão do Post . Enviei, e esqueci o assunto, hoje recebi um email, dizia o seguinte:

 

"Obrigada por ter participado no programa «A história devida».
A sua história foi seleccionada e vai ser lida em antena pelo Miguel Guilherme na terça-feira, dia 8 de Abril.

Pode ouvi-la às 17h20, 21h20 ou 03h20, na Antena 1, da RDP"

 

Vou-me repetir, mas acho que merece, a minha historia vai estar na Radio.

 

O quebra cabeças de arame, ou, A vida dificil dos portadores de HIV


Algures no ano 1992 ou 93, estava eu na loja da Valentim de Carvalho no Rossio... acho que já não existe, e acercou-se a mim um jovem, teria mais ou menos a minha idade, tinha um alicate e arame de cobre na mão, enquanto falava ia moldando o arame. Disse o nome, e que era portador do HIV, falou-me do vírus, e das dificuldades que sentia, ele e os portadores da mesma doença, para poder viver na nossa sociedade.


No fim da nossa conversa, ele tinha moldado um quebra-cabeças de arame, e disse-me que era para mim, não custava nada, mas que agradecia se eu o pudesse ajudar com algum dinheiro, não era fácil a vida para ele, não conseguia arranjar emprego.


Eu era um estudante deslocado em Lisboa e sem muitas posses, ofereci-lhe 500 Escudos, e algumas palavras, para a média eu era uma pessoa informada sobre o assunto, disse-lhe isso e algumas outras coisas, lembro-me de no fim lhe ter apertado a mão e senti que ele
ficou surpreendido, comovido, percebi que ele não estava à espera de aquele aperto de mão.


Ora isto foi em 1992 ou 93, na altura não existia a informação que existe agora, não sei o que terá acontecido com aquele ser humano, como não sei o que aconteceu com o quebra-cabeças de arame, de vez em quando lembro-me dele. Estamos em 2007, passou muito tempo, vivemos na era da informação, do google , todos deveríamos saber que é o HIV,
infelizmente não é assim.

 

Jorge Soares
Setubal

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publicado às 22:10

Shiuuuuu, segredos, medos, silêncios......

por Jorge Soares, em 10.03.08
Shiuuuuuuuuu

Através deste post do Blog da Inês  (isto está-se a tornar um hábito), cheguei ao Shiuuuu O blog do silêncio, o blog dos medos, o blog dos segredos, já vi estas definições todas. O facto é que é um blog fantástico. Todos nós temos medos, todos nós temos segredos, todos nós temos coisas que ficam no nosso silêncio, coisas que por um motivo ou outro  são só para nós.

Agora há um lugar donde em silêncio, podemos gritar essas palavras ao mundo, o pessoal do blog encarrega-se de embrulhar as nossas palavras e deitar ao mar. De há dois dias para cá tenho lá ido várias vezes, aprecio as imagens, leio as palavras, comento, e não me canso de admirar e de voltar. Já agora, a escolha musical é fantástica, estou a utilizar como musica de fundo para as horas que passo no computador. escolhi a imagem porque já houve um tempo em que senti algo parecido com o que está ali escrito, essa imagem tocou-me... profundamente. Mas podia ter escolhido várias outras......

Ainda não enviei nenhum texto, mas de certeza que um dia de estes envio, eu sou humano e como humano tenho medos, segredos e palavras que não repito.

Fica a sugestão para que passem por lá.

Mudando de assunto, hoje quando fui ao analitycs, apanhei um susto, por norma eu tenho entre 80 e 100 visitas por dia os dias de semana, ao fim de semana desce para as 60, ontem tive 200 visitas.... de inicio não percebi, depois fez-se luz, eu ontem coloquei como tag Sexo... ora, parece que utilizei uma palavra mágica...... pena que essas duzentas almas não tenham comentado... imagino que 99% dessas 130 ou 140 a mais, tenham ficado desiludidas com o que encontraram... mas alguma deve ter ficado para ver......

Quanto ao problema com o SAPO, deixo aqui o meu agradecimento publico ao Pedro. da equipa do SAPO.. e ao leitor ou leitora que lhe fez chegar o meu post..., pela preocupação em tentar saber o que se passa... por acaso acho que já encontrei e resolvi o problema....  quando tiver a certeza sairá o devido post com a explicação e o pedido de desculpas publicas..... mas ainda é cedo para cantar vitória...excepto ali para os lados do Dragão... mas isso é outra missa. :-)

Jorge

Imagem retirada do shiuuu



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publicado às 22:16



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