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Imagem do Wikiloc

Descrição do percurso

Trilha circular com início no parque de estacionamento do Centro Sul (gratuito), com passagem pelo Parque da Paz, Parque Urbano do Pragal e pelo Santuário do Cristo Rei.

Após a passagem pelo Cristo Rei, o percurso dirige-se até às margens do rio Tejo, sempre com uma vista privilegiada para a Ponte 25 de Abril, passando junto às ruínas da Quinta da Arealva.

Continua junto ao rio até ao Cais do Ginjal e sobe pela Rua do Olho de Boi até ao Centro de Arte da Quinta da Cerca. Após a visita à quinta, regressamos à Rua do Ginjal pela escadaria junto ao elevador.

O percurso segue pela Rua do Ginjal, sempre junto ao Tejo, até Cacilhas. De seguida, passamos junto ao Farol de Cacilhas, ao submarino Barracuda e à Fragata D. Fernando II e Glória.

Depois, seguimos pela Avenida Aliança Povo MFA até ao Mercado da Romeira, onde podemos observar várias pinturas de arte urbana.
 
Percurso longo, com mais de 14 km, mas relativamente fácil, que pode ser percorrido em qualquer altura do ano. Aconselho que seja feito no sentido dos ponteiros do relógio, pois no sentido contrário existe uma subida muito íngreme entre a Quinta da Arealva e o Cristo Rei.

Parque da Paz

O Parque da Paz é um parque urbano situado na cidade de Almada. Tem cerca de 60 hectares e foi projetado pelo arquiteto Sidónio Pardal, tendo sido inaugurado em 1995. Desde então, os almadenses e visitantes da cidade podem usufruir deste vasto espaço verde.

Para além de extensos relvados e zonas arborizadas, o parque conta com um lago que serve de bacia de retenção da Vala do Caramujo, áreas desportivas e várias obras de arte.

Entre estas destaca-se o Monumento à Paz, um conjunto escultórico construído em ferro, situado numa das entradas norte do parque. Esta obra, da autoria de João Aurélio, pretende sublinhar a complexa dificuldade que muitas vezes caracteriza os caminhos da paz entre os homens, realçando os valores da tolerância, compreensão e respeito pelos outros, princípios essenciais à elevação do ser humano.

Cristo Rei

O Santuário Nacional do Cristo Rei, ou simplesmente Cristo Rei, é um santuário e monumento religioso inspirado no Cristo Redentor do Rio de Janeiro, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, localizado na freguesia do Pragal, no município de Almada, na Área Metropolitana de Lisboa, em Portugal. Foi construído na década de 50 do século passado e inaugurado em maio de 1959.

A sua base constitui um excelente miradouro sobre o rio Tejo, a Ponte 25 de Abril e a cidade de Lisboa.

Está aberto ao público todos os dias, entre as 10h00 e as 17h00.

Quinta da Arealva

A Quinta da Arealva é um monumento no município de Almada, na margem sul do rio Tejo, em Portugal. Consiste nas ruínas de uma  antiga propriedade agrícola ligada à produção de vinho que, para além dos terrenos de vinha, incluía um palácio e várias estruturas de apoio à viticultura, como armazéns, tanoarias e um cais fluvial.

A quinta situa-se junto ao Cais do Olho de Boi, na zona do Ginjal, em Almada, e localiza-se nas imediações do Santuário Nacional do Cristo Rei. Trata-se de uma propriedade de grandes dimensões que inclui as antigas dependências do palácio, um antigo complexo vinícola com as respetivas estruturas de apoio, como armazéns, um cais no rio Tejo e um estaleiro, vários edifícios residenciais e uma ponte em madeira e alvenaria.

Alguns dos edifícios, como os antigos armazéns e a tanoaria, são de construção setecentista e integram o estilo pombalino. Um dos elementos mais destacados da propriedade é o antigo jardim da quinta, situado a cerca de 48 metros de altitude, nas imediações da Igreja de São Paulo.
(Fonte: Wikipédia – Quinta da Arealva)

Casa da Cerca

Construída entre o final do século XVII e o início do século XVIII, a Casa da Cerca foi a casa senhorial de uma quinta de recreio, conhecida como “Palácio” ou “Quinta da Cerca”. Situada na zona antiga de Almada, desfruta de uma localização privilegiada, oferecendo uma das mais marcantes perspetivas sobre a cidade de Lisboa e o rio Tejo. A visita ao espaço da quinta é gratuita.
 
Mais informação e fotografias no Wikiloc

Jorge Soares

publicado às 16:47

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Imagem do Wikilock

A Serra de São Luís encontra-se inserida no Parque Natural da Arrábida e tem, no seu topo, o ponto mais elevado do concelho de Palmela e segundo ponto mais alto da Serra da Arrábida, com 395 metros de altitude. Situa-se no extremo nordeste e forma a segunda linha de serras do Parque Natural da Arrábida, conjuntamente com a Serra dos Gaiteiros (226 m).

Desde tempos muito remotos que a Serra de São Luís tem sido ocupada e utilizada pelos seres humanos nas mais diversas vertentes, ficando, assim, ao longo dos tempos, marcas dessa presença. As pedreiras existentes serão talvez a marca mais visível, constituindo uma “cicatriz” bem marcada na paisagem. Estas pedreiras foram encerradas na década de setenta do século XX, aquando da criação do Parque Natural da Arrábida. Nelas era extraído calcário, mas também a famosa Brecha da Arrábida. Numa das pedreiras é possível observar pegadas de dinossauros.

Na vertente sul encontra-se a Ermida de São Luís da Serra, bem como uma pequena capela, um miradouro e um parque de merendas. No topo está instalado um posto de vigia dos guardas do Parque Natural da Arrábida, sendo o seu acesso um dos mais populares da serra.

A Ermida de São Luís da Serra é um local histórico e religioso no Parque Natural da Arrábida, próximo de Setúbal, muito procurado para caminhadas e trilhos pedestres, especialmente a rota circular que por ali passa. Oferece vistas deslumbrantes e constitui um ponto de convívio tradicional, com celebrações de pastores na Pascoela e a bênção de animais.

Iniciámos a caminhada junto à Escola Secundária do Viso, seguindo antigos caminhos da serra até ao Grelhal. Após a travessia da EN10, inicia-se a subida que nos leva até à Capela de São Luís.

O miradouro junto à capela proporciona vistas amplas sobre a Serra da Arrábida até ao Formosinho, o estuário do Sado, Tróia e a cidade de Setúbal.

De seguida, percorremos trilhos e estradões que contornam a serra, até iniciarmos a subida à Vigia.

Passando por uma das antigas pedreiras de Brecha da Arrábida, seguimos um trilho em zigue-zague até chegarmos ao local onde foi colocada a mesa. Trata-se de um miradouro com quase 360 graus, oferecendo vistas desafogadas sobre toda a Serra da Arrábida e, em dias claros, sobre a costa atlântica quase até Sines e, para norte, o rio Tejo, Lisboa e a Serra de Sintra.

Infelizmente, calhou-nos um dia de nuvens baixas e poucas vistas.

Após passarmos pelo posto da Vigia, iniciámos a descida pelo estradão que nos levou novamente à EN10.

De regresso ao Grelhal, o retorno ao ponto de partida fez-se pelo troço de calçada romana até ao Viso.

O trilho tem bastantes sombras pelo que pode ser percorrido em qualquer altura do ano, a parte mais exposta é o estradão, pelo que recomendo que seja feito no sentido dos ponteiros do relógio.

Mais detalhes e fotografias no wikiloc

Fonte (Wikipédia)
Jorge Soares

publicado às 19:00

Infelizmente em Caracas "NO PASA NADA"

por Jorge Soares, em 05.01.26

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Imagem de Um mundo sin mordaza

Nem sei por onde começar, talvez pelo mais fácil: há milhares de presos políticos na Venezuela. Alguém ouviu Trump ou algum dos seus apoiantes falar em libertar presos políticos? Todas as ditaduras têm presos políticos; Caracas não é excepção. Há milhares de presos políticos na Venezuela, muitos deles no El Helicoide. Era para ser um centro comercial, começou a ser construído nos anos 50, durante uma ditadura, e 60 anos depois transformou-se num centro de tortura do regime de Maduro.

Não sei se a notícia do rapto, prisão, deposição — chamem-lhe o que quiserem — de Maduro chegou até eles, mas uma coisa é certa: para eles, não mudou nada.

Alguém acha mesmo que prender Maduro, sem mudar o regime, muda alguma coisa para estas milhares de pessoas que estão presas em Caracas e no resto da Venezuela por delito de opinião?

Afinal, qual era o objectivo de Trump? Libertar o país de um regime autoritário e corrupto? Onde está essa liberdade? É verdade que só passaram dois dias, mas alguém sente que tenha mudado alguma coisa? Eu sei: mudou o fantoche. Antes era um fantoche de bigode, semi-analfabeto; agora parece que vai passar a ser um fantoche de saia e óculos, um pouco mais culto.

Não sejamos ingénuos. O objectivo de Trump era manter tudo como está e tomar conta da indústria do petróleo da Venezuela. Nos últimos anos, o principal cliente da Venezuela tem sido a China. Com esta mudança de cadeiras em Caracas, Trump não só passa a ter petróleo barato à mão de semear, como enfraquece (ou pelo menos acha que enfraquece) a China, que terá de comprar petróleo mais caro noutro sítio, na Rússia, por exemplo.

Até aos anos 80, a indústria petrolífera venezuelana era uma referência mundial. Ainda não existiam as monarquias do Golfo e era nas universidades e na indústria do petróleo da Venezuela que as coisas aconteciam.

Não sei se Trump percebeu, mas nos últimos 40 anos tudo isto foi destruído, ao ponto de hoje o país com as maiores reservas de petróleo do mundo ter de importar gasóleo e gasolina, porque deixou de ter capacidade para os produzir. Vai custar muito tempo e muito dinheiro voltar a colocar a indústria a funcionar — mas os Estados Unidos são ali ao lado…

Em Portugal, a direita e a esquerda discutem opiniões. O direito internacional não conta para nada, como não contou na Ucrânia. O que interessa é defender Trump ou Maduro, defender ideais políticos. Justiça, direitos, realidade — isso não interessa a ninguém.

Independentemente disso, na Venezuela os presos continuam presos, a miséria continua a viver nos ranchos e nos bairros populares, a insegurança e o medo continuam os mesmos, a corrupção continua a mesma… ou seja, o país continua a sua queda para o abismo. Os 8 milhões de venezuelanos que vivem espalhados pelo mundo e que este fim-de-semana festejaram o rapto de Maduro vão continuar a sobreviver onde estão, com a alegria do tísico que não percebe que, em Caracas, “NO PASA NADA”.

Jorge Soares

publicado às 21:00


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