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Caiu o governo, Portugal é um país à Rasca

por Jorge Soares, em 23.03.11

Sócrates apresentou a demissão

 

Imagem do Público

 

Haverá muita gente que está feliz, finalmente o Sócrates disse basta, na verdade não me parece que exista motivo algum para estarmos felizes, esta crise politica vai trazer consigo mais desconfiança por parte de quem tem dinheiro para financiar o nosso país e essa desconfiança vai ter um custo enorme para todos nós.

 

Como estavam as coisas já era complicado que conseguíssemos seguir em frente sem ajuda do FMI ou da união europeia, agora será quase certo que seja mesmo necessário apelarmos a essas instituições, o custo a pagar por essa ajuda vai fazer com que estas medidas propostas agora pelo governo pareçam brincadeiras de criança... basta olhar para o que aconteceu na Grécia e na Irlanda após a entrada do FMI. Toda a oposição votou contra este PEC, o próximo governo sairá desta oposição, veremos como explicam depois que vão aplicar estas medidas e muitas mais, todas a penalizar o país.

 

Haverá eleições daqui  a pouco tempo, foi há pouco que toda uma geração acordou para o facto de estar à rasca, agora toda essa geração terá oportunidade de mudar o seu futuro, porque é nas eleições que neste país se fazem as escolhas, a abstenção nas últimas legislativas esteve perto dos 40%, veremos como será nas próximas e veremos sobretudo se esta geração, que como o resto do país está à rasca, vai querer continuar à rasca ou vai criar as condições para que as coisas mudem mesmo. Veremos o que vale realmente esta geração.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:21


109 comentários

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De paulobraveheart a 23.03.2011 às 22:22

eu sou socialista.
mas esta politica do da, e tira.
ja cansa.
foi o programa tecnologico,montes de crianças com acesso.
mas sem pc.
foi o rendimento minimo,que deu no que deu.
politica,tira se a todos.
e acima de tudo,carradas de pessoas sem emprego,e sem qualquer forma de poder comer.
la estao os mais velhos com a misera reforma a aguentar os filhos,os netos etc.
enfim ja chega,e eu concordo.
agora alternativas,zero.
e este passos coelho sem mostrar coisa nenhuma.
preparem se meus amigos,vem ai fome.
e quem mais vai sofrer sao os mais velhos,que trabalharam uma vida toda para isto.
paulobraveheart...........................................

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De cc a 24.03.2011 às 11:21

Ha muito boa gente que vai votar ps!!portanto ....nos nunca vamos mudar
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De Prof eta a 23.03.2011 às 22:32

“Rosa laranja”

Um governo de salvação
Já não nos poderá salvar
Malta quer-se endividar
Para comprar um carrão

Tem de haver fumo negro
Para o poder haver branco
No dia D pedes ao banco
No X ao pagar vês-te grego

Vou é pr’a boy do centrão
Pr’a conseguir subir na vida
Tenho cartão rosa numa mão

Se estes entrarem em descida
Cartão laranja entra em acção
Terei uma ascensão merecida.


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De Do Norte a 24.03.2011 às 00:05

É o bale tudo, carago!
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De vaz a 23.03.2011 às 22:32

Viva! " Não podemos pedir mais sacrificios aos Portugueses"
Eu não vou ver a minha reforma diminuida....
O meu filho vai ter um contrato de trabalho verbal, que lhe garante segurança....
O País vai ter finalmente o seu porta-aviões....
Vamos ficar todos felizes.Viva....
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:22

Hummm sonhar não custa... não é?...
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De Sonhador a 23.03.2011 às 22:33

1.º ponto: Não é nas eleições que se fazem as escolhas, estas servem apenas para eleger representantes. As escolhas fazem-nas os partidos que governam, em nome do seu rebanho, em nome dos patrocinadores das campanhas, em nome do futuro das suas famílias.
2.º ponto: A solução não passa por uma só geração, mas sim por todas as gerações de portugueses. A mudança começa dentro de cada um, no seu dia-a-dia, sendo honesto, justo, corajoso, trabalhador e sonhador.
Para mim há dois tipos de pessoas, os Homens e os ratos, penso que se formos todos Homens as coisas mudam...
Boas revoluções pessoais!!!
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De Sandra Cunha a 23.03.2011 às 23:08

Concordo totalmente com o teu ponto 2. Com o ponto 1 já não. As escolhas fazem-se nas eleições. Porque nas eleições se deve decidir com base em programas eleitorais. Em ideias e medidas concretas. Não em pessoas.

Ao decidir-se por um programa, por um conjunto de políticas, estamos já a fazer uma escolha. O grande problema é que as pessoas pensam que as eleições são para votar em pessoas. No x que até é jeitoso ou no y que fala muito bem ou até no z, porque...sei lá, tem carisma. Quando o que devia mover as pessoas são as ideias que cada um apresenta e promete defender e aplicar.

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De Anónimo a 24.03.2011 às 03:10

Continuamos a ser enganados por este rigimem politico que não serve Portugal nem os Portugueses porque está caduco meus senhores.Dou um ex.: um deputado é eleito por circulo eleitoral mas nunca mais responde perante quem o elegeu.Isto é só um pequeno problema porque os há mais graves na ,justiça no controlo das contas publicas etc.
Portanto ou os principais partidos p.exe têm a capacidade para o reformarem com sentido patriotico ou vamos acabar mal.
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De Tiago Cadete a 24.03.2011 às 12:16

Cara Sandra Cunha, tenho de discordar, pois de facto , o Sonhador tem igualmente razão no primeiro ponto.
Afinal, quem acompanha a politica em Portugal, sabe muito bem como os partidos, nas suas campanhas, prometem muitos e fundos, mas nunca chegam a cumprir com os seus programas eleitorais. Os exemplos mais recentes: OE 2011 e PEC 4.

Aproveito para, subscrever a opinião do dono deste blog.



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De Sandra Cunha a 24.03.2011 às 12:38

Tiago, isso é porque a maior parte dos Portugueses são masoquistas ou têm a memória curta. Votam, os partidos não cumprem as promessas eleitorais e quatro anos depois, votam de novo nos mesmos. E isto arrasta-se já já 36 anos.

Porquê? a) são masoquistas; b) não têm capacidade para compreender o que se passa à sua volta; c) (aquela que considero ser a razão principal), as pessoas votam em pessoas, em cores e não em ideias e políticas. Encaram os partidos políticos como clubes de futebol...

Dizer que as escolhas são exclusivamente dos governantes que as fazem, é no mínimo, sacudir a água do capote. Penso que os Portugueses têm muita responsabilidade no que se passa política e economicamente no nosso país. Para mim, têm toda a responsabilidade. A escolha está do lado do povo. A força está do lado do povo. Afinal, o povo é a maioria e nas democracias, vence a maioria. Mas este povo prefere as telenovelas e os centros comerciais e os jogos de futebol a interessar-se pelo futuro do seu país, pela vida dos seus filhos...e depois, é sempre fácil mandar as culpas para cima de outros...isso, ou são incapazes de mudança. Por isso, desde há 36 anos que somos governados ora pelo PS ora pelo PSD/CDS. Ora uns, ora outros. Mesmo com as corrupções, mesmo com as falsas promessas, mesmo com as incompetências. Porque votam como se estivessem num café a discutir futebol.
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De Tiago Cadete a 28.03.2011 às 13:45

Ora, nem mais...
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De Carlos Lopes a 23.03.2011 às 23:22

Quanto ao teu ponto 2 , não posso estar mais de acordo, o problema são os ratos com vícios instalados no poder e à volta dele, que nos sugam como as carraças, enquanto não forem eliminados a meu ver o nosso querido Portugal, continuará à rasca.
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:29

Carlos, concordo plenamente,.. mas para que isso aconteça as pessoas tem que ter consciência do que significa votar... e a julgar pelas ultimas eleições.. estão-se a marimbar posto que nem lá põe os pés.
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De Carlos Lopes a 23.03.2011 às 23:49

Jorge, desde dos 18 anos ainda não falhei a uma eleição, penso que os Portugueses devem seguir o meu exemplo cumprindo com o seu dever civico.
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:54

Nem eu Carlos, mas é um facto que nas ultimas eleições legislativas 40% não foram lá... e nas ultimas presidenciais foi 50%.... mas é evidente que todos deveriam seguir os nossos exemplos...
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:27

Está enganado, é nas eleições que se fazem a as escolhas, porque escolhemos partidos, programas de governo e orientações politicas.

Concordo quando diz que não é só uma geração que está à rasca, mas se ler posts antigos aqui no blog, verá que tenho sérias dúvidas sobre a consciência cívica e politica desta geração que agora acordou para a crise, a manifestação foi um sucesso, mas não sei se toda aquela gentes abia porque estava ali e qual o alcance do que faziam... é esse o meu ponto.

Veremos se eles realmente tem consciência do momento ou se como das ultimas vezes nem vão votar.

Jorge Soares
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De Anónimo a 24.03.2011 às 11:29

Excelênte raciocino! Nem mais! Se todos pensassem da mesma maneiro que o sr. pensa, aí sim, as coisas mudavam mesmo.
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De vaz a 23.03.2011 às 22:35

Próximas eleições,
voto em quem lutou pelo País.
Voto Sócrates!
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De Anónimo a 23.03.2011 às 22:59

a 100%!!
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De Anónimo a 23.03.2011 às 23:10

Dói-me tudinho quando me vejo forçado a dizer isto, mas parece-me que esse "individuo" (que é uma boa m m*rda ) comparado com o resto da oposição até parece um Ferrari.

Daqui até às eleições ainda corre muita água... Quero mesmo acreditar que vai surgir qualquer coisa que me salve do votar no único gajo que de facto faz alguma coisa (em vez de só mandar bitaites e não ter qualquer outra ideia a não ser fazer o mesmo).
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De Anónimo a 23.03.2011 às 23:18

QUE TRISTE...
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De pmlopes a 24.03.2011 às 00:20

Partilho da mesma opinião. Eu também irei votar no PS, Deus queira que muita gente também o faça e que consigamos dar uma chapada de luva branca a estes cobardolas, oportunistas, que se aproveitam da situação para tentarem chegar ao poder ignorando o estado do país. Cobardes, quanto à passividade do Sr. Cavaco, nem comento, só digo que estou arrependido de ter votado nele. Não tenho margem de manobra....foi tudo muito rápido.....Disse. Tenha vergonha. Se o PS voltar a ganhar quero ver a cara do PR e dos outros cobardes.
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De fernanda a 24.03.2011 às 11:51

só espero que todos tenhamos consciencia que isto não foi nada bom para nós.
E que em alguma altura estes cortes teriam que ser feitos... o pais não tinha sustentabilidade , e a culpa não é so de um governante, ps e psd erraram muito...
Ninguem gosta que lhe vão ao bolso , mas parece neste momento ser um mal necessário.

So espero que não deixem o pais nas mãos de um " puto" que não percebe nada disto, e quando estiver no poder será um " Ai JESUS"!
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De Anónimo a 24.03.2011 às 10:55

Apoiado. Foi o unico que mal ou bem tentou fazer alguma coisa por isto...
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De bimbita a 24.03.2011 às 11:29

realmente é verdade amigo.
Este pais está na maior miséria que alguma vez há ideia. Veja se o seu amigo Sócrates exigiu aos políticos , incluindo deputados, presidentes, quem ganhe mais de 5000€ pague ao país 1 mês de vencimento, nunca, mas por um mês ficariam milhões nos cofres do estado, já daria para abater na dívida, no lugar de esfarrapar quem nenhum farra pinho já tem. mas eles continuam com a barriga cheia de moralidades. naturalmente quem vota Sócrates será igual ou pior que ele, no fundo há quem goste , porque fala de barriguinha cheia.
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De in-perfeita a 23.03.2011 às 22:37

Aquilo que aqui vou deixar é apenas e só a minha opinião. Eu não pertenço à geração à rasca, mas gostava de ver muita coisa mudar neste país. Não estou feliz com a saída do Sócrates e daqui a uns tempos ainda muitos se hão-de lembrar dele... quando a crise se agudizar. E para os que pensam que Passos Coelho é o salvador da pátria, desenganem-se... Vamos ter eleições, logo os milhares que saíram à rua devem agora mostrar a sua maturidade e votar, reduzindo os elevados índices de abstenção e participar na escolha de quem nos governará no futuro... e que medidas novas nos apresenta, que soluções.
Não tenho filiação política. Não me importa quem ganhe as próximas eleições. Tive o privilégio de nas minhas relações profissionais conhecer de perto dois homens que admiro Sócrates e Teixeira dos Santos. Já não posso dizer o mesmo de muitos assessores que os aconselhavam.
Este é apenas um testemunho que deixo no blog de um amigo e pelo qual exijo respeito, da mesma forma que respeito as opiniões contrárias.
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De Artigo interessante a 24.03.2011 às 09:43

A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.

Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcaão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.

E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.

Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.

Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.

O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.

E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.

Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.

O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.

Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa.

À rasca, mesmo à rasca, também já tenho estado.
Mas vou à casa de banho e passa-me.
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De Anónimo a 24.03.2011 às 11:42

Concordo plenamente é disto que o País precisa de ser produtivo, eu também tenho uma licenciatura e no entanto nas férias em vez de ir gozar para a praia , ou outro destino trabalhava nas obras e quando procurei o meu primeiro emprego já licenciado, foi de boca e a ganhar 450,00 euros e hoje depois de 8 anos estou na mesma empresa já tenho um salário razoável e já subi várias vezes de categoria. E se não estou bem eu é que tenho que procurar por melhor e lutar, não podemos estar à espera do Estado.
Infelizmente o PS volta a ganhar, porque esta geração à rasca em vez de se inscrever no centro de emprego ou lutar por um trabalhinho até encontrar o tal desejado vão-se filiar no PS porque lá encontram o tal emprego digno.
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De Jorge Soares a 24.03.2011 às 22:28

Olá

Concordo contigo, excepto na parte em que não te importas quem vai ganhar as próximas eleições... acho que muitas coisas no nosso futuro depende disso,... devemos importar-nos sim,... pelo nosso bem e pelo dos nossos filhos

Beijinho
Jorge
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De Dias Loureiro a 23.03.2011 às 22:39

Para todos os PSD, CDS, PCP, BE,
Viva.
Acabaram os PEC,s
Acabou o desemprego.
Acabaram as pensões baixas.
Acabaram as greves.
Não se pedem mais sacrificios aos Portugueses...
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De Carlos a 23.03.2011 às 23:42

Peço desculpa pelo meu comentário , mas o senhor não está a falar de Portugal. Agora os do costume, vão começar a sacrificar sem dó nem piedade, haverá greves com direito a repressão policial, as pensões (do povo) que já estão no limite ainda podem ser mais castigadas, penso que ainda chegará a altura em nos iremos lembrar duma canção bastante conhecida que se intitula "ò tempo volta para trás".
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:47

Carlos, Não tem que pedir desculpa.. todos os comentários são bem vindos... mas acho que este Dias Loureiro estava a ser irónico.

Jorge Soares

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De s o s a 23.03.2011 às 22:47

certinho no diagnostico, deixa a duvida sobre a geração á rasca. A geraçao não acordou agora e já existia nas eleiçoes de 2009. Como á rasca estamos todos, e os miudos doutorados estão a roubar os empregos aos mais crescidos, mesmo os empregos ao nivel de caixa de hipermercado, apelo á guerra, que os mais adultos defendam o emprego que têm, nao se deixem roubar. A geraçao rasca que forme um partido e se entretenha...
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:50

Para formar partidos há que ter consciência cívica e politica, viu os comentários por parte dos participantes na manifestação?, acha que eles sabiam porque estavam ali?, acredito que existam algumas pessoas com consciência e capacidade para formar um partido.. mas vejo mais depressa que se juntem a um dos existentes ... quanto à massa, os que vão votar será certamente no PS ou no PSD..e tudo continuará igual.. e como eu gostava de estar enganado
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De s o s a 24.03.2011 às 10:42

olá. bom dia. Lamento ter dado azo a duvidas. O sentido da m/escrita é exactamente esse: tratou-se de uma procissão. Protestar é fácil. Quando passarem as medidas concretas em vez de frases generalistas que todos gostamos, cada um irá para seu lado. Por isso mesmo desafio á formaçao de partido, na convicçao de que depressa morrerá como aconteceu com o partido PRD e o dos velhos. Mais, e achei que não seria necessarios: tantos daqueles da procissão querem que se acabe com os direitos adquiridos de quem trabalha, de quem tem emprego.
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De Patuxa a 23.03.2011 às 23:05

“Voa Maria voa”

Vento que sopra nas asas
Colocou a Maria a voar
Vendaval não pode parar
Em Bruges há-de aterrar

Estava muito produzida
Segura com Júlia a falar
E tudo ela soube explicar
Nosso apoio é pr’a ficar

Vejam o vídeo na rede
Se não querem acreditar
Neste exemplo sem par

Voa nas asas do vento voa
E não se cansem de ajudar
Sonho assim não pode parar.


http://takeustobruges.blogs.sapo.pt/

http://sic.sapo.pt/proj_queridajulia/Scripts/videoPlayer.aspx?videoId={B0C9642E-CECC-4E34-9EBA-3647D34DABA4}
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De Jorge Soares (44) a 23.03.2011 às 23:10

"....esta crise politica vai trazer consigo mais desconfiança por parte de quem tem dinheiro para financiar o nosso país...."
Permita-me estar em desacordo consigo, caro homónimo. Somos NÓS que temos de financiar o nosso País e somos NÓS que devemos exigir que, governo após governo, os nossos impostos mais o que nos espoliam e o que é mendigado a juros astronómicos na estranja não sirvam apenas para financiar gastos, alguns verdadeiramente faraónicos e sem resultados práticos à vista a breve ou médio prazo, como os tão badalados, amados/odiados TGV e aeroporto, um que vai de parte alguma para parte nenhuma e outro que ficará às moscas ou para uso de companhias low-cost , visto a diminuição já à vista de tráfego de passageiros, ou ainda para o sustento de empresas, parcerias, entidades ou seja lá o que hoje se chamam, "fabricadas" de cabo a rabo exclusivamente para servir interesses de boys " de TODOS os quadrantes políticos. Os mesmos "actores" políticos que na AR não conseguem fazer uma lei que se veja mas que conseguem urdir contratos tais em que recebem sempre mais do que investem, se é que investem..., mesmo quando não têm lucros....
Parece-me que temos de ver nesta crise política uma oportunidade em ouro para, de uma vez por todas, decidir o que é que queremos deste País. O "papão FMI" já cá esteve duas vezes e não morremos. Não é ele que me assusta, mas sim os sanguessugas que se governam em vez de nos governar. E de quem perdemos o controle por preguiça nossa.
Espero que o seu pedido tenha eco e que desta vez os números da abstenção a existir sejam apenas de um dígito. Para deixarmos de "estar à rasca"... Jorge Soares (44)
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De Jorge Soares a 23.03.2011 às 23:37

Caro Homónimo... não vejo as coisas da mesma forma, principalmente no que toca ao investimento do estado, concordo com que se deve poupar, mas sem investimento como fazemos andar a economia?, sem obras publicas como fazemos aumentar o emprego?

De todos modos, não acredito que o PS volte a ganhar, logo, veremos que tão reais eram aqueles ataques do PSD ao TGV e ao investimento, e veremos sobretudo, quais são as alternativas a esse investimento.

Gostava de ser mais optimista quanto à abstenção, um digito é que era mesmo bom, mas acho que aquela manifestação foi só um momento...a consciência cívica e politica é algo que demora a criar.. e com esta gente já vamos tarde.

Jorge Soares
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De Leonardo Ramos a 24.03.2011 às 11:55

Tive a paciência de ler todos os comentários, eu sou um daqueles que possivelmente pertenci a geração rasca e agora pertenço a geração à rasca, sei que a situação do nosso pais é difícil, bem sei que não será fácil para politico algum conseguir tirar isto do buraco, mas sei que tem sido esbanjado dinheiro em coisas fúteis. Não é a tirar dinheiro as pessoas que se levanta o pais, ao fazer isso estamos a criar uma bola de neve que cada vez está maior, menos dinheiro, menos investimento, encerramento de empresas mais pessoas no desemprego, menos impostos nos cofres do estado. Todas estas crises são geradas com um propósito, encher os bolsos aos barões que somam lucros astronómicos mesmo com esta dita crise a decorrer. A especulação dos mercados é feita com um propósito. Abram os olhos e não deixem que nos enganem mais, isto não tem a ver com a politica nacional, mas sim com as politicas globais dos barões do mundo..... Pensem no que escrevi.....
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De Jorge Soares (44) a 24.03.2011 às 18:42

Caro Xará,
Claro que o investimento público é importante,muito mesmo.
Eu, como V., defendo-o, mas com discernimento , sem desbragamentos como tem sido até agora, dirigido que foi estes anos todos apenas ao benefício de alguns, sem cuidar da res-pública e com inteiro desprezo pelo suor do contribuinte.
Por outro lado, creio que repensar o investimento é primordial, pois nem só de cimento ou alcatrão vive o Homem - ou a Nação... Precisamos, por exemplo, de um Portugal mais autónomo nas suas necessidades do dia-a-dia e menos dependente daquilo que vem "de fora"... Isto é apenas um item. Milhares de outros haverá e cada cabeça encontrará um motivo válido para se "chegar à frente".
Durante Maio de '68 gritou-se o slogan "L'imagination au pouvoir ..." Não será agora o momento de o aplicar ??? E evitar os erros dos outros ??? Porque se não, não valerá a pena este mau momento...
Tarranego Satanás !!!! O PS outra vez NÃO ..... Pelo menos durante uns tempos, enquanto nos lembrarmos e enquanto os que lá estão ainda viverem.... Velhos e novos....pois atão " !!!
O que é necessário, para já, é que as mentalidades de quem nos quer governar mudem e que vejam o acto a que se propõem como um SERVIÇO ao País e não o contrário... Que se lembrem de JFK .!
Quanto ao resto, um bocado como no poker , pago para ver.....
Cordiais saudações
Jorge Soares (44)

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