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Passei o fim de semana no Alentejo, praia, sol, Calor, estive um pouco a leste, algures numa das idas da praia para o Parque de Campismo, falava-se da Grécia e do desastre iminente, a seguir falava-se de corrupção, das comissões, da assembleia da República. Por entre as conversas dentro do carro não dei pela mudança de assunto, e dei por mim  a pensar que era iso que tinha levado a Grécia até ao estado em que se encontra.

 

Há pouco estava a ler o Shark e caí em mim, a noticia não era da Grécia, segundo a Lusa, um tal de Paulo Morais disse o seguinte:

 

 "o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República"

 

 

Nunca na vida tinha ouvido falar deste senhor, mas espero sinceramente voltar a ouvir em breve, porque uma afirmação como esta não pode simplesmente cair no esquecimento, seria mau demais.

 

O que este senhor disse é grave demais para passar impune, a assembleia da Republica é o órgão máximo da Democracia em Portugal, os deputados são eleitos por todos nós e estão lá para nos representar. Se há deputados que para além de não cumprirem com o seu papel de representantes, ainda prejudicam o país então devem ser denunciados.

 

Sr. Paulo Morais, eu, cidadão e votante exijo que concretize com factos, nomes e apelidos, quem e como prejudicou o país, o que o Sr. disse é grave demais e não pode ficar assim.

 

Jorge Soares

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publicado às 22:59


5 comentários

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De poetazarolho a 20.06.2011 às 11:37

“Corrupção”

Verdade não pode escandalizar
Nem mentira pode tirar do sério
De mãos dadas são um mistério
Nunca sabes em qual acreditar

Acredita na mentira que te serve
Rejeita verdade que compromete
Junta ambas e pr’á dúvida remete
Trocando os olhos a quem observe

Lucras sempre tudo jogando assim
E se ainda te acusam de corrupção
Tens um recurso, acredita em mim

Evocas o estado de grande confusão
Não dizes talvez, nem não, nem sim
Fazendo uso duma oportuna omissão.
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De Kok a 20.06.2011 às 17:30

Tudo se diz sem nada dizer!
Que é uma acusação grave, é com certeza!
E no entanto os visados não contestam.
Porquê?
Porque sabem que é verdade?
Ou porque admitem que possa ser verdade?
Ou ainda porque acham melhor não mexer muito já que quanto mais se mexe, pior cheira?

O Sr. Paulo Morais (acho que) é o ex-vice presidente da câmara do Porto.
Atrevo-me a dizer que sabe do que fala, seja por experiência própria, seja por quaisquer outras fontes!

1 abraço!
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De Jorge Soares a 20.06.2011 às 23:02

Boa pergunta... eu se fosse deputado exigiria a defesa do meu bom nome... vai de aí e não há deputados com bom nome a defender.

Se ele realmente sabe do que fala, porque não apresenta uma queixa?

Abraço
Jorge Soares
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De Anónimo a 20.06.2011 às 17:40

Caros comentadores
Eu despedi-me de uma instituição.
Fi-lo em consciência do dever cumprido, daí que alguém tenha dito aos 3 meses que eu trabalhara mais em 3 do que muitos em 30 anos. Ao fim de 2 anos este dirigente já me queria despedir.
Por tais motivos eu me despeço e envio a msg aos companheiros.
Resultado
1 Ano de inactividade profissional
2 O Tribunal aplica-me uma multa de 1500€ e indemnização de 1000€ o que prefaz um valor tode 3700€



Camarada, …amigo… ,

Estava para apanhar outro barco sem me despedir de ti, mas resolvi deixar-te esta mensagem de desilusão, pelo passado recente vivido nesta casa. Aqui encontrei de tudo um pouco, os seres racionais e os irracionais. Para vós racionais que me mereceram e merecem o maior respeito, transmito a minha desilusão.
O que vou contar foi um pesadelo vivido em determinado Departamento com responsabilidades, designado por DAG.
Nesse Departamento fiz de tudo um pouco, coisa que anteriormente alguém se deu ao cuidado de o desempenhar, no seu todo:
...Claro que consegui «arrastar» colegas para a colaboração, pois sozinho não poderia levar o barco a bom porto, o que lamento é que ao fim deste tempo no sector a dirigente do departamento não tenha reconhecido nem aproveitado as capacidades dos funcionários sob as suas ordens, o que me deixa muito preocupado, tal o estado de falência profissional do patrão «Estado» que não deve esbanjar a matéria prima ao seu alcance.
Não foi fácil a vida na SAG, mas na desportiva tudo se foi resolvendo com maior ou menor brio profissional ao cabo de dois anos.
Para mim, os problemas seguintes surgiram porque teriam forçosamente de surgir e até digo que o problema foi premeditado. Ainda há rastos – as ameaças a quem trabalha subsistem
Depois do trabalho executado nas anteriores instalações e instalados neste «edifício», aconteceram coisas que só ao diabo lembra e que só a um dirigente sem responsabilidades, é que pode criar a tal instabilidade, por falta de comunicação com os seus subordinados.
Que reacção esperam de um sector quando à boca cheia a sua Directora afirmou não ter outro lugar para instalar determinado «chefe de secção» e também quando essa mesma Directora se não dá ao cuidado de ouvir os verdadeiros interlocutores da SAG? A quem pensava ela que estava a atestar a incompetência? A mim e a aos meus colegas de secção que com o sacrifício deram muito ao departamento naqueles dois, ou a do dito «chefe de secção» que apenas sabe desembolsar dos cofre do Estado?
Vocês melhor que eu conhecem o avivado «chefe de secção».Em termos de trabalho conjunto, não tive um metro de trabalho a seu lado, mas também não adormeci à sombra dos dois anos que passei no edifício de Alcântara.
Seleccionei as suas atitudes «dele», a forma de tratamento e vivência para com os colegas, o constante mudar de secção e a instabilidade de adaptação nos locais de trabalho, foram suficiente para que um «colega » desta natureza fosse bem recebido, e ainda mais grave , para chefiar a secção onde eu trabalhe.
Mas a culpa até lha não direcciono - há o exemplo da frase «não tenho onde o meter»-estava tudo dito.
Ainda não me tinha apercebido que a tramóia da directora de serviços estava lançada, para denotar que algo estranho estava acontecendo de anormal na secção, quando regressei de férias.
Tendo trabalhado à porta aberta durante o período de tempo que tinha passado em Alcântara, denotei nestas instalações « Av. Brasil»e já com o cujo a tomar folgo para a tomada de posse da secção, que havia um reboliço nos materiais à minha guarda.
Não é que o tipo escondia as coisas e depois vinha-me perguntar por elas?
Pois é meus amigos, a partir do momento em que fez isso, instalou-se o caos na secção, pois não lhe aparei mais o jogo. As pedras estavam lançadas e não tive dúvidas para confirmar o anteriormente ditado por outros colegas mais antigos.
Outros casos graves se seguiram e viriam a suceder, levando-me a não estar interessado em colaborar com aquele departamento nem com a sua Directora.
Se o desaparecimento da viatura da DG me ficou na garganta, o desaparecimento dos telemóveis, veio-me até ao estômago.
Camaradas, amigos, colegas (…) – Vocês acreditam na versão do desaparecimento do automomel e dos telemóveis... será desaparecem por mero acaso
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De Anónimo a 20.06.2011 às 17:43

O mesmo possa afirmar quanto ao desaparecimento da viatura do parque da DG. Se eu chegasse junto de vocês e vos perguntasse qual o estado da viatura e outras coisas mais e passados três ou quatro dias «período que planeava para o meter na garagem» este desaparecesse, qual a vossa reacção?
Foi a que eu tive. Não retiro uma linha e está escrita a minha versão no inquérito levantado para o efeito. Desconheço o resultado final do inquérito.
Fui ameaçado com um processo disciplinar, pela senhora Directora de Serviços da DAG.
Foi a primeira e «pouco corajosa» ameaça não concretizada « que ao longo de 32 anos de serviço efectivo ao serviço do Estado», ouvi. Nem na tropa « entre 1973/75 e na guerra colonial» alguém ousou contra a minha pessoa utilizar a versão vocal de tal palavrão.
Saí do Departamento e outros colegas me desejariam seguir o caminho, por enjoo.
Os que não o podem fazer «pessoas com capacidades extraordinárias de trabalho, não reconhecido» vêm sendo ameaçados e perseguidos.

Não nasci para ser escravo de ninguém, muito menos numa instituição onde há dirigentes que não dão valor ao trabalho desenvolvido pelos seus funcionários, -será por falta de conhecimento da matéria o mesmo leiguismo?

A forma como se continua a gastar dinheiro na secção do dito «chefe de secção», faz bem da prova do muito desperdício a que estamos sujeitos.
Querem uma ou mais provas? Aqui vai.
1 - Troca de secretárias da sala «122», quando as anteriores serviram os anteriores locatários.
2 – A troca dos chaveiro artesanais fabricados nas instalações e os vindo das anteriores instalações, foram deitados ao lixo e trocados por novos chaveiros.
3- A destruição das estantes em cantoneira, e substituídas por armários novos para colocar em locais sujeitos a humidades elevadas e a inundações «garagem» caso o responsável não atendesse convenientemente ao bom funcionamento do equipamento instalado. Relembro que o anterior mobiliário foi instalado pelos funcionários antigos e a custo zero, enquanto a recente instalação de novos recorreram à ajuda de pessoal especializado para o efeito.

Meus amigos, eu não vim para a DG para servir de cobaia a certos dirigentes, totalmente leigos nas matérias da minha formação. Não vim para aqui mostrar papéis ou diplomas de dois meses «comprados na feira-da-ladra» mas sim de 14 anos de estudo e formação profissional, não cobrados o quanto baste ao «Estado» como patrão, para me tomarem como um inútil e servidor de uns incapazes. Propus à senhora Directora da DAG para me deixar ficar com as tarefas adstritas às empresas que fazem manutenção às instalações da DG e dar-lhe o desenvolvimento «adequado», não aceitando
É verdade que as pessoas não nascem ensinadas e foi para o alargamento dessa valorização profissional que foram criadas as escolas e os centros de formação.

Outra das desgraças, vista a olho nu a simples mortal:
-Quem nesta casa ainda não se apercebeu que sempre que haja uma inundação as pessoas envolvidas nas tarefas de limpeza, ficam completamente sujeitáveis ao perigo eminente?
Para que servem as normas vigentes da «Higiene e Segurança no Trabalho» se os ditos e intitulados responsáveis desconhecem as essas normas?

Abençoada a hora em que abandonei a SAG.

Nestes anos consequentes, fiz os possíveis para me reabilitar e adaptar às novas tarefas «na desportiva» mas não consegui pelo anteriormente sucedido; a minha forma de estar na vida não é esta e mesmo conversando com os perceve, com os mexilhões, com as ostras e com os novos companheiros de sala, não consegui desligar o cérebro – uma ameaça com processo disciplinar, depois de tanto esforço dispendido na SAG não me é um bem digestivo.

A escravatura passada na “24 de Julho e V. da Gama” jamais esquecerei - e tu camarada de trabalho, sentistes-te agraciado?. O equipamento que vi atirar pela porta fora, para o lixo e ainda em estado funcional é outra azia vivida e problema a resolver me deixa triste, tal a falta de dinheiro «dizem uns, gastam outros».
Vi desperdiçar mobiliário em madeira, em nogueira em mogno (…), senti a compra por outro muito pior. Vi deitar mobiliário em estado razoável ao lixo, e comprar novo da mesma matéria-prima, quando dizem não haver dinheiro. Será esta uma boa gestão financeira? E a central t

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