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Hipercatividade e défice de atenção

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Ao contrário dos nossos receios, a passagem da primária para o ciclo do N. está a correr de vento em popa, está completamente adaptado à nova escola, aos novos colegas, aos muitos professores e aos novos hábitos em geral. Não era necessário, mas tudo isto prova que a nossa insistência para que repetisse o 4º ano foi mesmo a melhor decisão,  até agora o aproveitamento nas aulas tem sido bastante bom e até tivemos elogios da professora de matemática.

 

Mas é claro que todos sabemos que a hiperactividade, o défice de atenção e a dislexia, são doenças que o vão acompanhar para toda a vida, podemos tentar tratar e minimizar os problemas mas não há milagres. Esta semana tivemos um vislumbre de como é a realidade. Num dos dias houve um recado da directora de turma que queria falar com a mãe. Após um breve interrogatório, ficámos a saber que teria havido uma resposta mais ríspida a uma das professoras o que resultou numa falta disciplinar.

 

Aconteceu que nesse dia a mãe saiu de casa mais cedo e sem supervisão directa, o N. esqueceu-se de tomar o comprimido de Metilfenidato (Ritalina ou Concerta). Sem a medicação ele é uma criança irrequieta, teimoso, com tendência para a oposição, que não consegue estar quieto mais que dois ou 3 minutos.  Mesmo para nós pais é difícil, durante as férias retirámos a medicação e acreditem, muitas vezes chegávamos ao fim do dia a maldizer a decisão. Para professores que tem que lidar com mais 20 crianças na sala de aulas, uma criança destas é um elemento de destabilização constante e nem todos tem a mesma sensibilidade para a questão.

 

Passados 4 ou 5 anos do inicio da medicação, para mim continua a ser complicado, eu estou consciente dos benefícios que esta traz para ele, e mesmo acreditando que não haverá efeitos secundários que deixem sequelas, há coisas que saltam à vista. No dia em que ele não tomou a medicação chegou a casa ao fim do dia e caiu na cama redondo de sono, nos outros dias, muitas vezes são duas ou três da manhã e ele ainda anda às voltas na cama. Acho que ninguém tem dúvidas sobre  a importância do sono e do descanso para o correcto desenvolvimento de uma criança... a verdade é que as  crianças medicadas com Metilfenidato não dormem o suficiente.

 

A maioria dos médicos combate esta falta de sono com mais químicos, como eles não tem sono dão-se medicamentos para o sono em doses que vão aumentando à medida que estes vão perdendo efeito.

 

O outro efeito evidente é a falta de apetite, principalmente ao almoço, o que resulta em crianças que não dormem o suficiente e se alimentam mal. Com tudo isto não é de admirar que um dos efeitos secundários comprovados, 1 em cada 10 doentes, são os atrasos no desenvolvimento, se eles não comem e não dormem....

 

Para mim está muito claro que a medicação é essencial para que o meu filho tenha uma vida mais ou menos equilibrada e para que possa minimizar os efeitos de problema, ele não é mal educado nem um diabinho mal formado, é uma criança com doenças reais que sabemos que o vão acompanhar para toda a vida.

 

Mas também é claro que os medicamentos não o vão curar, só minimizam os sintomas, o que significa que ele os  terá que tomar a vida toda e que os riscos de entrar numa espiral de dependência são reais.

 

Felizmente para ele a directora de turma é uma pessoa experiente, ponderada e consciente da realidade dos problemas deste tipo de crianças e o episódio desta semana apesar de ter servido de aviso,  não passou disso.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:45


19 comentários

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De sentaqui a 17.10.2011 às 00:09

Tenho bem presentes todos ou quase todos os posts em que falas do teu N.
Dá gosto ler a evolução para melhor e como vai conseguindo ultrapassar os contratempos inerentes à hiperactividade e dislexia e aqui nota-se bem o quão importante é o papel dos pais e professores.
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De Jorge Soares a 17.10.2011 às 23:54

Nem sempre é fácil, há alturas muito complicadas e alturas em que corre melhor... mas o amor e o carinho resolvem quase tudo... sem dúvida.

Jorge

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De essência a 17.10.2011 às 09:42

Pela minha experiência de mãe, o sono é essencial para o bem estar de qualquer pessoa, neste caso de qualquer criança. Penso que muitas vezes existem alguns casos diagnosticados de hiperactividade, que ao fim e ao cabo vem-se a descobrir que são crianças que dormem pouco e mal. E que quando adquirem hábitos de sono saudáveis que não é igual para todos, e passam a dormir as horas que realmente necessitam, todos os sintomas que até aí eram de hiperactividade desaparecem. Com isto não quero dizer que seja o caso do teu N., mas que realmente a medicação não deveria tirar-lhe o sono, acaba por seu um pau de dois bicos, acalma-o durante o dia e excita-o à noite. Será que a dosagem está bem calculada? Eu sou uma leiga interessada neste assunto, mas tenho lido e assistido a algumas palestras sobre o mesmo, e em que se tem debatido este assunto e insistido que o tratamento tem sempre que ser ajustado a cada criança.

Paula
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De Jorge Soares a 17.10.2011 às 23:58

Olá

A dosagem foi sendo adaptada ao longo dos anos. este ano ele tem aulas à tarde o que complica sobremaneira a forma de calcular a dosagem, porque o efeito do medicamento vai-se diluindo ao longo do dia. Se a dose é menor ele a meio da tarde já está eléctrico, se é para durar até às 18:30 quando acabam as aulas, depois não dorme.... não é nada fácil, mas acho que neste momento conseguimos um bom compromisso... porque pelo menos as aulas estão a correr bem.

Jorge
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De Abigai a 17.10.2011 às 10:38

Olá Jorge, ainda bem que a integração do N. tem corrido bem, como sabes não foi assim com o meu G.
Como dizes, a medicação não leva a cura nenhuma, até porque não existe.. ainda, quem sabe se um dia não haverá algo milagroso para ajudar estas crianças. Mas de facto, sem medicação, a vivênvia na escola seria insustentável, sem medicação seria impensável conseguir aprender da forma como se comportam. O meu G. também é muito educado, mas sem a medicação, a impulsividade toma posse dos seus actos e a fala chega antes do pensamento... Não que não tenha logo consciência que não devia ter respondido ou agido de determinada maneira, apercebe-se logo, mas sempre tarde de mais! O meu G., neste sentido é diferente do N., a medicação não lhe retirou o sono, pelo contrário... Antes de ser medicado, a agitação dele era de tal ordem que não havia meio de dormir mais do que 2 ou 3 horas, estava a ser insustentável quer para ele quer para mim. De facto adormecia quando o deitava, mas passado esse tempo acordava e não dormia mais. Depois de medicado, noto que está menos agitado à noite, apesar de já não sentir o efeito do Concerta e ser ele-próprio, sempre do contra, sempre com resposta na ponta da língua, e sempre insatisfeito por ter que se deitar, adormece bem e dorme até de manhã, embora sinta agitação toda à noite e fale tanto que nem sei como consegue dormir assim. O apetite também é menor mas como ele come por 3 sem medicação, quando medicado come bem...
Nas férias e ao fim de semana dorme mal e come muito, e não toma medicação.
Nunca poderemos evitar os transtornos causados pela pertubação de que sofrem, mas cabe-nos a nós pais, fazer os possíveis para minimizá-los e proporcionar-lhe uma vida "normal", ajudá-los a ajustarem-se à realidade que os rodeia e sentirem integrados. Penso que sem a medicação não seria possível, mas só isso não chega e por muito que possa custar, cheguei à conclusão que não há nada como serem acompanhados com muita regularidade. O G. passou a fazer terapia 1 vez por semana, ainda não vi resultados em casa mas desde que ele se sinta bem e sinta que tem com quem falar, o resultado está à vista!
Abraço,
Anabela
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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 00:04

Olá

De facto, cada caso é um caso, o N. dorme bem quando não toma a medicação, é algo agitado, mas dorme a noite toda, coisa que raramente acontece quando está medicado.

O N. é visto por médicos desde os 3 ou 4 anos, para ser sincero, para além da medicação, não acho que nenhum dos vários pelos que passou tenha conseguido ter o menor efeito sobre ele.

Durante muito tempo o foco era a adopção e o abandono, demoraram muito tempo a diagnosticar o verdadeiro problema e nunca souberam atacar o assunto da forma certa..., de novo, cada caso é um caso e os médicos serão todos diferentes... mas eu estou completamente de pé atrás ...

Jorge
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De lua a 17.10.2011 às 13:30

Jorge, em relação à hiperatividade não posso acrescentar muito a tudo aquilo que já aqui falaste. Agora em relação à importancia de um bom director de turma, aí sim. Sei do que falo. Se nesta faze inicial do 2º ciclo os nossos filhos tiverem a sorte de encontrar professores competentes e atentos, as coisas tendem a correr melhor. A minha filha teve um inicio de 5º ano muito dificil. Mas tivemos muita sorte com o director de turma. Houve sempre uma ligação estreita entre a escola e a familia. Nunca deixou passar nada em branco e hoje acredito piamente que aquele homem interferiu com o futuro da minha filha. Digamos que lhe alinhou a rota :)
Sei que é esse o papel dos directores de turma mas vou-lhe ficar grata para sempre.
Abraço
lua
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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 00:07

Concordo contigo sobre a importância dos directores de turma e da forma como reagem ante cada criança e os diferentes problemas... não tenho tido muitas razões de queixa até agora.... mas não gostei nada da atitude da que lhe calhou em sorte à mais velha este ano.. vamos a ver no que dá.

Jorge
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De Maria a 17.10.2011 às 14:37

Pedi agora ajuda a uma psicologa porque o meu Suspeitinho continua com uns comportamentos que ainda não consegui perceber qual a origem. A pediatra acha que o ser teimoso e um certo comportamento de oposição tem a ver com a falta de regras e de educação que lhe temos dado. Custou ouvir mas talvez ela tenha alguma razão. Mas só alguma. O certo é que entre açoites, palmadas, castigos, olhos abertos, gritos, não sei bem que mais posso fazer para, supostamente, o educar. Tem dias em que tudo corre bem, tem outros que parece o inferno descido à nossa casa.

A minha mãe (professora do básico) não lhe parece que seja hiperactivo. Eu também acho que não. Quando gosta de uma coisa está tempo e tempo a fazê-la. É capaz de estar perto de uma hora a ver os desenhos animados preferidos, se estiver para aí virado.

Mas ao ler o teu post identifiquei algumas coisas dele: a teimosia, o fazer precisamente o contrário do que lhe pedimos, o não descansar à noite (nem com o Sonomil que a médica lhe indicou), o fazer muitas birras...

A psicóloga vai agora avaliá-lo ... deixa ver qual o resultado. Ele só tem 3 anos.
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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 00:20

Tu não leste o comentário da Teresa (do energia a mais), mas peço-te que cá voltes e leias. Eu concordo completamente com ela, com 3 anos não há forma de diagnosticar hiperactividade... eu que tu ia pela opinião do pediatra, há crianças mais mexidas e activas que outras, isso não quer dizer que sejam hiperactivas, a minha mais nova também tem alguns destes sintomas, e já houve alguém que quis insinuar que ela poderia ser hiperactiva.. mas nós que já passamos por isto estamos de acordo, não é, não tem nada a ver. Ela é simplesmente uma criança alegre e com muita vida... que acredito que seja o que se passa com o teu suspeitinho.

O meu filho começou a ser visto por psicólogos mais ou menos com 3 anos, e passado todo este tempo há algo de que estou certo, foi uma enorme e completa perda de tempo e dinheiro. Os psicólogos vêem o que querem ver, no caso dele viam fraca auto-estima e associavam de imediato à adopção, era completamente frustrante. Até entrar para a escola nenhum conseguiu detectar a dislexia e a hiperactividade.... temos inclusivamente uma história quase hilariante de uma sessão com a equipa de um senhor muito famoso, especialista em crianças e que até escreve livros... que conseguiu diagnosticar uma serie de coisas para um problema que afinal...era alergia a chocolate.

Eu que tu ia com calma, deixa ele crescer, dá tempo ao tempo

Jorge



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De Maria a 18.10.2011 às 13:26

Expliquei-me mal... a avaliuação que pedi à psicóloga não é no sentido de ver se ele tem hiperactividade. Não tem. Eu sei que não. (Embora, por vezes, me deixe exausta com o seu comportamento algo tempestuoso, com a sua teimosia crónica e o descansar pouco à noite... daí o eu ter comentado este teu post a dizer que havia coisas que se assemelhavam ao teu filho). Com 3 anos ele fala ainda um pouco "abebezado", diz muita coisa mas sem que ninguém perceba e eu pedi o apoio do terapeuta da fala que existe no colégio. Acontece que antes do terapeuta tem que ser avaliado pela psicóloga que vai tentar perceber se este "atraso" da linguagem que ele tem, terá a ver com uma causa física ou terá relacioando com o seu comportamento (opinião desde logo aventada pela pediatra na consulta de rotina).
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De lagoa_azul a 17.10.2011 às 15:53

Boa tarde Jorge,

Do assunto hiperactividade, reconheço que sei muito pouco. Contudo da minha experiencia de mãe, deve haver momentos em que é complicado gerir os humores e teimosias dos miúdos, principalmente quando dormem pouco, em que o sono é essencial.

Quanto à medicação pode ser que quando entrar na adolescência as coisas melhorem e as hormonas saltitantes consigam equilibrar a coisa, isto para não te assustar e dizer que ao entrar na puberdade não há medicação que nos valha :-) são mesmo turbulentos por natureza.

Boa semana

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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 00:23

Olá

Era bom que assim fosse, infelizmente o mais certo é que não seja, há por aí alguém que para além de ter um filho hiperactivo, tem um marido que também o é... com o tempo eles vão aprendendo a lidar com o problema, mas é algo que os acompanha para a vida.

Jorge
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De chatice_tuga a 17.10.2011 às 16:23

Motivos cívicos de força muito grande forçam-me a usar o vosso mail para vincular este alerta,
Peço desculpa, desde já.

Por favor tomem conhecimento do conteúdo deste blogue e defendam-se:
http://recusecontadoresinteligentes.blogspot.com/ (http://recusecontadoresinteligentes.blogspot.com/)

Passem e repassem a informação junto dos vossos amigos e colaboradores, é preciso que a verdade se saiba.
Obrigado
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De energia-a-mais a 17.10.2011 às 22:51

Olá Jorge
Como sabes o meu mais velho também sofre de PHDA. Passou este ano para o 5º ano, tal como o teu N. Mas no caso do meu as coisas não estão a ser nada fáceis. E se o teu por não tomar a medicação um dia, teve logo reparo, o meu tem trazido recados na caderneta todos os dias - ou porque não faz os TPC, ou porque os faz diferentes do que lhe foi pedido, ou porque não leva o que lhe pediram de material, ou porque fala muito nas aulas....e porquê? porque tem andado sem medicação nas últimas duas semanas e ainda vai ficar sem ela mais duas até ser avaliado pelo médico que o acompanha,pois a diretora de turma pediu um relatório atual e o médico achou melhor fazer a consulta após uma paragem. Ou seja, sem medicação e sem orientação correta na escola o desastre é total! O pior é que estes miudos não podem esperar pela «sorte» de terem um professor que seja compreensivo, que adapte o seu método dentro da sala, enfim que seja flexivel para os perceber...os professores têm obrigação de serem assim. Porque nós pais também tivemos de aprender a lidar com eles e tenho a certeza de que se eu fosse professora e tivesse miúdos com caraterísticas especias dentro da minha sala, eu iria aprender tudo o que pudesse para os levar ao sucesso - porque sou assim!
Desculpa o desabafo mas hoje recebi mais dois recados da escola e sei que vou ter um batalha muito dura este ano letivo.
Do dormir - o meu nunca dormia mais de 3 ou 4 horas antes de ser medicado com metilfenidato, a dosagem é muito importante, o pico que eles sentem após o desaparecimento da substância do organismo deve ser por volta das 18h ou 19h para permitir que na hora de dormir eles estejam já mais calmos. O que acontece é que muitas vezes os médicos receitam uma dose para que a criança permaneça sob efeito até à noite e por isso o tal pico dá-se muito mais tarde. Mas isso pode ser ajustado como foi feito com o meu filho (embora tenhamos uma fase terrível entre as 18 e as 22h, ele consegue depois ter uma horas de sono mais certinhas até de manhã) e compensa largamente pelo sucesso escolar que lhe permite.
Já agora, li alguns comentários a que não vou deixar de responder - quando uma criança tem hiperatividade, em adulto terá hiperatividade, isso não é uma suposição - é um facto!
Antes dos 5 anos uma criança NUNCA deve ser avaliada pois as caraterísticas que as mães de crianças de 2 ou 3 anos apontam como sendo de PHDA, fazem parte do normal desenvolvimento - a teimosia, a exploração de novos espaços e a dificuldade em cumprir regras, o testar os limites da auturidades dos pais - tudo isso é normal e faz parte do crescimento (preocupem-se é se as vossas crianças não fizerem nada disso e passem horas sentadinhas a ver TV...) e antes dos 6 NUNCA deve ser medicada - a não ser quando o despiste médico encontre razões que superem o risco!
Acabo de abrir um núcleo da APCH na zona norte do país, aqui fica o link se me permites www.apch-norte.blogs.sapo.pt
Um abraço e continua a enfrentar esse desafio chamado N como tens feito, com coragem!
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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 22:48

Olá

Eu acho que o vosso médico teve uma péssima ideia, estes dias sem medicação vão formar a imagem dele para os professores e vão de certeza deixar marcas.. eu acho que não ia na história....

Concordo contigo e já o disse à Suspeita, com 3 anos não há forma de diagnosticar uma criança, isto nunca deve ser feito antes da entrada para a escola ...

Jorge
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De energia-a-mais a 18.10.2011 às 23:13

pois...eu tive de ligar ao médico após o Rafa ter vindo com mais um recado...mas também entendo o que ele queria - o Rafa está com esta dose há mais de um ano e sempre que o médico quer fazer uma reavaliação suspende a medicação - só assim consegue perceber se existem alterações, só que este ano coincidiu com a mudança para o 2º ciclo e muitas mudanças de rotina. Em todo o caso como não podemos antecipar a consulta vamos voltar à medicação a ver se os «estragos» não se tornam demasiado graves...
Teresa
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De Sofia a 17.10.2011 às 23:14

Olá Jorge!
Antes de mais agradeço novamente o estares presente na nova etapa do Sorriso. Espero que seja por muito tempo :)

Sobre esta questão, também já vivi o problema de perto. Já trabalhei com crianças hiperactivas e sei da importância da medicação. No entanto é muito complicado pois é uma criança mas é a única forma de combater outros problemas adjacentes como o défice de atenção.

Mas olha...de vez em quando dá-lhe um dia livre de comprimidos e deixa-o desfrutar :)
Beijinhos e boa semana*
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De Jorge Soares a 18.10.2011 às 22:49

Olá

Não tens nada que agradecer, tens é que continuar a escrever e a aparecer por cá..a tua opinião de professora é sempre útil :-)

Jorge

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