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Julgado por roubar um champô e uma embalagem de polvo

Imagem do Público

 

Um homem começou hoje a ser julgado no Porto por suspeita de ter tentado roubar uma embalagem de champô e outra de polvo, num dos supermercado “Pingo Doce”, daquela cidade, no ano passado. 

 

Este senhor foi apanhado com artigos no valor de 26 Euros, artigos esses que foram recuperados pelo segurança do supermercado... mas aposto que a este não há advogado ou recursos que o salvem...este vai ser condenado e pagar a sua pena.

 

Entre policia, funcionários do tribunal,juizes, advogados e restantes custos do processo, quanto irá custar ao estado este caso? e o que vai ganhar o Pingo Doce, que até já recuperou os produtos, com isto?

 

Para que serve um caso destes para além de entupir os já mais que congestionados tribunais?, o senhor será no pior dos casos condenado a pagar uma multa, que será traduzida em pena de prisãocaso ele não tenha forma de a pagar...

 

Em Novembro do ano passado, um sem-abrigo foi julgado por ter sido apanhado a roubar seis chocolates no valor de 15 euros numa loja Lidl, em Agramonte, no Porto..

 

É verdade que um crime é um crime, mas será tudo isto mesmo necessário?

 

Alguém se lembra do Carlos Cruz e dos restantes condenados da Casa Pia? e dos que fizeram desaparecer milhões no caso BPN?, e do Isaltino Morais e dos seus recursos? Não, porque esses tem dinheiro, bons advogados e muitas formas de evitar que se faça justiça. Aliás, o carlos Cruz está a virar de novo figura pública e em breve vai voltar a ser o senhor televisão.... 

 

É suposto a justiça ser cega, mas tem mesmo que ser burra?

 

Jorge Soares

publicado às 22:06


12 comentários

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De energia-a-mais a 18.01.2012 às 14:20

os exemplos de burrice da nossa (in) justiça são cada vez mais - só hoje comentaram-se os casos de um psiquiatra que violou uma sua paciente grávida e em que a ela coube pagar as custas judiciais e ele goza de liberdade (sem ter sido condenado, ainda nem sofreu represálias da Ordem dos Médicos); o caso do tal Rodolfo que apanhando pena suspensa, sai do tribunal e reincide logo ali à porta no crime de violência e o do violador de telheiras que pode ver a pena reduzida quando da cadeia consegue mandar cartas às vítimas onde mais uma vez as humilha e agride psicologicamente. Alguém duvida que este estado de coisas só pode vir a dar em revolta??
Teresa
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De Jorge Soares a 22.01.2012 às 23:29

Mais dois exemplos da forma como a justiça não funciona...

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