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A escola que temos

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A ouvir com atenção, alguém sem papas na lingua, que diz coisas interessantes sobre  o ministro, o ministério, as escolas, os professores, os sindicatos, os alunos....


"Eu a esses investigadores e esses peritos mando-os bugiar...."


"Eu não tenho que ser perita em nada porque a maior parte dos peritos são uma nulidade.."


"Conheci professores que estavam a fazer o mestrado que não sabiam a diferença entre adjectivo e substantivo, que não sabiam resolver problemas elementares de matemática..."


"É uma farsa o que se está a passar e indecente aquilo que se faz aos professores... são extremamente maltratados e às vezes pelo próprio sindicato ..."


"Está-se a destruir a escola pública e o objectivo é canalizar para a escola privada..."


"Já vi escolas a mandar crianças de ascendência africana para as piores escolas por uma atitude racista"


Jorge Soares

publicado às 22:13


22 comentários

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De sentaqui a 16.04.2012 às 23:27

Sem papas na língua e asssustadoramente lúcida.
Foi-lhe dada a oportunidade e ainda bem de falar da bandalheira a que está condenado o ensino em Portugal.
Enquanto estiverem nos gabinetes pessoas que não sabem o que é uma escola, que nunca estiveram no terreno, não tenhamos esperança que algo mude para melhor.
O Sr. ministro que tão contundente foi antes de chegar ao governo, não esperava que viessem uns de fora (troika) dizer que já é tarde para começarem a pensar, mas caramba, pelo menos sejam honestos e não tratem os professores como lixo, afectando deste modo pais e alunos.
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De eu ando às voltas a 17.04.2012 às 18:26

Quem fala assim não é gaga. Não é preciso ser perito para saber que controlar 27 a 30 alunos se pode tornar um tormento. Não é preciso ser perito para saber que com turmas de 20 alunos seria possível chegar mais aos alunos. Não é preciso ser perito que criar turmas com 30 alunos reduz o numero de turmas logo não é necessário tantos professores, poupando em salários. Não é preciso ser perito que no governo só se vê numeros sem olhar à qualidade, e se fosse só no ensino...
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De Spawn a 17.04.2012 às 19:02

Talvez o problema seja pensar que os alunos têm que ser "controlados".

Mas concordo que o governo só vê números. Infelizmente as razões para esta medida são puramente economicistas. E o relatório da OCDE, parece que não serve para nada...
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De eu ando às voltas a 17.04.2012 às 19:43

Ou seja, não se deve controlar os miúdos e as suas atitudes na sala de aula? Deve-se deixar que reine a anarquia. Se fizermos um regresso ao nosso passado, sabemos bem que basta dois engraçadinhos criarem confusão na sala, para todos ser levados a fazer também. Com turmas menores o risco de isso acontecer é menor e a atenção a cada um é maior.
Mas como tinha dito e por si concordado é só uma questão de números e não de qualidade.
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De Spawn a 18.04.2012 às 00:34

O contrário de "controlo" não é a "anarquia". Senão, ou temos ditadura, ou temos a selva. Não me parece que a pedagogia da sala de aula tenha que ser tão extremada.

De resto, não precisamos de voltar ao passado. Existem actualmente conhecimentos mais que suficientes para que se distribuam melhor as responsabilidades dentro do espaço escolar, entre professores e alunos. Ao contrário do que é senso comum, se lhes for dada a oportunidade, os alunos querem fazer parte da escola. Até mesmo os "engraçadinhos".
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De eu ando às voltas a 18.04.2012 às 17:31

Claro que existem conhecimentos e existe a prática. E a prática mostra que com turmas reduzidas os conhecimentos para responsabilidades aos alunos no espaço escolar torna-se mais eficiente.
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De Spawn a 17.04.2012 às 03:15

Lamento, mas discordo que esta senhora seja para ouvir com atenção, ou que esteja particularmente lúcida.
A pedagogia não deve ser apenas um complemento. Para se ser um professor de qualidade não basta saber a "sua" matéria na ponta língua. Há uma diferença abismal entre "saber" e "saber-ensinar". Não basta transmitir conhecimento. É preciso saber ajudar as crianças a desenvolverem as suas capacidades de adquirir conhecimento. E isto não é apenas um complemento. A maneira como adquirimos conhecimento é um assunto da maior importância para quem se intitula professor. Se esta senhora quer mandar bugiar quem a pode ajudar a que os seus alunos se tornem mais autónomos e competentes, então realmente compreendo que esteja de baixa.

Lamentável é que se aplauda esta postura.
Segundo: eu percebo porque é que lhe incomoda tanto os especialistas. É que do seu discurso percebe-se que defende um ensino centrado no professor - ou seja, o professor tem é que saber/debitar, o aluno tem é que ouvir/armazenar. Por isso diz com naturalidade - "hão-de sempre haver alunos que fiquem esquecidos!". Um ensino centrado no aluno implicam competências e formação que a larga maioria dos professores não possui - a tal malfadada pedagogia. Mas percebe-se que a essa também a manda bugiar.

O seu discurso é, de resto, incoerente. Não é por haver muitos habitantes que as cidades se tornam ingovernáveis, e a realidade dá o exemplo. Nas cidades há associações, há clubes, há comunidades. O poder não está totalmente centrado num individuo. Na sala de aula desta sra, claramente o poder está centrado nela. É por isso que é ingovernável. Esta sra, quer que os seus alunos aprendam como ela aprendeu, como se fôssemos todos iguais e aprendessemos todos da mesma forma, como autómatos. Mas não somos robôs, e isso é um problema para muito professores, e até para o ministro Nuno Crato, tão aplaudido por estes mesmos professores, agora tão indignados. E no entretanto, a pedagogia que vá bugiar, pois claro.

O problema é que as pessoas que estão à frente das escolas e do ensino em Portugal, não querem mudar. Querem que os meninos entrem quais caezinhos amestrados nas escolas e se sentem e levantem quando são mandados. E as crianças, porque nem sequer no sítio que as deve acolher e ajudá-las a olhar para o que as rodeia, são ouvidas, porque não têm voz, revoltam-se, gritam, esperneiam.

Mas continuem assim. Deixem a pedagogia fora da sala de aula. Continuem a insistir na tese dos bons e maus alunos. Continuem a achar que basta abrir as cabecinhas dos meninos e deitar lá para dentro o que acham que eles precisam de saber. E quando eles se recusam a que lhes abram a cabeça, apelidem-nos de maus alunos, ou fracos, ou medíocres. Ou se derem mesmo muito trabalho, mandem-nos ao psiquiatra, levar com uma dose de ritalina para estarem quietos.

Enfim, admito que a sra professora esteja agastada, cansada, confusa, e até revoltada. Admito que este ministro está longe de levar a educação a bom porto. Mas dizerem-me que um discurso com este grau de incoerência é interessante e acertado, isso é que não pode ser!

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De Marão a 17.04.2012 às 09:37

As posturas, antes do radicalismo do aplauso incondicional ou de condenações apressadas discutem-se. Além do mais, sublinhar o mérito inegável desta Senhora ao suscitar o debate que muitos ditos entendidos sempre abominam.
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De Spawn a 17.04.2012 às 18:43

Esta senhora manda os restantes intervenientes "bugiar".

Logo, não me parece que esteja particularmente disponível para o debate. A não ser que os contributos vão ao encontro do que a senhora acha que deve ser a educação. Para quem a pedagogia é um "complemento".

Isto não é debate, é espectáculo televisivo.

Para debate sobre educação, pesquise sobre a recente Conferência sobre "Educação Especial", na Assembleia da República.
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De Marão a 17.04.2012 às 19:16

De espectáculos televisivos estamos fartos, mas não consta que essa Senhora seja se dê a tal papel ou que seja costumeira cena. A AR como modelo de coisa escorreita deixa muito a desejar, havendo quem prefira pesquisar na realidade que iluminados pedagogos nos legaram. Escolas transformadas em armazéns de analfabetos funcionais sem saber ler, escrever ou contar. Basta ver concursos televisivos onde frescos doutorados carregam fardos de ignorância, ao ponto de não saberem onde corre o Rio Minho ou quantas arestas tem um cubo.
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De Spawn a 17.04.2012 às 19:25

Deu-se ao trabalho de pesquisar, e já agora de ouvir os intervenientes na conferência? (uma pista: não são políticos) Ou basta-lhe a sua capacidade de dedução e de análise da "realidade" para fazer exercícios de retórica num blog?
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De Marão a 17.04.2012 às 20:46

Concedo que nas pesquisas poderei estar limitado, mas em retórica, com a sua muito bem acompanhado.
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De Spawn a 18.04.2012 às 00:18

Bondade sua
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De Jorge Soares a 18.04.2012 às 21:34

E eu agradeço aos dois a forma como conseguiram discutir o assunto... independentemente de concordarmos ou não com todas as opiniões, aprendemos sempre mais com uma discussão de elevado nível como a vossa.

Obrigado
Jorge Soares
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De sentaqui a 17.04.2012 às 11:15

Permita-me que lhe pergunte se o senhor alguma vez esteve diante de uma turma, ou melhor, é professor?
Pelo seu comentário deduzo que não o seja.
A senhora professora não se limitou a vitimizar-se, ela atacou todo um sistema educativo que está podre e caduco.
Ao invés de criticar, apresente soluções ou faça uma análise coerente e assertiva do que se está a passar em Portugal a nível da educação.
Já agora sugiro que leia o brilhante comentário do Marão.
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De Spawn a 17.04.2012 às 18:37

Diante de uma turma já estive. E deduz bem. Não, não sou professor.
Imagino que as suas interrogações estejam na linha de raciocínio de que, por exemplo, quem não tem filhos não tem credibilidade para falar do que é ser pai. Então imagino que só quem é professor é que pode contribuir para o debate. Permita-me que lhe diga: que pobreza de debate, e que pensamento redutor.

Situo-me no plano dos tais "especialistas", apesar de me desagradar a designação, e de achar que de facto sei muito pouco de quase nada.

Segundo: a senhora está à beira de um ataque de nervos, e não percebo como um "ataque" tão óbvio ao sistema educativo seja tão valorizado. E não me interprete mal, eu estou totalmente solidário com o mal estar da senhora. Não concordo é totalmente com a sua posição.
Esta professora tanto diz que os "bons" alunos "não podem ser prejudicados" pelos "maus", como se indigna com o preconceito em relação a crianças de cor. Uma coisa está relacionada com a outra. Mas lá está, eu não sou professor...

De resto, embora não concordando com as políticas educativas do actual governo, e concordando consigo de que o actual sistema educativo está caduco, não percebo o que é que a senhora disse de tão extraordinário, e quais as soluções que apresenta. Mas que a mim me exige. Mas não o vou defraudar. Embora também não facilite.

Então faça-me um favor, pesquise, por exemplo, sobre a Escola da Ponte. É o primeiro link do google. Leia o Projecto Educativo (sobretudo a parte sobre os alunos, e sobre os orientadores educativos), o Regulamento Interno, e o Contrato de Autonomia desta escola, que está absolutamente aparte do marasmo actual da educação.
Melhor ainda, visite a escola, e fale com os alunos e com os restantes intervenientes no seu percurso educativo. E como estamos a comprometer a nossa sociedade ao diferenciar entre alunos "bons" e "maus", e não darmos voz e responsabilidade aos alunos.

Pesquise sobre João dos Santos e a sua abordagem designada de Psicopedagogia.

Pesquise e/ou visite o Centro Helen Keller, e procure compreender que todos podemos aprender uns com os outros, apesar das diferenças.

Leia a Declaração de Salamanca.

As soluções existem (ou pelo menos a capacidade de progredir), não existe é disponibilidade para o debate e para a mudança. Quando os professores mandam "os outros" bugiar, está tudo dito sobre a disponibilidade para o debate de boa parte deste grupo profissional.

E mais uma vez, eu não concordo, de todo, com a maioria das medidas deste ministério. Mas isso não quer dizer que esta professora tenha razão naquilo que diz.

Mas que sei eu, nem sequer sou professor...
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De Cris a 17.04.2012 às 19:01

acrescentaria a pedagogia waldorf. e deve haver outras. mas a mudança é sempre difícil. eu compreendo a revolta dos professores. contudo, eu pergunto-me porque é que a senhora está de baixa? é doença física ou é algo do foro psicológico? acho que a senhora estava um pouco alterada sim.
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De Spawn a 17.04.2012 às 19:19

Aparentemente, mesmo de baixa, tem a capacidade física para se deslocar ao estúdio da sic e falar na televisão. E também não deve ser de cariz psicológico, pois é tida como muito esclarecida sobre o assunto. Deve ser outro tipo de baixa, que não põe em causa aparecer na televisão.
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De sentaqui a 17.04.2012 às 20:13

Não preciso de pesquisar sobre a Escola da Ponte, porque há uns anos atrás tive oportunidade de visitar e de trocar impressões com todos os intervenientes dessa escola.
Antes do ex 1º ministro José Sócrates ter visitado a Finlândia para se inteirar do sistema educativo desse país, já eu lá tinha estado durante oito dias onde participei em debates, visitei escolas e no final fiz um relatório que apresentei ao presidente da minha autarquia que também se deslocou à Dinamarca e uma outra colega à Suécia, para que juntos pudéssemos com o que vimos e experienciámos elaborarmos um projecto educativo que visasse a autonomia das escolas.
Elaborado o projecto a então Srª ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues dignou-se receber-nos e à partida chumbou tudo o que apresentámos, alegando que o concelho era demasiado pequeno e que não havia necessidade de construirmos uma escola diferente a exemplo do que vimos nos 3 países europeus e na Escola da Ponte. Acabava-se de perder a oportunidade de concretizar um sonho de um jovem autarca cujo principal lema do seu mandato era o sucesso educativo, englobando pais, educadores e crianças.
Concordo que a senhora professora se excedeu e foi infeliz nalgumas frases que proferiu, mas atitudes destas só demonstram a revolta e ineficácia do sistema educativo que vigora em Portugal.
Concordo com o senhor quando diz que as soluções existem, já não acredito que haja disponibilidade por parte dos nossos governantes para para o debate e consequente mudança aconteça, já que agora estão condicionados financeiramente por uma coisa chamada "Troika" e todas as medidas que estão a querer tomar alegando que é para bem das crianças, não são senão uma forma de conter despesas prejudicando desta forma toda a comunidade e não me refiro só aos professores, há que pensar nos encarregados de educação e nas crianças.
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De Spawn a 18.04.2012 às 00:16

Grato pela partilha. Folgo em ouvir/ler alguém que questiona de facto o ensino e não se limita a elaborar sobre senso comum.

Naturalmente concordo consigo sobre a hipotética boa vontade das medidas deste governo.

A minha preocupação é sobretudo que se diabolize um dos lados. No momento em que isso acontece, a capacidade para a mudança fica comprometida.
Os professores, apesar de cansados, saturados, agastados, etc. não podem simplesmente eximir-se de responsabilidades e do seu papel, até porque são parte crucial no ensino. É por isso que me custa ver a posição desta senhora tão bem recebida. Isto não pode ser ou 8 ou 80.

O facto é que os professores tiveram a força para parar o processo de avaliação de professores. E não vou discutir a pertinência dessa avaliação, apenas me parece que se houvesse de facto uma vontade da maioria da classe docente em mudar a face do ensino, para que este tenha mais qualidade e seja mais inclusivo, tinham o poder e capacidade para isso. Ou pelo menos para pressionar o governo a fazê-lo de forma efectiva. Mas sou obrigado a questionar se têm de facto essa vontade. É que o discurso "eu já tenho N anos de serviço, ninguém me vem dizer como é que devo ensinar" não o ouvi só desta senhora.

Infelizmente, muitas vezes os professores são parte do problema, ao invés de quererem ser parte da solução.
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De Marão a 17.04.2012 às 09:17

A amplitude das consequências futuras de um modelo educativo, reclama e merece um debate competente, sério e transparente para além da contabilidade caseira nos apontamentos dos partidos. Medidas atabalhoadamente avulsas e apressadamente conjunturais não encaixam num sistema de ensino que se pretende produtivamente escorreito. Enquanto enviesadamente se entender que em cada legislatura, um governo, qualquer governo, pode tudo baralhar e dar de novo, não se ataca a raiz do problema, e principalmente os mais jovens são indecorosamente sujeitos ao papel de cobaias nas mãos de reles experimentadores propagandistas de ocasião. O sistema educativo terá que ser visto como uma questão de regime, bem afinado para durar décadas sem sobressaltos, que como tem andado, nem tempo temos para aferir resultados. Acontece que, a exemplo de muitas outras e diversificadas instituições, as escolas privadas também podem prestar um meritório serviço público. A realidade ensina, que perante a recorrente incapacidade e mesmo prepotência do Estado em muitas áreas sociais como em muitos outros quadrantes, o contributo particular pode diversificar e contribuir sem benefícios chocantemente indecorosos e indevidos. Por desgraça, tem mesmo que se substituir aos inorgânicos órgãos do poder, como por exemplo quando a fome aperta na sociedade. Até pode acontecer que o omnipresente e prepotente estado receie e fuja da demonstração comparada da eficiência do desempenho e dos consequentes resultados. No que respeita a critérios justos para comparticipação do orçamento do País que todos somos, uma regra simples e bem calibrada basta. Abertura nos privados para acesso universal a todas as camadas sociais sem encargos adicionais para famílias abaixo de um determinado rendimento, e a partir do qual a classe dos bem instalados teria que abrir os cordões á bolsa. É tudo uma questão de forma e de fórmula. Em doses excessivas o Estado mata.
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De Kok a 17.04.2012 às 12:00

Estou "amarrado" de pés e mãos.
O sistema de som aqui da geringonça deu o berro daí que não me seja possível ouvir o que quer que seja!
Tenho pena, mas...

Os professores não devem ser uma classe à parte, com privilégios extra, (e no entanto outros há...) e no entanto não se deve esquecer que são eles que mais responsabilidade têm no desenvolvimento e no engrandecimento da uma sociedade; e tudo começa no primeiro dia de aulas do 1º ano, do 1º ciclo!
Tenho a sensação que o sistema de ensino tem sido conduzido por "ramais" (utilizando uma terminologia ferroviária), uns desembocando noutros e cada um novo que chega, acrescenta mais um troço sem nunca se atingir a linha principal.
Sobre o actual ministro o que me ocorre dizer é:
-quem te ouviu, e quem te ouve...

1 abraço!

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