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Pingo doce oferece 50% do valor das compras

 

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Antes de mais um esclarecimento, não, eu hoje não fui às compras, soube da promoção por volta da hora do almoço, o primeiro que pensei foi,... 50 Euros é dinheiro (a oferta era a partir dos 100 Euros de compras) ... dava para amanhã atestar o depósito... é claro que quando soube da loucura que se tinha instalado, esqueci o assunto... 

 

Há uns 20 anos, quando ainda era estudante, trabalhei numa empresa que tinha um supermercado, lembro-me de um sorteio de um carro e de ver passar todos os fornecedores pelo gajo das compras, um por um foram deixando uma parte... no fim, os fornecedores pagaram dois carros, um foi sorteado, o outro foi lucro para a empresa.

 

Ou seja, para quem acha que o Pingo Doce deu hoje uma parte dos seus lucros, desengane-se, quem pagou tudo isto foram os fornecedores, e não, eles não tem margens para fazer isto todos os dias, nem o Pingo Doce nem os fornecedores.

 

Sobre a loucura que se instalou em todas as lojas, acho que se entende perfeitamente que numa situação como a que vivemos tenha havido muita gente a aproveitar, o dinheiro está caro e não há muitas oportunidades destas. Não sei até que ponto não terá havido muita gente a deitar dinheiro fora comprando coisas que não necessita e que de outra forma nunca compraria, mas isso são contas de outro rosário..

 

É claro que as guerras pelos carrinhos, as agressões pelos produtos e por entrar na loja primeiro e as restantes faltas de civismo estão sempre demais, mas onde está a novidade?

 

Sobre o facto de isto ter sido precisamente no dia 1 de Maio, que a julgar pelo meu Facebook irritou tanta gente, acho que é um dia como outro qualquer para se fazer uma campanha de Marketing, não é o primeiro ano que estas lojas abrem neste feriado, não será o último de certeza... de resto, só vai às compras quem quer e não é por se ir às compras que se deixa de festejar o dia, afinal, qual é a diferença de se ir às compras ou ir para a praia?, a malta não vai mesmo às manifestações.

 

Jorge Soares 

publicado às 21:35


41 comentários

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De Maria a 01.05.2012 às 22:40

Pelo que sei, o 1.º de Maio é uma data simbolica. Comemorada em todo o mundo. Sempre me lembro de tudo estar fechado neste dia. Agora cada vez menos, desde que as grandes superfícies começaram a ditar as regras de um capitalismo algo selvagem. Na minha opinião, a acção de hoje do Pingo Doce foi muito além de arranjar forma de ganhar mais uns "tostões" de lucro! Foi uma forma de mostrar, a quem tenha dúvidas, que o trabalho é cada vem menos um bem. Vale cada vez menos. E ser trabalhador é estar sujeito às imposições de quem têm a força de trabalho! Já não há direitos adquiridos.

A ação não foi inocente, Jorge! E se era uma simples ação de marketing, porque não no fim-de-semana ou em qulquer outro dia?
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De Jorge Soares a 01.05.2012 às 22:46

Por acaso estive para tocar esse ponto no post... achas que o Pingo Doce fez um favor a quem? ao governo? foi só um acto contra os sindicatos?

Eu acho que eles escolheram este dia porque teria mais impacto que em qualquer outro fim de semana... foi muita publicidade gratuita, muitas referências à marca durante o dia todo....

Jorge
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De Maria a 01.05.2012 às 22:53

Não ponho em causa o oportunismo da campanha. Acho sim que é uma falta de respeito obrigar trabalhadores a trabalhar neste dia. Mas, sinceramente, aquilo que acho mais triste é a reação deste povo. A mim também me dava muito jeito um desconto assim. Mas por uma questão de principio (e de falta de paciência) não entrei hoje em qualquer loja. Nunca o faço. É o dia do trabalhador. DIA DO TRABALHADOR. Não sei ... há aqui qualquer coisa de subversivo
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De André a 02.05.2012 às 05:27

Obrigar a trabalhar? Mmm, não me parece. Sabes o que é que receberam os trabalhadores em troca de irem trabalhar dia 1 de Maio? 3x o ordenado diário, mais um dia de folga, e acesso à promoção nos próximos 30 dias. Eu se pudesse, aceitava!
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De Cris a 02.05.2012 às 10:27

Isso a mim soa-me a "chantagem positiva", que, tal como a discriminação, não deixa de ser chantagem.
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:24

Talvez... mas se fosse outro feriado qualquer também vias da mesma forma ou achavas justo?

Jorge
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De Cris a 03.05.2012 às 09:36

Jorge, nos outros feriados a Jerónimo Martins não ia oferecer nada aos funcionários, porque trabalham normalmente nesses. Se fizeram uma oferta tão "generosa" neste é porque usualmente não trabalhavam. Portanto, chantagem!
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De André a 03.05.2012 às 12:15

Esse raciocínio não faz qualquer sentido. Dizerem que só aceitaste algo porque te ofereceram algo de muito bom em retorno é contrário a definição de chantagem.

"Eu não queria vender o meu carro, mas ele "chantageou-me" com uma oferta de 50.000 Euros!"
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De Cris a 03.05.2012 às 12:46

Não faz sentido para si, mas faz para mim. Opiniões divergentes, nada a fazer.
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De Marão a 02.05.2012 às 10:24

Lá que foi um teste á nossa coerência, sentido de responsabilidade e convicções, isso foi. Os contestados patrões e governo, e ainda por cima num dia destes agradecem embevecidos. Aceitamos qualquer rebuçado sem pestanejar.
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De sentaqui a 01.05.2012 às 22:58

No meio disto tudo, sabes de quem tenho pena Jorge? Das pessoas que estiveram a trabalhar e a aguentar esta bagunça toda.
Cada um é livre de ir ou não às compras neste dia, e o que se passou hoje é uma amostra das dificuldades pelas quais o povo português está a passar, para muitos estes 50% de desconto foi ouro sobre azul.
Podiam fazer accções destas mais vezes a de hoje cheira a provocação.
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:29

Livre.. ser livre, decidir se queremos ou não trabalhar, comprar.... não falei disso, mas vou falar um destes dias... há uns tempos o primeiro de Maio caiu ao Sábado, o senhor do talho da minha rua achou que estar encerrado naquele sábado ia ser um rombo grande para as contas e decidiu abrir, ele é o dono, ele é que tem que pagar a renda, os impostos e as contas..e ele decidiu que precisava daquele dia, não se podia dar ao luxo de perder um sábado... um palerma qualquer não gostou e partiu-lhe a montra.. porquê? porque não podia ele decidir trabalhar naquele dia? desde esse dia passeia olhar para estas coisas com outros olhos.

Jorge Soares
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De P. a 01.05.2012 às 23:01

Qual a diferença entre ir ao Pingo doce ou ir à praia ???

Sendo assim...se tratamos o dia 1 de Maio como qualquer outro dia , para quê manter o dia 1 de Maio como feriado ?? ......Será que talvez o mais acertado seja então comemorar o dia do trabalhador, trabalhando ???

P.
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De Jorge Soares a 01.05.2012 às 23:06

O feriado tem a ver com o simbolismo do dia, sempre me habituei a ver pessoas a trabalhar neste dia, porque há transportes públicos, há hospitais, há meios de comunicação, há cafés,há portagens, há quem trabalhe por turnos, eu tenho colegas que trabalham, todos os anos... em qualquer feriado há e haverá pessoas que tem que trabalhar...

Jorge
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De sentaqui a 01.05.2012 às 23:21

Nisso tens razão, eu por exemplo estive a um passo de ser multada, valeu a simpatia da polícia.
Hoje por exemplo telefonei para a Suíça e perguntei se trabalhavam hoje, de lá responderam-me- comemora-se o dia mas trabalha-se neste cantão, outros há em que fecha tudo.
O significado do dia está presente e não é esquecido o que lhe deu origem, só que há formas diferentes de viver este dia.
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De António Manuel Dias a 01.05.2012 às 23:29

Há uma diferença fundamental entre os hospitais, os transportes públicos, os meios de comunicação ou, já agora, os militares ou as forças de segurança, que eu também já tenho a minha conta de trabalho no 1º de Maio, e os cafés, restaurantes ou grandes superfícies comerciais: uns são serviços essenciais, outros não.
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De Jorge Soares a 01.05.2012 às 23:34

António, concordo contigo, há serviços essenciais e outros que não o são, é verdade, mas as coisas não são tão simples.

Por exemplo, a mim também já me calhou estar de prevenção neste dia, porque há reacções químicas que não se podem parar por um dia e os meus colegas dos turnos tem que lá estar, e precisam da informática.. deveria ter-me negado?

e quem trabalha com os fornos de alta temperatura que demoram dias a apagar e a voltar a ligar?, e as grandes máquinas de papel?... e já agora, os voos comerciais, não deveriam fazer-se? os pilotos e hospedeiras tem que trabalhar?

Há muitas formas de olhar para isto.

Jorge
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De António Manuel Dias a 01.05.2012 às 23:48

Tudo o que referiste aí, mesmo o teu serviço, podem considerar-se serviços essenciais. Um supermercado não é.
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De energia-a-mais a 01.05.2012 às 23:20

Bom, já sabes o que penso mas há uma coisa no teu post que merece detalhar - como dizes e bem quem suporta este tipo de campanha são os fornecedores...e mais tarde ou mais cedo serão os consumidores finais (os que quiseram aproveitar um bom desconto) que irão pagar esse suporte. De qualquer modo, pior no meu entender, não foi o Pingo doce fazer uma ação destas neste dia - foi ver que a malta não fz distinção. E saber que alguns funcionários foram coagidos a apresentarem-se ao trabalho, apesar dessa não ser a sua vontade - legítima!

Teresa
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:36

Teresa... independentemente do resto, as pessoas só se deixam coagir porque querem..é verdade que o emprego está difícil e temos que aproveitar o que temos, mas isso é válido para muitas coisas, para pensar por exemplo que nestas alturas temos que nos sujeitar, não devia ser necessário é verdade... mas termino como comecei, só se deixa coagir quem quer.


Jorge
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De António Manuel Dias a 01.05.2012 às 23:42

Há várias coisas erradas nesta promoção. Pelo menos estas:

1. Os trabalhadores, em especial os precários, foram coagidos a trabalhar, com a ameaça de despedimento ou não renovação de contrato, apesar do pré-aviso de greve. Isto é ilegal.

2. A escolha deste dia para uma promoção deste tipo, especialmente depois de se saber que os trabalhadores pretendiam fazer greve, foi uma demonstração de força por parte da gestão. No meu ponto de vista, isto é imoral.

3. Vender artigos a 50% do preço significa que (1) o preço em dias normais tem uma taxa de lucro anormalmente alta (mais de 50%) ou (2) venderam artigos abaixo do preço de custo. Neste último caso é uma prática ilegal (dumping) e devia ser investigado.

4. Finalmente, a elevada taxa de adesão a esta promoção por parte do português comum, mesmo tendo perfeita consciência dos motivos da promoção e apesar dos tempos difíceis que se vivem, em que todos os tostões contam, demonstra bem o carácter deste povo. Costuma dizer-se que é nas dificuldades que se conhecem verdadeiramente as pessoas... e tendo em conta o que se passou hoje, eu sou levado a concordar. Em alturas de aperto, o português olha para o umbigo, mostrando a todos a sua falta de solidariedade congénita.
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De Jorge Soares a 01.05.2012 às 23:50

António, parece-me que há uma parte do que eu escrevi que tu não leste, não me parece que a Jerónimo Martins tenha oferecido nada a ninguém, estas coisas fazem-se com os fornecedores, e isso garante que não há dumping...e pela minha experiência, repito que trabalhei numa empresa destas, estas coisas demoram muito tempo a preparar, não foi de certeza nuns dias que isto se fez, estas campanhas e os contratos com os fornecedores demoram semanas a tratar.

Quanto ao teu ponto 4, tu achas mesmo que o português comum tem consciência de alguma coisa?, eu que normalmente leio os jornais todos os dias não fazia ideia do pré-aviso de greve, muito menos a generalidade da população.

De resto, 50 Euros, o mínimo a poupar, é dinheiro que se veja, não são uns trocos, a mim iam-me dar muito jeito.

Quanto ao teu ponto 1, é claro que concordo completamente contigo.

Jorge Soares
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De Portuga Sofredor a 02.05.2012 às 14:38

Mas o povo português tem carácter ? Tem ?
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De José A a 01.05.2012 às 23:57

Falta de civismo, pura e simplesmente falta de civismo tanto por parte de empresários como por parte deste pobre povo. Imagens degradantes de terceiro mundo.
Tudo neste país é feito á bandalheira. Triste...
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:38

A verdade é que temos o povo que (não) educamos.. e heira-me que só vai piorar...

Jorge
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De DyDa/Flordeliz a 02.05.2012 às 01:02

Mal em oferecer? Nenhum!
Forma e dia para o fazer: oportunismo puro e duro.
Moral da história deste dia: Mais um feriado a abater, já que se pode comemorar trabalhando.
Não acho que sejam comparáveis serviços mínimos, com o comércio de café e supermercado.
Obrigaram os trabalhadores a apresentarem-se no posto de trabalho contra a sua vontade e só as chefias de lojas sabiam o que ia suceder. É fácil de ver que foram obrigados a comparecer ao serviço. Trabalharam não a dobrar, mas desdobrando-se para não serem engolidos pela multidão.
Por momentos isto fez-me lembrar o "Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago". Ou ainda as famosas filas de pão de madrugada no tempo do nossos avós, em que eram obrigados a dormir ao relento para levarem uma mísera broa para casa.
- O povo tem fome. O povo está com medo.
Se lhe mostram comida mais barata querem e devem aproveitar.
Mas não acho certo o aproveitamento da fragilidade social para tirarem beneficio fazendo que cada um de nós esqueça valores conquistados com tanto sacrifício.
Antigamente levavam os bois a pé ao engano até o matadouro. O que sinto ao ver as imagens é a mesma coisa.
A confusão não é culpa de quem entra no Pingo Doce.
A culpa é do Pingo Doce, ao aliciar clientes com promessas para as quais não tem capacidade de resposta.
Aproveitam-se dos clientes para fazerem de palhaços de circo num cenário por eles previsto e que lhes dá visibilidade.
Como dizes o valor do desconto obtido é uma tentação e não estamos em época de desperdiçar.
A culpa é de todos os que se deixaram levar.
Mas também sabemos que foi pensado para que a maioria agisse sem tempo de analisar.
- Por isso só começou a circular informação da promoção pela manhã e não com antecedência como as promoções anteriores.
Quanto a festejar:
Quem disse que temos de andar de bandeira na mão em manifestações?
Dia 25 de Abril não sai à rua de cravo na lapela.
Dia 25 de Dezembro não saio à rua com o menino Jesus pela mão.
E por ai fora...

Boa semana.
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:47

Há um post que ando para escrever há uns tempos sobre a forma como vejo o Primeiro de Maio e o porquê... por acaso devia ter sido ontem... não foi..e agora só volta a haver para o ano ....

Curioso, viste quantas vezes escreveste as palavras culpa e culpados? Há algum julgamento?

Jorge
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De DyDa/Flordeliz a 03.05.2012 às 01:41

O povo não é inocente.
Os patrões não são inocentes.
E o governo vai-se fazendo de inocente.

Julgamento? A ti não!
- Não és dono do Pingo Doce. Do Continente. Pão de Açucar... afinal, estiveram todos abertos.


Quanto a repetir palavras...
Só pode ser da idade uma vez que não sou juiz.

Beijos
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De momentosdisparatados a 02.05.2012 às 09:50

Jorge concordo inteiramente.
Eu infelizmente desiti, pois era muita gente, mas ainda tentei.
Tive pena, pois hoje terei de ir às compras e pagar simplesmete o dobro.Tenho pena se outro não seguem esta iniciativa.
Quanto a trabalhar nesse dia...também eu tive de ir e não me parece que alguem tenha tido pena.
Boa semana
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:49

Olá

Haja alguém que me entenda... infelizmente estas promoções não são todos os dias... deve ser porque parece que a malta prefere os cartéis como os dos combustíveis...

Jorge
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De momentosdisparatados a 03.05.2012 às 21:26

Como não poderia entender?
Promoções que valem a pena são sempre bem vindas.
Quero lá saber se houve concorrência desleal , interessa é pagar menos...que infelizmente não foi o caso.
Ai, ontem custou tanto pagar as compras. Não é que não custe sempre, mas ontem custou muito mais...só de pensar que não poupei nada...
Boa semana
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De Marão a 02.05.2012 às 10:13

A FOME QUE SE DESEJA
Sou do tempo em que bastava ouvir falar da falta de farinha, corria-se ao açambarcamento nas padarias e dois dias depois havia pão espalhado nos passeios.
Sou do tempo em que com medo que a gasolina esgotasse se faziam quilómetros de filas às bombas para encher as banheiras lá em casa.
Assim se vê a estupidez do Tugazito com que apenas se pode continuar a contar com amanhãs de cobardia e chafurdice.
O povo que somos é vincadamente formatado cívica e intelectualmente pelos valores que lhe são servidos diariamente em saldo pela comunicação social afeiçoada ao regime, a qualquer regime, e daí nem bom vento nem bom casamento.
Os que ajudaram a crucificar Jesus Cristo são os mesmos que agora se prestam por um rebuçado a assassinar o 1º de Maio.
A verdadeira fome não tem carteira nem estômago para figuras tristemente indecorosas.
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De Jorge Soares a 02.05.2012 às 23:50

Não sei, eu acho que neste caso, o povo viu uma oportunidade de poupar uns trocos, eu não fui lá, mas pensei nisso... Se depois o povo não soube fazer a coisa de modo a que corresse bem e/ou não soube comprar, isso é outra história...

Jorge
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De Cris a 02.05.2012 às 10:47

Felizmente (para alguns será infelizmente), não possuo 50 euros para gastar em comida até vir mais dinheiro. Felizmente, tenho amigos que faltaram nesse dia ao trabalho, defendendo as suas convicções e não cedendo a chantagens. Eu já trabalhei num sítio em que atrasavam o serviço nas horas normais para poderem fazer horas extra. Assim que o percebi, recusei-me simplesmente a fazê-las, e o dinheiro extra fazia-me falta! Mas o dinheiro não é tudo. E enquanto as pessoas não meterem isso na cabeça este mundo não apresentará melhoras.

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