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Passos Coelho e Miguel Relvas

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A Tecnoforma, empresa de que Passos Coelho foi consultor e depois gestor, conseguiu fazer aprovar na Comissão de Coordenação Regional do Centro (CCDRC), em 2004, um projecto financiado pelo programa Foral para formar centenas de funcionários municipais para funções em aeródromos daquela região que não existiam e nada previa que viessem a existir 

 

Pouco a pouco vamos percebendo porque é que eles dizem que vivemos acima das nossas possibilidades, eles sabem mesmo do que falam, dar formação a funcionários de aeródromos que poderão existir no futuro é isso mesmo, viver acima das possibilidades de qualquer país.

 

A próxima vez que alguém perguntar para onde foi o dinheiro, já podem responder, foi para as muitas Tecnoformas deste país.

 

Jorge Soares

publicado às 10:50


3 comentários

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De sentaqui a 11.10.2012 às 13:50

Ao ler os teus textos sobre política, e adicionando tudo o que leio nas notícias, pergunto-me:- Será que ser político é sinónimo de ser corrupto? Será que não haverá uma excepção à regra?
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De JotaB a 11.10.2012 às 15:44

Empresa de que Passos foi gestor dominou fundo gerido por Relvas

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/empresa-de-que-passos-foi-gestor-dominou-fundo-gerido-por-relvas-1566221


Passos administrou empresa que cresceu com fundos geridos por Relvas
(retirado de http://aventar.eu/)

http://aventadores.files.wordpress.com/2012/10/passos-relvas-tecnoforma-8-out-pc3bablico.pdf


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De Marão a 11.10.2012 às 16:20

SELAR A NASCENTE
A fonte cancerígena de todas as distinções abusivas, parcerias fraudulentas e outros negócios ruinosos tem origem ali na AR. As privatizações devem começar com urgência na fonte do pecado, excluindo da Assembleia da República, do Governo, e de outros organismos públicos, deputados, governantes e altos funcionários que em nome dos altos interesses do País nada mais fazem que tratar de conveniências particulares em que estão envolvidos. Prioridade para toda essa gente ser privatizada em exclusividade pela incompatibilidade de acumulação de funções contraditórias e mesmo beligerantes.

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