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Isabel Jonet, Take 4 - Carências alimentares

por Jorge Soares, em 17.12.12

O regresso Jonet

 

A palavra ao Bruno Nogueira... enquanto o vídeo não está disponível no Youtube.. podem ouvir aqui: O Regresso Jonet.

 

 

A brincar a brincar se dizem as grandes verdades... 

 

Para quem não viu o programa da Linha da Frente, que para além das afirmações incriveis da senhora nos mostra uma imagem pungente da realidade actual de muita gente, podem ver aqui

 

Jorge Soares

publicado às 18:52


3 comentários

Sem imagem de perfil

De Ajom Moguro a 17.12.2012 às 21:06

Tanbém reflecti sobre este escrito em "O Insurgente":
Dezembro 16, 2012
haja caridade — também para com a matilha…
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Tanbém reflecti sobre este escrito em "O Insurgente": <BR>Dezembro 16, 2012 <BR>haja caridade — também para com a matilha… <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Filed</A> under : Diversos — AA @ 22:18 <BR>“Isabel Jonet ” de Vasco Pulido Valente (via Memoria recente e antiga, scan ): <BR><BR>Ao que parece, Isabel Jonet , tinha cometido o imperdoável pecado capital de dizer numa entrevista que preferia a caridade ao Estado social e, sobre isto, já de si claramente subversivo e provocatório, de invocar S.Paulo . Se as luminárias da Quadratura, por uma questão de curiosidade, se houvessem dado ao excessivo trabalho de ir ao site do Banco Alimentar, descobririam logo que ele não aspira a ser senão “uma resposta necessária mas provisória” a uma situação desesperada, porque o Estado deve garantir a qualquer pessoa “um nível de vida suficiente que lhe assegure e à sua família, a saúde e o bem-estar , principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à Assistência médica” e ainda a toda a variedade de contribuições que se tornem necessárias. E, para que não restem dúvidas, o Banco Alimentar rejeita a “caridade condescendente” e define o seu trabalho como uma “opção de cidadania”, que, em última análise, se destina a contribuir para o advento de mais “justiça” social. <BR><BR>Quanto à dra. Isabel Jonet , que o anticlericalismo indígena escolheu para bode expiatório da sua impotência, é uma mulher estimável que, de repente, se viu metida no meio de um jornalismo espertalhão. Não sendo nem moralista, nem teóloga, nem política, falava com a maior inocência sobre si e o seu papel no Banco Alimentar, não lhe ocorrendo que se podia meter num sarilho ou suscitar uma polémica a cada palavra atravessou este pequeno tumulto com dignidade e boa fé. E suspeito que ganhou apoios para o Banco Alimentar .. Isabel Jonet mostrou que era uma senhora normal, honesta e franca – exactamente o contrário dos políticos que lhe ladram aos pés. <BR>
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De momentosdisparatados a 18.12.2012 às 10:47

Não tinha ainda visto a reportagem, apesar de já ter ouvido os comentarios.
Que dizer...Fome? Carencia alimentar?
Parece-me que a palavra correcta é mesmo fome ainda que seja uma palavra assustadora.
E o que é assustador é que todos estamos sujeitos a isso.
Há cerca de 5 anos o meu marido perdeu o emprego,os juros da casa começou a subir e tivemos de tomar uma decisão...pôr a casa à venda.
Foi o melhor que fizemos, apesar de não estarmos numa situação má. Mas como diz o ditado "mais vale prevenir do que remediar". Estamos numa cada de renda e nada arrependida.
Agora que me assusta o futuro, não o posso negar.
Boa semana
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De golimix a 18.12.2012 às 22:00

E quantos mais takes haverá?

Porque no se cala?

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