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Os verdadeiros donos das crises

por Jorge Soares, em 06.02.13

Acusação do procurador-geral dos EUA indica que a Standard & Poor's recebera alertas de que os compostos financeiros que levaram à falência do Citigroup não eram seguros.

 

Imagem do Público 

 

O Departamento de Justiça norte-americano entregou documentos internos da Standard & Poor's aos tribunais dos EUA que, afirma o Departamento de Justiça, corroboram a acusação de que agência de rating tinha conhecimento de que os produtos financeiros que classificara com o rating máximo não ofereciam garantias de segurança. 

 

 

Estes senhores olharam para o lado enquanto muitos brincavam ao dinheiro e o mundo não voltou a ser o mesmo... é evidente que estes não são so culpados das asneiras de quem governa os países, mas o mundo seria de certeza muito diferente se as agências financeiras fizessem o seu trabalho com seriedade e não a pensar nos lucros.

 

Jorge Soares

publicado às 21:36

20 crianças entre os 27 mortos em tiroteio em escola primária nos EUA

Imagem do Público 

 

"Vinte e sete pessoas morreram num ataque armado de um homem de 24 anos a uma escola primária em Newtown, Connecticut, onde estavam crianças com idades entre os cinco e os dez anos. Entre os mortos encontram-se 20 crianças. A mãe do atacante é uma das professoras mortas. É o segundo ataque com armas de fogo mais mortífero de sempre nos EUA."

 

27 mortos, 20 crianças, a mãe, o pai, a namorada, o melhor amigo, Adam Lanza matou todos os que lhe apareceram pela frente... como é que algo assim pode acontecer?

 

As armas fazem parte da cultura americana, desde a guerra pela independência à guerra de secessão, passando pela conquista aos Índios, toda a história americana foi escrita a ferro e fogo. Se a tudo isto juntarmos uma industria cinematográfica em que a maioria dos heróis constrói as suas carreiras de arma na mão, temos um caldo de cultivo que só pode terminar em episódios como este.

 

Para nós que observamos tudo isto desde longe não deixa de ser evidente a forma como são tratadas de forma completamente diferente os atentados de cariz politico como o do 11 de Setembro que levaram a que os americanos olhassem para tudo o que vem de fora como uma ameaça evidente, e para os crimes cometidos por americanos, já sejam actos tresloucados como este ou os atentados de Oklahoma.

 

O pior de tudo isto é que nos Estados Unidos estas coisas repetem-se uma e outra vez, amanhã vamos ter o Obama, o governador do estado, meio mundo.... a lamentar-se e a enviar palavras de conforto às famílias, todo o mundo lamenta, mas na verdade ninguém faz nada para que isto não se repita.

 

Os Estados Unidos gastam biliões de dólares para evitar (ou provocar) guerras e mortes noutros lugares do mundo, mas fazem o quê para evitar que estas coisas aconteçam no seu quintal?

 

É verdade que as armas não matam ninguém, quem mata é quem prime o gatilho, mas será que se estas não estivessem sempre à mão este tipo de episódios aconteceria?

 

Se calhar não seria má ideia que alguém começasse a olhar para tudo isto de uma forma mais racional, o que mais será necessário para que alguém perceba que o que verdadeiramente está por trás de actos como este é a facilidade com que nos Estados Unidos se chega às armas? Quantas mais crianças e inocentes terão que morrer para que eles percebam que há algo errado em tudo isto?


Jorge Soares

publicado às 22:16

O que significa Racismo?

por Jorge Soares, em 30.07.12

Racismo

racismo 

s. m.
Sistema que afirma a superioridade de um grupo racial sobre os outros, preconizando, particularmente, a separação destes dentro de um país (segregação racial) ou mesmo visando o extermínio de uma minoria (racismo anti-semita dos nazis). 

 

Foi nos Estados Unidos, algures num restaurante em Princeton, que ouvi por primeira vez falar de Obama, um americano negro que a um ano das eleições se começava a perfilar como candidato a substituir Bush. Achei a coisa tão inverosímil que nem me dei ao trabalho de pensar muito no assunto. Não, não tinha passado assim tanto tempo nem tinam acontecido assim tantas coisas como para que isso fosse possível.

 

Curiosamente um ano depois aconteceu mesmo, um negro chegou à presidência americana, um homem cheio de grandes ideias e de boa vontade. Passaram quase 5 anos, é verdade que o mundo mudou, mas ao contrário de todas as expectativas que eu e meio mundo depositávamos num homem diferente, a verdade é que muito pouco dessas mudanças se devem a Obama ou ao seu governo... e coisas como Guantânamo ou sistema de saúde e de politicas sociais, principais bandeiras da campanha de Obama e de quem o apoiava, pouco ou nada mudaram.

 

Na verdade os Estados Unidos mudaram muito menos que aquilo que podemos pensar, hoje foi notícia no Público que em pleno século XXI ainda há quem teime em viver como se vivia na década de sessenta do século passado, na época de Marther Luter King e do seu "I Have  Dream".

 

Sabemos que é preciso muito mais que um presidente negro quando lemos que em  Crystal Springs, uma cidade do Mississípi negros foram impedidos de casar em igreja frequentada por brancos.

 

Andrea e Charles eram frequentadores daquela igreja no Mississipi e, quando decidiram casar religiosamente, escolheram-na. O pastor, Stan Weatherford, marcou a cerimónia mas a comunidade baptista, composta por brancos, não gostou. O templo existe desde 1883 e nunca ali houvera um casamento de pessoas negras; queriam que assim continuasse. 


Não sei o que me choca mais, se perceber que isto continua a acontecer ou se depois de isto acontecer, não só não acontece nada, como não há ninguém que simplesmente diga a estes senhores que isto não pode acontecer e eles se preparem para o continuarem a fazer.

 

Depois disto ficamos a perceber como é tão pequeno o poder do homem mais poderoso do mundo, que apesar de conseguir decidir o que vai acontecer em lugares tão distantes como o Iraque e o Afeganistão, não consegue fazer com que não exista descriminação e racismo contra pessoas como ele numa pequena cidade que fica no seu quintal.

 

Jorge Soares

publicado às 21:27

Terrorista?, não, americano maluco 

Imagem do Facebook 

 

Já aqui falei do assunto, foi a propósito de Breivik , nos Estados Unidos James Holmes, um estudante de medicina de 24 anos, entrou num cinema com um arsenal e a meio do filme desatou a disparar sobre tudo o que mexia, o balanço final fala de 12 mortos e 59 feridos.

 

Ao contrário do que aconteceu com Breivik, até agora não se conhecem nem antecedentes nem fins políticos no tresloucado acto, mas há algo que salta imediatamente à vista, a facilidade com que se compram armas no estados Unidos, em pouco tempo e sem que alguém levantasse a mínima questão, James comprou uma serie de armas e milhares de munições.

 

As armas fazem parte da cultura americana, desde a guerra pela independência, à guerra de secessão, passando pela conquista aos Índios, toda a história americana foi escrita a ferro e fogo. Se a tudo isto juntarmos uma industria cinematográfica em que a maioria dos heróis constrói as suas carreiras de arma na mão, temos um caldo de cultivo que só pode terminar em episódios como este.

 

Para nós que observamos tudo isto desde longe não deixa de ser evidente a forma como são tratadas de forma completamente diferente os atentados de cariz politico como o do 11 de Setembro que levaram a que os americanos olhassem para tudo o que vem de fora como uma ameaça evidente, e para os crimes cometidos por americanos, já sejam actos tresloucados como este ou os atentados de Oklahoma.

 

Se calhar não seria má ideia que alguém começasse a olhar para tudo isto de uma forma mais racional, o que mais será necessário para que alguém perceba que o que verdadeiramente está por trás de actos como este é a facilidade com que nos Estados Unidos se chega às armas?

 

Tal como diz a imagem, fosse James um muçulmano e a estas alturas toda a sua familia e amigos estariam presos ou a ser investigados, como é americano, é só mais um acto de um louco.

 

Jorge Soares

 

 

publicado às 23:39

 

Imagem do Público 

 

Ouvi falar do assunto durante a semana na Rádio Espanhola, na altura mais que a noticia, eles comentavam o facto de se ter passado um mês desde o assassinato de Trayvon Martin, até que a pressão da sociedade fez com que fosse aberta uma investigação... e isto só aconteceu depois de Spike Lee e outras figuras importantes da comunidade negra (desculpem mas eu não gosto do termo Afro-Americano) terem vindo para a rua e os meios de comunicação, clamar por justiça.

 

A história é simples, num dia de chuva, um jovem com um capuz na cabeça volta a pé para casa, é interpelado na rua por um senhor armado que não se sabe bem porquê, o mata com um tiro no peito. Chamada a policia, esta deixa ir George Zimmerman, o assassino,  em liberdade com base  numa lei que prevê que nos Estados Unidos qualquer pessoa ao sentir-se ameaçada, pode puxar de uma arma e disparar.

 

De mais está dizer que o morto é negro e quem matou é branco. Alguém tem alguma dúvida que caso fosse ao contrário, a polícia americana não teria o menor pejo em prender o negro que matou o branco e não haveria lei ou alegação que o protegesse?

 

Apesar de que os brancos são cada vez mais uma minoria nos Estados Unidos, a sociedade americana continua a ser profundamente racista onde negros e hispânicos continuam a ser olhados de lado. Não importa muito o que irá resultar das várias investigações que a pressão pública obrigou a que se abrissem, a realidade é que Trayvon morreu porque era negro e teve a infeliz ideia de andar a pé à noite por um bairro de brancos... morreu porque em pleno século XXI, mesmo com um presidente negro nos Estados Unidos, o país que é suposto servir de exemplo para a Democracia, não há uma verdadeira igualdade, continua a haver uma enorme segregação e qualquer jovem negro é visto como um potencial delincuente.

 

Infelizmente, em pleno século XXI, esta é a sociedade que construímos e da que fazemos parte, uma sociedade em que não há uma verdadeira justiça e igualdade e em que ainda há quem acredite que existe uma coisa chamada raça, como se não fossemos todos seres humanos...

 

Jorge Soares

publicado às 22:07

O big Brother existe mesmo

 

É uma falha terrível na minha educação cultural, eu nunca li o 1984 de George Orwell, algo que tenho que resolver mais não seja porque dá muito jeito para citações, sobretudo em casos como o de hoje.

 

Ontem foi noticia o facto de ter sido detido em Colares um dos criminosos mais procurados nos Estados Unidos que andava desaparecido desde 1973, há qualquer coisa como 38 anos. O senhor vivia entre nós há mais de 20 anos, mesmo sendo um fugitivo americanos, conseguiu casar e formar família e adquirir a nacionalidade Portuguesa sem que nunca ninguém desconfiasse de nada. 

 

Fiquei a pensar como é forte o braço da lei americana que consegue descobrir alguém numa pequena aldeia de Sintra quase 40 anos depois da sua fuga do país.

 

Hoje podiamos  ler no Público que o senhor terá sido traído pelas saudades da família lá nos states, uma chamada telefónica para um familiar que teria os telefones sob escuta, denunciou o actual paradeiro.

 

Quase ao mesmo tempo, através e do Perplexo, chegava uma versão diferente da história. Segundo dois jornais americanos, o Huffington Post e o New York Times, as autoridades americanas identificaram-no pela impressão digital no cartão do cidadão, onde aparece como José Luís Jorge dos Santos.

 

A ser verdade esta versão, os americanos não só tiveram acesso à base de dados do cartão do cidadão português, onde estão os meus dados, os dos meus filhos, os de todos os portugueses que tem cartão do cidadão, como se deram ao trabalho de comparar uma a uma as impressões digitais de cada um de nós com a base de dados dos criminosos americanos. 

 

No meio de tudo isto é complicado saber em que versão acreditar, mas para mim é mais fácil de acreditar que o nosso governo, ou alguém por ele, deu acesso aos nossos dados às autoridades americanas, que no facto de que as autoridades dos Estados Unidos estiveram 38 anos a ouvir as conversas telefónicas da família do senhor até que ele finalmente se decidiu a ligar. 

 

Tudo isto não deixa de ser assustador, assim de repente ficamos a saber que os nossos dados pessoais, é preciso recordar que no cartão de cidadão constam todos os nossos dados, morada incluída, estão à disposição de quem os quiser ver.

 

É evidente que quem não deve não teme, mas neste país existem leis que é suposto protegerem a nossa privacidade, existe até uma coisa chamada Comissão Nacional de Protecção de Dados, o facto de agora descobrimos que afinal os nosso dados andam por aí a passear.. é assustador... pelo menos para mim é.... 

 

É preciso recordar, que tal como diz o Perplexo, o contrário nunca sería possivel, nos Estados Unidos só se podem tirar impressões digitais aos criminosos, sendo que esta não está em documento nenhum... o que só prova que apesar de tudo, os americanos são muito mais ciosos da sua privacidade e dos seus direitos que nós...

 

É claro que eu posso simplesmente estar a ser paranoico e se calhar os americanos estiveram mesmo 40 anos a ouvir as conversas telefónicas da família do senhor. Tenham cuidado, the big Brother is watching You.... mesmo.

 

Jorge Soares

publicado às 21:08

 Dominique Strauss-Kahn

Imagem do Público

 

Moral:

Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada.

 

Segundo uma notícia do El Mundo, a última coisa que terá dito DSK (Dominique Strauss-Kahn) antes de ser detido no aeroporto de Nova Iorque,  terá sido "Quel beau cul!",  acho que não precisa tradução. A frase terá sido dita á passagem de  uma das hospedeiras de bordo do voo da Air France em que ele iria voar para Paris. 

 

A expressão em si será mais ou menos inocente, mas diz muito sobre a forma como este senhor se relacionava com o sexo Feminino, de resto, consta que há muito que na Europa  e principalmente em França, eram comentadas à boca pequena as suas atitudes e alguns episódios se calhar não tão graves como este agora protagonizado no luxuoso hotel.

 

Que alguém  com este tipo de atitudes possa ter chegado a presidente do FMI e fosse um dos principais candidatos à presidência da França diz muito sobre a moral em que vivemos. Haverá quem diga que o senhor fazia estas coisas em privado e que ninguém tem nada a ver com a sua vida privada.... a mim quer-me parecer que o corredor de um avião não é bem um lugar privado e que em privado tudo será válido sempre e quando as coisas se façam com acordo e consentimento... o que pelos vistos nem sempre seria o caso.

 

De resto ainda a semana passada cá em Portugal  foi notícia um senhor que abusando da sua condição de médico, violou, sim, os factos foram dados como provados no tribunal, uma das suas pacientes grávida de 34 semanas e foi absolvido. Consideraram os juízes que a violação não terá sido feita com a violência suficiente. (podem ler o processo aqui)

 

Pelos vistos nos Estados Unidos a moral é outra, e lá se vai a definição que coloquei no inicio do post,  porque quer-me parecer que por mais advogados e dinheiro que este  senhor tenha à sua disposição, os juízes americanos não vão estar cá a analisar o grau de violência, irão analisar sim se a coisa foi ou não consentida ...e já se fala de uma pena de até 70 anos.

 

Num aparte, não sei o que andarão a colocar na água dos hotéis de Nova Iorque, mas a julgar pelas notícias dos últimos tempos, não são lá muito seguros para se ficar.. digo eu.

 

Jorge Soares

publicado às 22:20

Obama anuncia a morte de Osama Bin Laden

Imagem do Público

 

 

justiçar Conjugar 
(justiça + -ar)

v. tr.
1. Punir com pena de morte.
2. Aplicar a pena de morte a.
3. Demandar (em juízo).
4. Aplicar a justiça. ≠ injustiçar



Aos poucos e de forma tímida a polémica sobre a morte de Ossama Bin Laden e a forma como esta aconteceu, vai tomando conta da blogosfera. Alguém que de uma forma ou outra foi responsável pela morte de mais de 5000 pessoas não merece mais que a morte, acho que isso será consensual para qualquer ocidental e nem se questiona. Ossama  Bin Laden não só é responsável por essas mortes como soube escolher os alvos de forma a atingir o maior número de povos e culturas possíveis. Haveria no mundo um lugar onde  num tão pequeno espaço estivessem representados tantos credos, raças e religiões como no Word Trade center?

 

Mas independentemente do que se possa pensar e/ou sentir, há uma diferença entre justiça e vingança, por norma a justiça serve para fazer pagar os culpados pelos seus crimes, é administrada pelos tribunais e deseja-se que exista alguma diferença entre o juiz e os carrascos. A vingança poderá muitas vezes chegar através da justiça mas dificilmente a pode substituir.

 

Entre o  “Se pudéssemos, tínhamo-lo trazido vivo” dito por John Brennan no  Público e o "O objectivo da operação era matar Bin Laden" dito por fontes da Casa Branca no Sol estará algures a verdade, justiça ou vingança?

 

Quanto a mim era mil vezes preferível que tivesse sido aprisionado e tal como os responsáveis dos genocídios nos Balcãs e muito antes disso os Nazis, entregue a um tribunal internacional para ser julgado, condenado e morto. Não consigo deixar de pensar que a forma como morreu e como depois o corpo foi lançado ao mar vai contribuir para além de dar azo a muitos mitos e teorias da conspiração, criar um mártir que durante muito tempo alimentará o ódio e o desejo de mais vingança por parte dos seus seguidores.

 

A sua morte foi aclamada e festejada por muita gente, como se por si só resolvesse o que quer que fosse, como dizia a Suspeita no seu post desta tarde, não deixa de ser irónico que esta morte tenha sido ordenada e anunciada como se de um grande feito se tratasse,  por um prémio Nobel da Paz. Haverá quem diga que a paz também se faz com mortes... pois eu temo que neste caso esta morte trará mais mortes, muitas mais mortes... e pouca paz.

 

Jorge Soares

 

PS:Eu achava que aquilo de colherem as amostras e passados poucos minutos termos o resultado dos testes do ADN era mesmo só no CSI, mas afinal parece que é mesmo verdade.... resta saber com que é que eles terão comparado.

publicado às 22:02

Quo Vadis Libia?

por Jorge Soares, em 20.03.11

Para onde vais Líbia?

Imagem do Público

 

Há pouco via as noticias na RTP e não pude deixar de pensar no significado da expressão "exclusão aérea". Quando se fala em definir uma zona de exclusão aérea eu imagino aqueles aviões americanos que andam no ar a vigiar os céus, no caso de algum avião militar Líbio se atrever a levantar voo eles dão por ela de imediato e avisam os caças que se encarregam de colocar os líbios em sentido... isto era o que eu imaginava.

 

Na realidade zona de exclusão aérea significa um ataque em massa com mísseis Tomawhok que de forma cirúrgica destroem uma série de alvos por toda a Líbia, incluindo a casa de Khadafi em Trípoli, seguidos de raides aéreos que tentam destruir o que ficou de pé.

 

Não faço ideia se a zona de exclusão aérea inclui todo o país ou só a zona controlada pelos rebeldes, mas se o objectivo é proteger os civis dos ataques do regime líbio, para quê atacar Trípoli? para quê atacar a casa de Khadafi?

 

Olho para tudo isto e não resisto a fazer comparações, no Iraque começou-se uma guerra que não vai ter fim tão cedo porque supostamente haveria armas de destruição maciça, no Afeganistão há uma guerra que não terá fim e onde ainda é difícil saber quem são os inimigos, porque antes eram os amigos e amanhã quem sabe o que serão?

 

Na Líbia cria-se uma zona de exclusão aérea que é conseguida a tiro de canhão e deitando abaixo uma boa parte do país... e eu pergunto?, como vai terminar tudo isto?, numa nova guerra sem fim?

 

Kadafhi governa há 40 anos, era aceite por todos, ele e o seu petróleo, de um momento para o outro tornou-se o mau da fita e pelos vistos um alvo a abater. É claro que entre as nações árabes nada disto pode ser bem aceite... se até a mim me custa aceitar que seja assim que se cria uma zona de exclusão aérea.

 

Sabemos que o Petróleo é um bem muito cobiçado, principalmente pelos senhores da Europa, mas valerá mesmo a pena colocar mais umas achas para a a fogueira que alimenta o ódio de árabes por ocidentais?

 

Para onde vais Libía?

 

Jorge Soares

publicado às 21:35

Sexo, chocolate ou dinheiro?.. elas escolhem

por Jorge Soares, em 04.02.11

Mulheres preferem sexo a chocolate

Mulheres preferem sexo a chocolate... mas dinheiro ainda mais

Como não podia deixar de ser,  a coisa veio da América, e deu para saber que há 27% de mulheres americanas que entre ter garantia de sexo todas as semanas durante 5 anos ou garantia de chocolate durante o mesmo tempo...elas preferem chocolate... das duas uma, ou eles fizeram o inquérito numa igreja, ou isto explica porque é que há tantas americanas gordas e frustradas.

 

A pergunta seguinte era se preferiam mil dólares semanais durante 5 anos ou chocolate grátis todas as semanas durante o mesmo período, está visto que os 9% que prefere o chocolate são as que ainda não perceberam que com 1000 dólares se compra muito chocolate...

 

A lógica diz-nos que a seguir deveriam ter perguntado qual seria a escolha entre sexo e os mil dólares... não perguntaram... se calhar porque é evidente que com mil dólares por semana... arranja-se muito sexo grátis e a resposta seria óbvia... ou, tratando-se de americanos... talvez não.

 

Gostava de saber quem nos Estados Unidos inventa tantos estudos parvos..e de onde sai tanto dinheiro para os financiar.... já sabe, o dia dos namorados está à porta... em caso de duvida, ofereça sexo, ... pelos visto é o que elas preferem mesmo.

 

Vai uma musiquinha? Uma que tem tudo a ver com a actualidade, Cairo!

 

 

 

 

 

Bom fim de semana a todos

 

Jorge Soares

PS:Sexta é dia de parvoíce.. não liguem

publicado às 22:16


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