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Teatro:Fatias de cá na Quinta da Regaleira

por Jorge Soares, em 19.10.09

O poço da Quinta da Regaleira

Imagem minha de Momentos e olhares

 

 

Já aqui falei do grupo Fatias de cá a propósito do Nome da Rosa no convento de Cristo em Tomar, e de a Voz dos Deuses  no Castelo de Almourol, duas peças fantásticas que aconselho a todos. É uma maneira diferente de ver teatro e de conhecer lugares e monumentos fantásticos, nunca esquecerei os Kms que andei no Convento de Cristo, nem aquele fim de tarde junto ao Tejo no castelo de Almourol.

 

O Anel Quebrado, Fatías de cá

Na passada Sexta feira fui com a P. ver a peça O Anel Quebrado  na quinta da Regaleira em Sintra. Tínhamos passado uma tarde  na Quinta da Regaleira  há 15 dias, como expliquei neste post, na sexta estivemos lá durante a noite e não há duvida que é um lugar mágico e  propicio a representações como esta.

 

Como todas as peças deste grupo, o preço do bilhete inclui jantar, um arroz de frango que estava delicioso servido por pessoas simpáticas e bem dispostas,  representação e kms a andar atrás dos actores.

 

Não conhecia o livro em que foi baseado esta peça, e ao contrario das outras vezes, achei simples demais, nada que ver  com a representação grandiosa de O Nome da Rosa ou a atmosfera magnifica junto ao Tejo de A voz dos Deuses, mas não deixa de ser uma peça interessante que nos leva por túneis e passagens através de toda a quinta.

 

A noite vale pela simpatia das pessoas, pelo ambiente sempre fantástico de Sintra e da quinta e claro, pelas indispensáveis e deliciosas fatias Fatias de Tomar.

 

Se puderem não deixem de  ir, a esta ou à O Nome da Rosa, que está em cena em Tomar.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:30

Livro:A voz dos Deuses

por Jorge Soares, em 05.03.08

A voz dos deusesTinha lido este livro há 14 anos, em 1994, lembro-me de o ter comprado na feira do livro no Parque Eduardo Sétimo num dia em que o João Aguiar lá estava, por acaso recordava partes de O Homem sem nome, deste não recordava muito.. apesar de o ano passado ter visto a representação do grupo de teatro Fatias de Cá com o castelo de Almourol como pano de fundo... uma coisa fantástica que aconselho vivamente...

 

Li o livro numa semana, há hora do almoço, e não fosse a obrigação, no primeiro dia tinha lá ficado o resto do dia até terminar......  Eu gosto muito de historia, sei bastante de historia mundial e muito pouco de historia de Portugal, com este livro descobri o Viriato e descobri o Portugal da época dos romanos. O livro conseguiu transportar-me até aquela época até ao ponto de conseguir sentir o ambiente que se vivia na hoste de Viriato, os usos e costumes dos povos, os deuses, os sacrifícios , o significado do monte da Lua e as deidades que o habitavam.

 

Não consigo avaliar o rigor histórico da obra, mas redescobri um livro que adorei, um livro de um escritor Português que aconselho vivamente, de fácil leitura e que nos consegue prender da primeira à ultima página

 

Texto da contracapa

 

"Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio . Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato.
Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início daAlmourol célebre Guerra de Numância.
Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.
Aquando do seu aparecimento, em 1984, Fernando Assis Pacheco escreveu serem raras as estreias com tanta qualidade. Depois disso, A Voz dos Deuses, ao longo de sucessivas edições, tornou-se um "clássico" do romance histórico português contemporâneo.
A presente edição surge pela primeira vez ilustrada, com desenhos de Vasco Lopes. "

 

Jorge

PS:Imagens retiradas da internet.

 

 

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publicado às 22:45


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