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Projecto E.scol.A  despejado pela policia de intervenção

Imagem do Público

 

Numa escola primária abandonada há cinco anos, um grupo de jovens decide recuperar as instalações e nelas desenvolver actividades que para além de darem  nova vida a todo um bairro, retiram os jovens da rua e afastam-nos da delinquência, um projecto com evidente sucesso, muita criatividade e em prol da formação da juventude e da comunidade.

 

Numa cidade normal o projecto seria acarinhado, promovido, incentivado, apoiado e até financiado pelos responsáveis políticos. No Porto, uma cidade que tem tanto de bonita como de anormal, a câmara municipal não só não dá o mínimo apoio ao projecto, como envia a polícia para acabar com ele.

 

O projecto ES.COL.A tem como objectivos "criar um espaço autónomo, autogestionado, livre, não discriminatório, não comercial e aberto a diferentes actividades... Daí chamar-se Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha. Nasceu com o bairro e para o bairro, com a comunidade e para a comunidade."

 

Num momento como o que vive o nosso país, em que as prioridades do estado estão cada vez menos viradas para a vertente social, este tipo de projectos da comunidade e para a comunidade são muito importantes. A verdade é que o estado não pode,  não quer,  ou não consegue chegar a todos os que necessitam de apoio, logo, é muito dificil de entender que situações como estas aconteçam.

 

Não faço ideia quais serão as ideias de Rui Rio e da Câmara do Porto para aquele lugar, a maior parte das noticias que li ou ouvi fala de obras previstas, não diz que tipo de obras nem com que finalidade, sejam estas quais forem, de certeza que haveria outra forma de se resolver a situação, sem policia, sem confrontos e sem destruir pela base um projecto em prol da comunidade que deveria servir de exemplo não só para a cidade, como também para o país. 

 

 

Vídeo retirado do Blog do Projecto

 

Jorge Soares

publicado às 20:55

 

 

A Mafalda, a gente e as pessoas

 

 

Idosa doou casa ao Santuário de Fátima e é agora alvo de acção de despejo 

 

Palavras para quê?, mais um caso de olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço.
Jorge Soares

publicado às 18:03


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