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Deseducação sexual

por Jorge Soares, em 14.09.15

aulas.jpg

 

Imagem do Público

 

Foi tema por cá no blog, em 2011 diziam as estatísticas que no nosso país 12 adolescentes dão à luz por dia  (mulheres entre os 11 e os 19 anos) e que Portugal é um dos países da Europa em que a taxa de gravidez em adolescentes é mais alta. Na altura eu perguntava-me porque será que estamos quase sempre no pelotão da frente das coisas más e no de trás nas coisas positivas?

 

Não há uma resposta simples mas no caso das adolescentes grávida nem é difícil perceber, no que toca a educação sexual nas escolas nunca estivemos mesmo na frente, vivemos numa época em que os jovens acordam muito cedo para a sexualidade, é necessário que estejam devidamente esclarecidos e conscientes dos perigos inerentes a uma vida sexual sem regras e sem controlo.  É claro que o papel de educar e formar começa em primeiro lugar em casa, mas é um papel de que a escola não se deve demitir.. e a julgar por estes números, algo está a falhar.

 

Isto era em 2011, entretanto hoje ficamos a saber que longe de ser uma meta a melhorar, a coisa só vai piorar segundo o público ... a  partir de agora, os alunos do 9.º ano dificilmente voltarão a ouvir falar de forma aprofundada de métodos contraceptivos e de doenças sexuais transmissíveis (DST) nas aulas de Ciências Naturais. O Ministério da Educação e Ciência (MEC) excluiu das metas curriculares para a disciplina aqueles conteúdos.

 

Eu sempre achei e até já o disse aqui no blog mais que uma vez, que devia haver uma disciplina obrigatória de educação sexual nas nossas escolas, uma disciplina onde se abordassem os temas com a clareza e a profundidade suficiente para formarmos jovens esclarecidos e preparados. Pelos visto no ministério da educação acham que 12 jovens adolescentes por dia não são suficientes... se calhar acham que é assim que se combate o envelhecimento da população e por tanto decidiram retirar das metas o pouco que se dava nas aulas.

 

Hoje alguém que nunca na vida votou PS disse-me que o iria fazer por primeira vez, um voto útil para tentar garantir que este ministro da educação não continua a desbaratar o que de bom se fez pela educação portuguesa nos últimos 20 ou 30 anos.... Eu ainda não chego tão longe.... mas ....

 

Não deixa de ser incrível como um dos piores e mais retrógrados ministros da educação desde o 25 de Abril para cá se conseguiu manter no governo durante 4 anos enquanto à sua volta a educação pública portuguesa se ia desmoronando a todos os níveis

 

Jorge Soares

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publicado às 22:33

Mulheres portuguesas são as mais satisfeitas da Europa

 

Imagem do Público

 

 

A noticia é do El Mundo, foi citada pelo Expresso e depois repetida pela RTP, Público, etc ... Diz o estudo que as mulheres portuguesas são as mais satisfeitas da Europa quando se fala de sexualidade.

 

O Estudo que se chama  "O que querem as mulheres?" diz que 88% das entrevistadas disse que está satisfeita com com a sua vida sexual, sendo que 81% diz que tem relações sexuais pelo menos uma vez por semana... não é liquido que ter sexo uma vez por semana, ou duas, ou três, seja sinónimo de se ter bom sexo... pelo menos é o que eu acho.

 

A isto Júlio Machado Vaz responde o seguinte: "A verdade é que nestes questionários há uma tendência para se responder o que sabemos que fica bem dizer".

 

Quando há uns dias falei do problema da sexualidade entre adolescentes e do facto de termos 12 adolescentes por dia a dar à luz no nosso país, entre os comentários que me deixaram havia mais que um que diz que a culpa é dos pais, não há educação sexual na escola nem em casa e em casa não há porque os pais não podem falar aos filhos daquilo que não conhecem... Depois de ler os resultados do estudo, a conclusão será fácil... não são precisos conhecimentos sobre sexualidade para se ter uma vida sexual satisfatória....será?

 

E vocês que acham?, 88% é um número realista, ou como diz O Murcon,  as pessoas exageraram nas respostas ao inquérito?

 

Jorge Soares

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publicado às 22:11

12 adolescentes dão à luz por dia. alguém falou de educação sexual?

Imagem do Público

 

 

A noticia é do Público, e diz que em média 12 adolescentes (mulheres entre os 11 e os 19 anos) dão à luz por dia e que Portugal é um dos países da Europa em que a taxa de gravidez em adolescentes é mais alta. Porque será que estamos quase sempre no pelotão da frente das coisas más e no de trás nas coisas positivas?

 

Dados como estes mostram como apesar de as coisas melhorarem, ainda estamos muito longe do que é necessário ao nível da educação sexual nas nossas escolas,  vivemos numa época em que os jovens acordam muito cedo para a sexualidade, é necessário que estejam devidamente esclarecidos e conscientes dos perigos inerentes a uma vida sexual sem regras e sem controlo.  É claro que o papel de educar e formar começa em primeiro lugar em casa, mas é um papel de que a escola não se deve demitir.. e a julgar por estes números, algo está a falhar.

 

Jorge Soares

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publicado às 13:24

O bom rapaz de cantanhede que afinal mata pessoas

 

Hoje foi a reunião na escola da R., como a P. tinha ido ontem à do N. a mim calhou-me esta, foi uma reunião pacifica, a directora de turma é daquelas que faz a festa toda, dá a música, atira os foguetes e apanha as canas, mas é pacifica e a coisa até correu bem.

 

O ponto alto da reunião foi quando se tratou do tema da educação sexual, a coisa até estava a correr bem, até que alguém tocou o tema da homossexualidade e é claro o assunto do momento que também ia pacifico até que uma das mães  decide sair-se com a seguinte:

 

-Vejam lá o que aconteceu com aquela pobre criança, que se deixou levar pelas más influências e vejam no que deu.

 

É claro que ante uma afirmação destas eu não me podia calar,

 

-Criança, mas qual criança?

-Criança sim, porque ele era uma criança que se deixou influenciar

-Mas ele não tinha 21 anos?, isso não é uma criança, é um adulto que sabe bem o que quer.

-Não, ele era uma criança e deixou-se levar na conversa daquele tipo.

 

Aqui a professora entendeu que a coisa ia descambar e mudou rapidamente de assunto.

 

Eu não conhecia o Carlos Castro de lado nenhum, juro, nem sabia que o senhor  existia, muito menos o Renato Seabra, muito menos da sua orientação sexual, mas a mim há uma coisa que me parece clara, independentemente do que estavam lá a fazer, se eram ou não namorados, estavam ali dois adultos e um matou o outro de uma forma que tem contornos de sadismo.

 

Não sei como, mas tal como aquela mãe na reunião da escola, há muita gente que parece que vê o morto como culpado e o assassino, que até já confessou,  como a vitima. Parece que o facto de um ser homossexual e o outro um bom rapaz de Cantanhede faz as coisas mudar... deve ser da distância, Nova Iorque é muito longe e em inglês, agressão, morte violenta e castrado, dizem-se de outra forma.

 

Eu juro que já tentei, mas depois de tudo isto eu não consigo ver mais que alguém que morreu e alguém que matou, quanto ao facto de o assassino confesso ser um bom rapaz, espero que ninguém me leve a mal, mas o que define se alguém é boa ou má pessoa não é a opinião que os outros querem fazer passar, são os actos... e a mim não há quem me convença que quem mata com estes requintes de malvadez, é boa pessoa.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:55

Bendito preservativo que tiras a SIDA ao mundo

por Jorge Soares, em 06.12.10

Bendito preservativo que tiras a SIDA do mundo

 

Encontrei a noticia no Público, o Cartaz acima faz parte de uma campanha  da Juventude Socialista da Andaluzia que foi preparada para o Dia Mundial contra a Sida.  É uma imagem forte e como seria de esperar, parece que está a causar um enorme burburinho em Espanha. Eu sou leitor habitual tanto do El Pais como do El Mundo, dois jornais de referência no país vizinho, curiosamente não tinha visto nada sobre este assunto... o tema do momento para nuestros hermanos é mesmo a paralisação "selvagem" dos controladores aéreos.

 

Quando fui ao El Pais à procura desta noticia, encontrei uma outra que diz o seguinte: A média de positivos com HIV nas análises feitas a jovens, multiplicou por 5 desde  2004.

 

A mesma noticia diz que a média de positivos em Madrid em jovens entre os 13 e os 20 anos passou de 1,8 em 2004 para 9,7 % em 2009. A noticia termina com uma chamada de atenção para a deficiente educação sexual entre os jovens que os está a levar a seguir comportamentos de risco... lá como cá!

 

Quando pensamos em 10% de jovens infectados entre os que fazem as análises, se calhar olhamos para o cartaz e já não o achamos assim tão violento, não acham?

 

Esta é a realidade Espanhola, alguém acredita que em Portugal é diferente?

 

 

Toma medidas, Utiliza-o

 

 

 

Prevenção é preciso, educação é preciso.. campanhas como esta, fortes, directas, são definitivamente precisas.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:56

Educação sexual.. Santa Ignorância

por Jorge Soares, em 10.09.10

Pais Proíbem filhos de terem educação sexual

 

Imagem de Henricartoon

 

Através de uma carta enviada à direcção das escolas, já há pais a proibir os filhos de assistirem às aulas de educação sexual. No documento fica expresso que não é autorizada "qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a educação sexual", sem o "acordo por escrito, atempadamente solicitado pela escola".

 

Fiquei na dúvida, no 4º Ano as crianças na parte em que dão o corpo humano falam dos órgãos sexuais e da reprodução, isto também está abrangido por esta carta?

 

Estes senhores  agruparam-se numa plataforma que se chama Resistência nacional.... resistência a quê? e a quem?

 

Será que eles são capazes de falar do assunto com os filhos? ou serão dos que acham que é tabu até em casa e deixam que estes aprendam por si mesmos e muitas vezes da pior maneira... Santa ignorância.

 

Jorge Soares

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publicado às 21:31

 

3 anos depois continuam a haver abortos clandestinos em Portugal

Imagem do Público

 

Passaram 3 anos sobre a adopção da nova lei do aborto, aquela que foi aprovada como consequência dos nossos "Sim" no referendo. A efeméride foi noticia na maior parte dos jornais e telejornais, as abordagens foram diversas, na RTP a noticia era: 3 anos depois continua a existir aborto clandestino

 

Durante a hora do almoço tinha lido a mesma noticia no DN, não consigo entender, o que poderá levar uma mulher a um vão de escada, para praticar sem segurança nenhuma um acto que pode ser praticado de forma gratuita e com todas as condições de higiene e segurança num hospital?

 

Segundo esta noticia do Público, durante estes 3 anos foram praticados de forma legal e gratuitamente 54000 abortos, perto de 19000 por ano, um número que assim à primeira vista parece enorme e que mostra que para lá da aprovação da lei, há muito a fazer ao nível da educação e da informação. A percentagem de mulheres que nestes 3 anos praticou mais que um aborto anda pelos 1,5 %, mas o número de mulheres que falta à consulta de planeamento familiar obrigatória após a intervenção anda nos 2/3.

 

Estes números mostram que continua a faltar muito que fazer ao nível da  educação e formação, não basta aprovar uma lei, é necessário muito mais, falta educação sexual nas escolas, faltam campanhas de planeamento familiar, faltam muitas coisas.

 

3 anos é tempo suficiente para que se avalie e se pondere, avaliar se há aspectos da lei que possam ser melhorados, avaliar se o prazo de 10 semanas é o mais adequado, tentar encontrar maneiras de obrigar a que a lei se cumpra e que as mulheres não faltem às consultas de planeamento familiar..e sobretudo, pensar que  19000 é um número muito grande, enorme..e encontrar estratégias para o fazer descer.

 

Se 3 anos depois ainda há abortos ilegais em Portugal, se ainda há mulheres que continuam a arriscar a sua vida em "clínicas" de vão de escada, já seja por vergonha, por medo do estigma, ou porque deixaram passar o prazo das 10 semanas, é porque ainda não fizemos tudo o que havia a fazer.. estamos à espera de quê?

 

Jorge Soares

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publicado às 21:22

Dom Duarte Fornica, o povo esclarecido tem sexo

por Jorge Soares, em 25.05.10

Educação sexual

Imagem de aqui

«Tornar obrigatório a educação sexual resume-se a dizer: forniquem à vontade»

Duarte de Bragança citado Pela TVI24

 

Sempre achei Duarte de Bragança uma pessoa no mínimo singular, parece-me alguém sem a mínima capacidade ou discernimento politico, alguém que está  longe, muito longe, do que é necessário para se poder aspirar a ocupar algum lugar de estado. Cada vez que ouço o senhor falar pergunto-me como é possível que exista gente que queira ser de alguma forma governada por ele?.. não tivemos já a nossa dose de governantes estranhos?

 

Para ele a educação sexual equivale a incentivar a fornicação... mas alguém ainda usa a palavra fornicação?, será que ele vive no mesmo século que nós? será que se apercebeu que o mundo gira e o tempo passa? Fornicar era o que fazia a nobreza com as mulheres da plebe quando as apanhavam desprevenidas, era o que faziam os fazendeiros com as escravas, era o que faziam os senhores com as servas.

 

As pessoas normais não fornicam, pretende-se que as pessoas normais estejam devidamente informadas sobre o seu corpo e sobre a vida de modo a que possam ter sexo seguro e de preferência prazenteiro, quando quiserem, como quiserem, mas de uma forma saudável e esclarecida. Ao contrário do que este senhor possa dizer, é para isso que deve servir a educação sexual.. para evitar que as pessoas forniquem... que pelos visto é o que ele costuma fazer.

 

Nunca consegui entender que exista em Portugal alguém que ache que deveríamos ser uma monarquia, se pensarmos bem, para que serve uma monarquia? Olhamos para a vizinha Espanha, para além de encher as páginas da Hola e dos custos milionários que representam manter uma casa real, em que é que eles são mais que nós por terem um rei, rainha, principes e princesas?... para que serve o rei de Espanha?

 

Jorge Soares

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publicado às 23:48

Filhos são cadilhos.... falemos de sexo!

por Jorge Soares, em 25.03.10

 

 

Falar de sexo com os filhos

 

Imagem da Internet

 

 

O post de ontem da Cigana, para além de me levar há uns 30 anos atrás a uma aula de electricidade no 7º ano, deixou-me a pensar, afinal, eu tenho dois filhos quase adolescentes e mais cedo que tarde, vou dar por mim a ter que enfrentar a situação. E lembrei-me da aula do 7º ano, porque tínhamos um professor com ideias de esquerda e nada conservador, que numa das aulas em lugar de falar de corrente eléctrica e resistências, decidiu falar-nos da vida e recordo perfeitamente a forma como ele descreveu como tinha tido uma conversa sobre sexo e contraceptivos com a filha de 14 ou 15 anos...demais está dizer que todos prestamos absoluta atenção.

 

Dos meus tempos de adolescente não me lembro de alguma vez alguém ter falado comigo do assunto, felizmente no 9 ano havia uma disciplina que se chamava Puericultura  onde aprendi tudo o que havia a saber sobre contraceptivos, algo sobre sexualidade e relações entre as pessoas, já fossem hetero ou homossexuais, que a professora era toda prá-frentex e para ela não havia questões tabus, respondia a todas as perguntas e sem muitos rodeios, e como éramos curiosos.  E até ser adulto, tudo o resto que aprendi sobre sexo foi por mim, já fosse a espreitar uma que outra revista que alguém conseguia comprar, ou na conversa com colegas e amigos.

 

Muita agua passou por debaixo das pontes desde então, mas não me parece que as coisas tenham mudado assim tanto,  vivemos numa sociedade e uma cultura em que o sexo é um tema que não é para falar abertamente, na maioria das escolas não há educação sexual e em casa não se fala do assunto, pelo menos não tão abertamente como se deveria falar.

 

A Cigana tem dois filhos e a situação de que ela fala no post foi tratada desde um ponto de vista claramente masculino, mas será que se em lugar de um filho ela tivesse uma filha a abordagem seria a mesma? e seria da mesma forma? E será que as mães das colegas do filho dela falaram assim com as meninas? e ficam tão descansadas como ela?

 

Eu tenho uma filha e um filho que tem 6 meses diferença de idade entre si, eu diria que falar com os dois ao mesmo tempo está fora  de questão, existe uma enorme diferença no desenvolvimento e de amadurecimento, mas não fosse isso, acho que sim, que a conversa deveria ser a 3 e que os conselhos para um deveriam servir da mesma forma para o outro.

 

E vocês o que acham?, a conversa que a Cigana teve com o filho seria igual se fosse uma filha? e quem já passou por isso, como tratou o assunto?, como se fala com uma filha sobre sexo? e com um filho?... vá, não se acanhem, contem-me tudo!

 

Jorge Soares

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publicado às 22:01

El placer está en tus manos, o prazer está em ti!

 

Tinha lido a noticia no ionline, ontem foi noticia no DN, hoje decidi dar uma olhadela pelo jornais online espanhois para tentar perceber por onde iba la cosa.

 

Segundo o jornal Nueva España, o governo autonomo da Extremadura, decidiu gastar 14 mil euros numa "campaña de educación sexo-afectiva" dirigida aos jovens dos 14 aos 17 anos. Ainda segundo o mesmo jornal, tenta-se eninar aos jovens noções de sexualidade com incidência na anatomia, fisiologia sexual masculina e feminina, identidade, género, auto-estima e entre outros jogos eróticos, a masturbação

 

Tudo isto levantou uma enorme polémica na Espanha, de aí ser noticia em tudo o que é jornal português, quer dizer, tudo isto não, foi precisamente a ultima palavra o que levantou a polémica, vejamos os títulos dos jornais e revistas portuguesas:

Curso de masturbação causa polémica em Espanha - DN

Curso de masturbação causa polémica em Espanha Visão

Governo da Extremadura incentiva masturbação Expresso

 

De aqui concluímos que o conservadorismo vende, a parte das noções de sexualidade, e tudo o resto não interessa nada, assim de repente, um curso de educação sexual é resumido a umas aulas de masturbação. Sendo que exceptuando o i, todos os outros pegaram no mote da campanha, El placer está en tus manos e levaram à letra, deve ser assim que os jornalistas portugueses levam a sua sexualidade, só pode.... santa ignorância.

 

Já aqui falei de educação sexual, nem imagino o alarido que seria por cá uma campanha como esta, mas a educação nunca está de mais, seja ela sexual ou de qualquer outro tipo.... talvez com algo mais de educação, polémicas como a do direito ao casamento não existiriam

 

Jorge Soares

 

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publicado às 21:19


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