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deixam  filha de dois anos abandonada no aeroporto

Imagem do DN

 

Imagine a situação, depois de todo um ano a sonhar com aquelas férias maravilhosas num lugar paradisíaco, você está com a família no aeroporto, prestes a apanhar o avião para finalmente poder sentir que está de férias. No último momento, mesmo quando o sonho se está a tornar realidade, você descobre que o passaporte da sua filha mais nova de apenas dois anos, não é válido e portanto ela não vai poder embarcar... o que faria?

 

Não há muitas respostas possíveis, assim de repente só me ocorrem duas hipóteses,  ou ninguém apanha o avião e depois vemos o que fazemos, ou a família vai de férias e eu fico com a mais nova para tratar do assunto, deve haver uma forma qualquer de ir ter com a família mais tarde.

 

Bom, na realidade há uma terceira hipótese, quem tem os documentos em dia vai de férias, quem não tem, fica em terra.... pois, há aquele detalhe de estarmos a falar de uma criança de dois anos... mas há quem não veja problema nisso.

 

Segundo o DN, aconteceu na Polónia, numa situação destas ... Uma menina de dois anos foi deixada em lágrimas no aeroporto em Katowice, na Polónia, enquanto o resto da família foi de férias para a Grécia.


Ainda segundo a notícia, a menina estava histérica quando se apercebeu que a família ia de férias e ela ficava ali sozinha, mas isso não demoveu pais e restantes familiares, que apanharam o avião e a deixaram mesmo em terra.

 

Há coisas que são até dificeis de comentar, eu não consigo imaginar que existisse algum motivo que me fizesse deixar um dos meus filhos para trás, muito menos para ir de férias. 

 

Mas que raio se passa com o mundo e com as pessoas, como é que chegamos a um ponto em que uns pais preferem deixar uma criança de dois anos sozinha e abandonada num aeroporto do que abidcar de uma viagem de férias?

 

Jorge Soares

publicado às 21:13

Dia de casamento.. ou, O homem dos cabides!

por Jorge Soares, em 26.05.09

Casamento molhado.....

 

Hoje recebi mais um mail do História Devida da Antena 1... mas já falarei disso, entretanto estive a ouvir o programa onde leram a minha historia do menino valente e lembrei-me que deixei a meio a saga do meu casamento, que tinha começado naquele post que falava de pedidos de casamento.

 

Naquela altura a igreja cá do sitio era num pavilhão pré-fabricado, que para além de igreja servia de sala de catequese e de salão paroquial, na parede havia desenhos feitos pelas crianças. É claro que quando lá fomos dizer que nos queríamos casar, e que nos queríamos casar ali, receberam-nos de braços abertos, em todos os anos de vida da igreja tinha sido  celebrado um casamento antes do nosso.  As pessoas querem-se casar no que eles acham que é uma igreja a sério, não num salão pré-fabricado a servir de casa do senhor. Não houve problemas de datas nem exigências de nenhum tipo, foi entregar os documentos obrigatórios e escolher a data, 16 de Dezembro.

 

Nunca existiu um noivo mais descontraído que eu, levantei-me, fui buscar o bolo e levar ao restaurante,  passei o resto da manhã por ali. O dia era de chuva. A igreja era ao virar da esquina, à hora marcada lá estávamos, eu e os poucos convidados: pais, irmãos,  padrinhos e um ou dois amigos, que nem eu nem a P. gostamos de confusões.

 

Passado meia hora eu continuava descontraído e na conversa, o padre é que já deitava fumo com o atraso da noiva, lá fora chovia, muito. Ela  terminou por chegar com quase uma hora de atraso, mas chegou. Lá começou a cerimonia, a meio a chuva era tanta no telhado de lusolite, que mal se ouvia o que o padre dizia, casamento molhado casamento abençoado, não é o que costumam dizer?... o nosso foi bem molhado.

 

Depois lá fomos para o restaurante, lá chegados, mais uma originalidade, éramos poucos, duas mesas corridas, uma para os pais... outra para os noivos, os padrinhos e os irmãos.

 

A meio da tarde lá parou de chover e até deu para o meu irmão nos tirar umas fotografias.

 

Tínhamos a viagem de lua de mel marcada para o dia seguinte a meio da manhã, decidimos ir passar a noite de núpcias na Ericeira, naquele hotel que está mesmo junto ao mar. Estava uma noite de nevoeiro.. bem romântica, chegamos cedo, jantamos e fomos para o Hotel.

 

É difícil explicar o que senti quando nos mostraram o quarto, era algo de outros tempos... não, não era no bom sentido, parece que tudo aquilo tinha sido retirado directamente dos anos 40, o quarto estava limpo, mas o resto do hotel era algo indescritível, acreditem ou não, conseguíamos ver as nossas pegadas no pó da alcatifa do corredor... estou a falar a sério.

 

Passados 5 minutos já nós nos interrogávamos porque é que não tínhamos ficado em casa, bem mais quente e aconchegante que aquele quarto sórdido. Mas já lá estávamos, restava aguentar.

 

Lá nos deitamos, afinal era a nossa primeira noite de casados, por volta das 11 da noite o insólito aconteceu, pareceu-nos que alguém batia à porta

 

- Jorge, estão a bater à porta.

-Não estão nada.

...

 

Passados uns momentos voltaram a bater.... levantei-me, vesti qualquer coisa e fui abrir a porta, era um dos empregados (???) do hotel.

 

-Desculpe, vim entregar os cabides!

 

Jorge Soares

publicado às 22:16


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