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Sei que serei esquecida

por Jorge Soares, em 06.08.13

Esquecida

 

 Imagem minha do Momentos e Olhares

 

SAUDADES...


Sei que serei esquecida
Assim é a lei da vida
Um sonho doce e profundo
Dura apenas um segundo
Amor,paz e perdão
Depois de sonhar se vão
E fica apenas a saudade
Saudades...de um coração...

 

Caroline da conceição 


Jardim do Bonfim

Outubro de 2012

Jorge Soares

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publicado às 17:48

O Cisne

por Jorge Soares, em 04.08.13

Cisne

 

 Imagem minha do Momentos e Olhares

 

 

"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares


Jardim do Bonfim,

Setúbal, Outubro de 2012

Jorge Soares

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publicado às 17:44

Sede

por Jorge Soares, em 03.04.12

A Pomba

 

Imagem Minha do Momentos e Olhares

 

O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!

 

Florbela Espanca

 

Jardim do Bonfim

Setúbal, Janeiro de 2012

Jorge Soares

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publicado às 21:27

Bolas de sabão

por Jorge Soares, em 17.08.10

As bolas de Sabão

 

Imagem minha do Momentos e olhares

 

As Bolas de Sabão

 

As bolas de sabão que esta criança
Se entretém a largar de uma palhinha
São translucidamente uma filosofia toda.
Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,
Amigas dos olhos como as cousas,
São aquilo que são
Com uma precisão redondinha e aérea,
E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa,
Pretende que elas são mais do que parecem ser.

 

Algumas mal se vêem no ar lúcido.
São como a brisa que passa e mal toca nas flores
E que só sabemos que passa
Porque qualquer cousa se aligeira em nós
E aceita tudo mais nitidamente.

Alberto Caeiro

 

Jardim do Bonfim

Setúbal

Junho de 2010

Jorge Soares

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publicado às 20:52


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