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Os milagres da ciência

por Jorge Soares, em 09.06.16

bebe.jpg

 

 

Imagem do Expresso

 

Foi noticia por cá e até pelo resto do mundo, esta semana nasceu em Portugal um bebé filho de uma mulher que estava em morte cerebral há 17 semanas.

 

Ao contrário do que se pode ler na capa de pelo menos um jornal (?), não nasceu um bebé de uma mãe morta, nasceu de uma mãe viva que se encontrava em morte cerebral, não, não é a mesma coisa. É evidente que se a mãe estivesse morta não poderia haver desenvolvimento do feto, o cérebro estava em morte cerebral, o corpo estava evidentemente vivo, o que ,aliádo aos cuidados que lhe foram prestados,  permitiu o correcto desenvolvimento do feto até às 34 semanas, altura em que nasceu por cesariana..

 

O resto é o conhecimento e a qualidade de todos os profissionais de saúde que estiveram envolvidos e que permitiram o final feliz que todos conhecemos.

 

Vivemos numa época em que os avanços da ciência para além de nos permitirem viver cada vez mais tempo com uma razoável qualidade de vida,  fazem possível este tipo de "milagres".  O bebé chama-se Lourenço e nasceu saudável.

 

“Não foi um milagre, mas um avanço da ciência e da capacidade de multidisciplinaridade e eficácia de uma equipa. Não são só os médicos, mas os enfermeiros, os nutricionistas, os farmacêuticos e todos os profissionais que contribuíram para este êxito” 

Doutora Ana Campos ao Jornal Expresso

 

Jorge Soares

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publicado às 23:17

Golo do Nani

 

 

E confirmou-se o obvio, não temos equipa, tal como já o tinha feito a Alemanha, os americanos exploraram muito bem os espaços criados entre a defesa e o meio campo e a falta de um defesa direito de raiz. A meio da primeira parte os americanos ganhavam por 8-2 em remates à baliza... depois abrandaram, mas ao contrario deles que rematavam de qualquer lado, parecia que os jogadores portugueses queriam entrar com a bola pela baliza dentro ou dar a bola ao Cristiano Ronaldo para que fosse ele a marcar, não havia quem rematasse e sem remates não há golos.

 

Mesmo assim mesmo antes do intervalo o jogo podia ter ficado sentenciado se o remate de Nani tivesse entrado em lugar de ir ao poste.. mas não entrou. Na segunda parte entramos de novo bem, mas quem marcou foram os norte-americanos.

 

O empate de Varela nos últimos segundos deixou uma ténue hipótese de classificação, de novo estamos agarrados à calculadora... e à espera de um milagre. A Alemanha tem que ganhar aos Estados Unidos, temos que ganhar ao Gana e recuperar 5 golos de diferença .... acho que são milagres a mais até para a nossa senhora de Fátima... até porque meia equipa não vai estar em condições de jogar.

 

Ainda o jogo não tinha terminado e já se começava a por em causa tudo e mais alguma coisa, não vou entrar por aí, pelo menos hoje...

 

Estranho mesmo é a quantidade de lesões musculares de jogadores portugueses, 10 lesões musculares é mais do que aquelas que muitas equipas tem durante uma época inteira. Tantas lesões não são só resultado da longa época, algo falhou na preparação física, algo que tem que ser estudado e corrigido.

 

No primeiro jogo do dia, a Bélgica carimbou o passaporte para a fase seguinte ao derrotar a Rússia com um golo solitário de Origi. A Rússia que se classificou em primeiro lugar no grupo de Portugal, não tem deixado uma grande imagem no Mundial e o jogo de hoje não contribuiu para melhorar essa imagem, muita táctica e pouco espectáculo.

 

Do mesmo grupo são a Argélia e a Koreia do Sul que ao contrário  de Belgas e Russos, deram espectáculo de jogo e de golos. O Resultado final de 4-2 contribui para aumentar ainda mais a média de golos naquele que se encaminha para ser o mundial com mais golos da história. Com esta vitória a Argélia deixou em aberto as suas hipóteses de se classificar para os oitavos de final.

 

 Jorge Soares

 

PS: Não tem nada a ver, mas o nosso Rui Costa, o outro, o das bicicletas que é campeão mundial e tudo, ganhou a volta à Suíça pelo terceiro ano consecutivo

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publicado às 23:51


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