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papafrancisco.jpg

 

Imagem de aqui

 

“Um mundo onde as mulheres são marginalizadas é um mundo estéril, porque as mulheres não somente trazem a vida, mas transmitem a capacidade de ver mais além, elas veem mais além."

 

Papa Francisco após o Angelus no dia 8 de Março de 2015, dia internacional da mulher.

 

Acho que não há grandes dúvidas para ninguém que ao longo da sua história a  igreja sempre marginalizou o papel da mulher, relegando-a para um papel secundário, longe da hierarquia e longe do poder.

 

Será que o Papa Francisco com toda a humildade e proximidade que o caracteriza tem a noção do alcance das suas palavras? Terá ele a noção que apesar de faltar ainda uma boa parte do caminho, o resto do mundo está muito mais próximo de reconhecer a importância do papel da mulher na sociedade e que a igreja é uma das últimas instituições que tarda em reconhecer esse papel?

 

Estará Francisco consciente de que a igreja é cada vez mais uma instituição estéril?

 

Jorge Soares

publicado às 23:01

Católicos mas pouco tolerantes

por Jorge Soares, em 08.02.15

papaFrancisco.png

Imagem do Sol

 

"Santidade, na sequência das informações veiculadas por ocasião do último Sínodo, constatamos com dor que para milhões de fiéis a luz dessa tocha pareceu vacilar sob os ventos malsãos de estilos de vida propagados por lobbies anticristãos. Com efeito, observamos uma desorientação generalizada, causada pela possibilidade de que se tenha aberto no seio da Igreja uma brecha que permite a aceitação do adultério – mediante a admissão à Eucaristia de casais divorciados recasados civilmente –, e até mesmo uma virtual aceitação das próprias uniões homossexuais, práticas essas condenadas categoricamente como contrárias à lei divina e natural."

 

O texto acima foi retirado de um site brasileiro, faz parte de uma petição que pretende recolher assinaturas para convencer o papa Francisco a que volte atrás na sua abertura para com os divorciados e os homossexuais  dentro do seio da igreja católica.

 

Segundo o site em questão, já terão sido recolhidas mais de 73000 assinaturas, entre as quais estará a de Duarte Pio, duque de Bragança...

 

Há por aí muita gente que pelos vistos enche o peito quando proclama a sua religião, mas que depois se mostra muito pouco tolerante com os seus semelhantes...e já nem o Papa escapa à sua foirma de ver o mundo.

 

Curiosamente uma outra petição onde se pede ao papa a abolição do inferno só conseguiu reunir 15 (quinze) assinaturas...  é natural, de abolicem o infernopara onde mandavam os divorciados e os homosexuais?

 

Jorge Soares

publicado às 21:02

José Policarpo

Imagem do Público 

 

Uma das vantagens do blog e das tags é que as coisas ficam guardadas, as boas e as más... quando li a noticia da morte de José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, o que me veio á cabeça é que a igreja portuguesa ficou agora mais jovem, mais liberal, menos conservadora e mais perto da realidade do mundo actual.

 

José Policarpo era para mim a antítese do actual Papa Francisco, com ele a igreja portuguesa vivia aferrada ao passado, longe da realidade do mundo actual e em consequência cada vez mais longe dos seus possíveis fieis.

 

Dando uma olhadela à tag José Policarpo aqui do blog podemos encontrar o seguinte:

 

«Casar com muçulmanos pode causar «um monte de sarilhos».

 

«Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Ala sabe onde acabam».

 

Ou a propósito da crise e da manifestação de 15 de Setembro do ano passado:

 

 ...os problemas não se resolvem “contestando, indo para grandes manifestações” ou fazendo uma qualquer “revolução”.

 

Com ele no comando, a igreja portuguesa ficou mais pequena, mais longe dos fieis, mais virada para si mesma e menos virada para o mundo, e a julgar pelos comentários acima, mais longe das problemáticas e da realidade do país e dos portugueses.

 

Com o devido respeito para a família e para os mais próximos, hoje a igreja portuguesa ganhou a hipótese de apanhar o comboio dos novos ventos que sopram desde Roma... este senhor não deixa grandes saudades.

 

Jorge Soares

publicado às 22:44


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